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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Como Reconhecer uma Casa de Umbanda?

Podemos ter a Umbanda como a “Manifestação do espírito para a prática da caridade pura, e em todas as suas formas”, assim como disse o Caboclo das Sete Encruzilhadas. Portanto, por essa definição visualizamos o verdadeiro sentido dessa religião.

As Casas, Tenda, Templos, Centros, Terreiros que tem a pura essência de Umbanda são aqueles:

· Onde se fala em Deus; 

· Onde se prega a palavra e os ensinamentos de Jesus Cristo; 

· Onde se fala da Filosofia e Doutrina Espírita ditada por Allan Kardec; 

· Onde se pratica a Caridade; 

· Onde se dá valor a Simplicidade e Humildade;

· Onde não há cobrança, pois espíritos não precisam de dinheiro ou barganha; 

· Onde não há matança (corte) de animais, pois matar animais, que são filhos de Deus, não é fazer caridade e, matar um animal, perante Deus, é como matar qualquer ser humano;

· Onde se prega a Fé; 

· Onde se prega o Amor; 

· Onde se prega o Conhecimento; 

· Onde se prega a Justiça; 

· Onde se prega a Lei; 

· Onde se prega a Evolução; 

· Onde se prega a Vida.

Locais onde não se fala em Deus, Kardec, Jesus, onde há cobrança e matança (corte) de animais e onde são feitas coisas sem devido conhecimento, através da superstição, colocando o medo nas pessoas que frequentam, esses locais não podem ser considerados detentores da Essência de Umbanda e devemos alertar para a sua periculosidade espiritual. Esses locais por terem baixo teor vibracional, tendem a ser frequentados por pessoas e espíritos de baixa moral (já que semelhante atrai semelhante), devem ser evitados, com o risco de se ter, através das leis espirituais da “ação e reação” e do “Karma”, sérios danos às pessoas, não só no aspecto Financeiro, como Moral e Espiritual. Por isso... Cuidado! Estude, Conheça, Pesquise, se Informe...
  
Umbanda é Caridade, Umbanda é Paz, Umbanda é Amor!

Paz e Luz a todos os Umbandistas! Saravá!


* Estou muito longe de ser o dono da Verdade, e não quero ditar regras pra ninguém... mas continuo defendendo a Essência de nossa Querida, Amada e Sagrada Umbanda... Viva Umbanda!!!


Denis Sant'Ana.

terça-feira, 30 de julho de 2013

A Libertação da Alma


“O desencarne não é uma perda”

                O desencarne sempre foi uma questão que gerou controvérsias e discussões devido as crenças de cada religião e cultura. Mas o fato pode ser analisado sem qualquer ótica religiosa, ou seja, visto como algo natural, um ciclo da vida.   
Vemos que a natureza, as estações do ano, os dias da semana, tudo é cíclico, inclusive o sol, nasce e morre todos os dias. Da mesma forma ocorre conosco.
            Fomos educados a sofrer e temer a morte, vê-la como algo que termina com uma história feliz, gerando dor e sofrimento.
            Ocorre que na condição de encarnados nosso discernimento e conhecimento espiritual, acerca das questões ligadas ao espírito, à alma, é muito pequeno diante da imensidão do grande Universo. Na vida carnal, cobertos pelo véu do esquecimento e influenciados pelo meio que nos cerca, muitas vezes esquecemos que somos seres espirituais, vivendo uma experiência na matéria e que a passagem terrena é provisória.
            Nós não somos o corpo físico, estamos dentro dele, somos a alma. A estrutura orgânica é a morada de nossa consciência, que é claro, merece cuidados.
            Nesta senda, o desencarne é a libertação do espírito, que estava preso, limitado a um corpo físico e sem consciência da imensidão do Todo. Não é o fim, mas a volta ao nosso lar.
            Quando fazemos uma viagem, escolhemos o destino, preparamos a mala, nos organizamos e partimos. No astral, escolhemos a próxima vida, o local, a família carnal e nos dispomos a mais uma missão em busca de aperfeiçoamento da consciência.
            Nós também somos espíritos, porém, o que nos diferencia daqueles que estão em outro plano é que estamos na matéria. Então quando terminamos nossa missão nesta existência, partimos para Casa.
            Porém, somos egoístas, à medida que quando dá-se o desencarne de um familiar, um amigo, um parente, não conseguimos pensar que é o melhor caminho, que é o momento do retorno, que não é por acaso. E pensamos: o que EU vou fazer sem aquela pessoa? Como EU vou ficar sozinho? EU vou sentir saudades e tristeza, e agora? Sempre focamos em nós o que não pode deixar de ser visto como um certo egoísmo.

            Fala-se inclusive em ?perda? do desencarnado, mas não perdemos nada. Até porque, não somos proprietários de nenhum semelhante, mas irmãos, partes integrantes do Todo.
            É evidente que sentimos saudades, mas temos que compreender que a separação é temporária e já fomos e voltamos tantas vezes...
            Além do mais, o mundo espiritual é muito sábio, pois há casos em que a pessoa encarnada não conseguiria mais evoluir, melhorar nesta vida e, mais tempo na carne geraria mais carma negativo para ser eliminado em outra existência. Dá-se assim, a volta para a Casa.
            Quando percebemos que tudo é provisório, que o corpo físico não é eterno, ou seja, que já encarnamos e desencarnamos tantas vezes, muitas preocupações e interesses mesquinhos desaparecem, pois se começa a dar mais valor para outras questões, que são eternas.
            E aqui quando me refiro a reencarnação da alma, que é eterna, não a vislumbro de forma religiosa, mas como uma lei natural do Universo, que está em evolução constante e com nós não poderia ser diferente.
            Viemos para a escola terrena, aprendemos, erramos, superamos desafios e após voltamos para o Astral, onde nossa consciência se expande e nos mostra como foi nossa jornada na carne, isso de forma cíclica, até atingir a iluminação e não mais necessitar descer à Terra em um veículo carnal.
            Ademais, como já foi dito acima, não existe a morte, mas apenas a libertação da matéria no momento oportuno, que é benéfica e necessária. Nunca morremos, apenas deixamos a estrutura orgânica e partimos para outras experiências em busca de conhecimento espiritual.
            Após o desencarne, continuamos vivos e mais vivos do que nunca, pois com a consciência expandida e cientes do nosso propósito. Tudo que aprendemos na vida terrena, nossas lembranças, histórias, momentos de felicidade, os reencontros, os desafios, fazem parte de nossa alma e não desaparecem em função da libertação da matéria.
            Diferente dos Grandes Mestres da Humanidade, que não mais necessitam encarnar, nossa alma ainda não é pura e a vinda para Terra é fundamental, pois somente aqui, na terceira dimensão, que até o momento é densa, podemos curar as inferioridades de nossa personalidade congênita.
            Embora cada um tenha suas crenças, as quais devem ser respeitadas, o importante é nos vermos como almas em evolução e ao nos depararmos com o desencarne de um amigo ou familiar, compreender que tudo tem seu tempo certo e não é por acaso.
            A separação é temporária e a saudade (que é natural) deve ser combatida com o envio de orações e luz para alma que partiu para o Astral. Tal proceder além de gerar compreensão para quem ainda vive na matéria, beneficia o desencarnado.


POR: Vivi Draghetti  -  Terapeuta Holística

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Templários. O mistério dos Templários


A Ordem do Templo de Salomão, ou a Ordem dos Templários, é uma ordem de cavalaria quase mítica, e onde se crê que se encontram conservados alguns dos maiores segredos místicos da humanidade.
Desde o Santo Graal, aos restos mortais de Jesus, aos ossos de Maria Madalena, ao conhecimento da linhagem descendente de Cristo, a segredos sobre a imortalidade, á Arca da Aliança, já um pouco de tudo se afirmou sobre os tesouros secretos que se encontram na posse da Ordem dos Templários. Todas as lendas apontam contudo num sentido: os templários tiveram acesso a algum poderoso segredo esotérico que se encontrava encerrado, ou no mítico Templo de Salomão, ou algures nas terras de Jerusalém.
A Ordem dos Templários foi criada na longínqua Jerusalém em 1118, por 9 cavaleiros. Estes uniram-se sob um voto de santidade e cavalaria, jurando proteger todos os peregrinos que viajassem para Jerusalém, assim como proteger a própria Terra Santa onde Jesus viveu e sucedeu todo o milagre da ressurreição. Assim a Ordem dos Templários é uma ordem de natureza mística: os seus membros são simultaneamente cavaleiros, ( guerreiros), e monges, ( homens do clero), que vivem tanto sob uma rígida disciplina militar, ao mesmo tempo que observando com todo o rigor a vida espiritual.
As cruzadas ocorrem do sec XI ao sec XII, aquando do movimento de expansão Geopolítica, econômica e religiosa dos reinos europeus no sentido do médio oriente, por contraposição aos movimentos de invasão muçulmana da Europa.
Quando as cruzadas terminaram, a existência da Ordem dos Templários já não fazia sentido, pois a sua principal razão de existir, ( proteger os peregrinos que viajavam para Jerusalém, e guardar a Terra Santa), já não fazia sentido. Todos  os lugares santos estavam já perdidos e 1244, e a Terra Santa depois da queda do Porto de Acre em 1291 jamais voltou a ser reconquistada. As cruzadas já não existiam, e a terra santa já não necessitava de proteção  Parecia que neste ponto da história, o papado iria simplesmente dissolver a Ordem dos Templários.
No entanto, contam as lendas que foi nesses tempos, que um segredo desenterrado do chão de Jerusalém foi levado aos olhos do papa. Tal seria a importância desse segredo religioso, que o papa Inocêncio não só autorizou a continuação da existência desta ordem religiosa, como lhe concedeu poderes ilimitados e total autonomia, sendo que assim a Ordem dos Templários prosperou sem limites nem precedentes.
A dado momento da história Europeia, dizia-se que os Templários eram a mais rica instituição do mundo, superando mesmo o Papado. Todos os reinos da Europa contraiam empréstimos á Ordem dos Templários. Os Templários funcionavam como uma grande multinacional financeira, um banco de dimensões internacionais, logo uma organização de enorme influencia e poder. Consta que um dos reinos que mais se endividou junto da Ordem dos Templários, foi a França. E rezam certas versões, que foi precisamente por esse motivo, que no Sec XVI, a França atuou cruelmente de forma a dizimar todos os membros da ordem, e a apoderar-se dos bens e tesouros da Ordem dos Templários. O rei de França Filipe VI, pressionou o Papa Clemente V de forma a obter uma autorização para atacar impunemente e á traição a Ordem dos Templários. O papa Clemente V,( também ele um dos devedores de vastas somas de dinheiro á Ordem dos Templários), acabou acedendo. Na madrugada de 13 Outubro 1307, centenas e centenas de monges foram assassinados sem ordem nem aviso. Os que não foram mortos imediatamente, foram encarcerados para logo depois serem queimados na fogueira. O movimento militar do rei Filipe VI foi fulminante e impiedoso.
No entanto, ao tentar apoderar-se do precioso segredo que a Ordem dos Templários possuía no seu tesouro, Filipe VI encontrou uma decepção: a frota de navios Templários estacionados em França desaparecera misteriosamente para nunca mais ser vista, e com ela… o segredo e o tesouro dos Templários.
Dizem as lendas, que a frota se dirigiu para Portugal, onde sabia contar com forte proteção.
Na verdade, a Historia afirma com factos uma realidade: em Portugal, a perseguição aos templários acabou por ter um desfecho completamente diferente do que sucedeu no resto da Europa.
Perante as ordens do Papa no sentido de extinguir os Templários e executar os seus cavaleiros, o rei D. Dinis instaurou um processo de inquérito de forma a averiguar sobre a culpa ou inocência desses cavaleiros.
O inquérito concluiu, (como seria de esperar), que os cavaleiros da ordem dos templários estavam inocentes de todas as acusações.
Em virtude disso, nenhuma morte ocorreu.
Mais que isso, o rei português resolveu o assunto com aguda habilidade diplomática: Retirou todos os bens materiais á Ordem dos Templários, e transferiu-os para uma nova ordem que criou ao abrigo da coroa Portuguesa.
Deu a essa nova ordem o nome de  Ordem de Cristo, cujo o símbolo era precisamente a famosa Cruz da Cristo vermelha num fundo branco.
Os membros da ordem dos templários também transitaram para essa nova ordem, e assim os templários sobreviveram sob a proteção do rei, e sob uma nova identidade, intocáveis quanto ás intenções de França e do papa.
Em 1319, nascia assim a Ordem de Cristo, provavelmente um dos últimos redutos na Europa onde os templários continuaram a existir e a viver na persecução das suas santas metas, e conservando os seus míticos segredos.
Contam as lendas que os templários estiveram ocultamente envolvidos nas aventuras marítimas portuguesas, e consequentemente nos descobrimentos marítimos do sec XV e XVI, havendo sido, ( na sombra e ocultamente), os grandes impulsionadores desse movimento de expansão da fé crista. Infante D. Henrique, Pedro Alvares Cabral, Vasco da Gama entre outros, foram todos eles membros da Ordem de Cristo, ou seja: templários.
Por virtude da expansão marítima dos planos templários, a Ordem dos Templários acabou chegando ao Brasil. Pedro Alvares Cabral, aos 22 de Abril de 1500, descobre o Brasil e com ele, leva o movimento Templário para as gloriosas terras do novo continente.
Assim, rezam as lendas que a Ordem dos Templários assim se instalou no Brasil ate aos dias de hoje. Inúmeros símbolos de municípios no Brasil possuem ainda hoje ícones que são de inspiração templária. Afirma-se também que alguns dos símbolos presentes em Brasília e na sua arquitetura  são igualmente de inspiração Templária. O projeto místico e religioso dos templários, sobreviveu aos tempos e aos ataques, continuando vivo e ativo.
No entanto, perguntas continuam por responder:

Onde esta o famoso segredo dos templários, que naquele fatídico dia de 13 Outubro 1307, zarpou dos portos de França a bordo da Frota templária, para nunca mais ser visto? Brasil? Portugal ?

domingo, 28 de julho de 2013

Se encontra atualizada a seção de ESTUDOS em nosso blog:
  • Classificação dos exus
  • Banho de descarrego ou limpeza
  • A conduta nos templos umbandistas

10 Mandamentos para viver bem com os outros...


I - Tenha controle de sua língua. Sempre diga menos do que pensa. Cultive uma voz baixa e suave; a maneira de falar, muitas vezes, impressiona mais do que aquilo que se fala. 
II - Pense antes de fazer uma promessa e depois não dê importância do quanto lhe custa. 
III – Nunca deixe passar uma oportunidade para dizer uma palavra meiga e animadora a uma pessoa, ou a respeito dela. 
IV - Tenha interesse nos outros, em suas ocupações, seu bem-estar, seus lares e famílias. Seja alegre com os que riem e lamente com os que choram. Deixe cada pessoa com quem encontrar sentir que você lhe dispensa importância e atenção. 
V - Seja alegre. Conserve para cima os cantos da boca. Esconda as suas dores, seus desapontamentos e inquietações sob um sorriso. Ria de histórias boas e aprenda a contá-las. 
VI - Conserve a mente aberta para todas as questões da discussão. Investigue, mas não argumente. É marca de ser superior... discordar e ainda conservar a amizade. 
VII - Deixe as suas virtudes falarem por si mesmas e recuse falar das faltas e fraquezas dos outros. Desencoraje murmúrios. Fale coisas boas aos outros. 
VIII - Tenha cuidado com os sentimentos dos outros. Gracejos e humor não valem a pena e freqüentemente magoam quando menos se espera. 
IX - Não faça caso das observações más a seu respeito. Só viva de modo que ninguém acredite nelas. Nervosismo e indignação são causas comuns para maledicência. 
X - Não seja tão ansioso a respeito de seus direitos. Trabalhe, tenha paciência, conserve seu temperamento calmo, esqueça de si mesmo e receberá a sua recompensa.

sábado, 27 de julho de 2013

sexta-feira, 26 de julho de 2013

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Para se proteger das energias negativas

SEIS ATITUDES PARA SE PROTEGER DAS ENERGIAS NEGATIVAS



            Todos nós sabemos, as energias negativas são uma das preocupações do ser humano. Procurar fugir delas é complicado. Elas nos alcançam em qualquer lugar do planeta. Mas, podemos nos defender, começando a tomar uma série de atitudes e providências. Abaixo, seguem seis dicas pessoais para começar a combatê-las.

1. NÃO TEMER NINGUÉM.
            Uma das armas mais eficazes na subjugação de um ser é impingir-lhe o medo.         Sentimento capaz de uma profunda perturbação interior, vindo até a provocar verdadeiros rombos na aura, deixando o indivíduo vulnerável a todos os ataques.
            Temer alguém significa colocar-se em posição inferior, temer significa não acreditar em si mesmo e em seus potenciais, temer significa falta de fé.
            O medo faz com que baixemos o nosso campo vibracional, tornando-nos assim vulneráveis às forças externas.
             Sentir medo de alguém é dar um atestado de que ele é mais forte e poderoso.
            Quanto mais você der força ao opressor, mais ele se fortalecerá.

2. NÃO SINTA CULPA.
            Assim como o medo, a culpa é um dos piores estados de espírito que existem. Ela altera nosso campo vibracional, deixando nossa aura (campo de força) vulnerável ao agressor.
            A culpa enfraquece nosso sistema imunológico e fecha os caminhos para a prosperidade. Um dos maiores recursos utilizados pelos invejosos é fazer com que nos sintamos culpados pelas nossas conquistas. Não faça o jogo deles e saiba que o seu sucesso é merecido. Sustente as suas vitórias sempre!

3. ADOTE UMA POSTURA ATIVA.
            Nem sempre adotar uma postura defensiva é o melhor negócio. Enfrente a situação. Lembre-se sempre do exemplo do cachorro: quem tem medo do animal e sai correndo, fatalmente será perseguido e mordido. Já quem mantém a calma e contorna a situação pode sair ileso.
            Ao invés de pensar que alguém pode influenciá-lo negativamente, por que não se adiantar e influenciá-lo beneficamente? Ou será que o mal dele é mais forte que o seu bem?
            Por que será que nós sempre nos colocamos numa atitude passiva de vítimas? Antes que o outro o alcance com sua maldade, atinja-o antecipadamente com muita luz e pensamentos de paz, compaixão e amor.

4. FIQUE SEMPRE DO SEU LADO.
            A maior causa dos problemas de relacionamentos humanos é a "Auto-Obsessão". A influência negativa de uma pessoa sobre outra sempre existirá enquanto houver uma idéia de dominação, de desigualdade humana, enquanto um se achar mais e outro menos, enquanto nossas relações não forem pautadas pelo respeito mútuo.
            Mas grande parte dos problemas existe porque não nos relacionamos bem com nós mesmos. 'Auto-Obsessão' significa não se gostar, não se apoiar, se auto boicotar, se desvalorizar, não satisfazer suas necessidades pessoais e dar força ao outro, permitindo que ele influencie sua vida, achar que os outros merecem mais do que nós.
            Auto - obsequiar-se é não ouvir a voz da nossa alma, é dar mais valor à opinião dos outros. Os que enveredam por esse caminho acabam perdendo a sua força pessoal e abrem as portas para todas as pessoas dominadoras e energias de baixo nível. A força interior é nossa maior defesa.

5. SUBA PARA POSIÇÕES ELEVADAS.
            As flechas não alcançam o céu. Coloque-se sempre em posições elevadas com bons pensamentos, palavras, ações e sentimentos nobres e maduros.
            Uma atmosfera de pensamentos e sentimentos de alto nível faz com que as energias do mal, que têm pequeno alcance, não o atinjam. Essa é a melhor forma de criar 'incompatibilidade' com as forças do mal e energias incompatíveis não se misturam.

6. FECHE-SE ÀS INFLUÊNCIAS NEGATIVAS.
            As vias de acesso pelas quais as influências negativas podem entrar em nosso campo são as portas que levam à nossa alma, ou seja, a 'mente' e o 'coração'. Além de manter o coração e mente sempre resguardados das energias dos maus pensamentos e sentimentos negativos, fuja das conversas negativas, maldosas e depressivas.

            Evite lugares densos e de baixo nível. Quando não puder ajudar, afaste-se de pessoas que não lhe acrescentam nada e só o puxam para o lado negativo da vida. O mesmo vale para as leituras, programas de televisão, filmes, músicas e passatempos de baixo nível.
            Se é Reikiano use e abuse com (respeito) de todos os símbolos de proteção que tiver acesso, faça-os em sua casa, trabalho, carro em fim use e sinta, essa força em si.



POR:   Jose Carlos Medeiros de Araujo

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Como é a vida espiritual segundo as tradições orientais?

Desde que o homem pisou na Terra pela primeira vez, surgiu a necessidade de compreender as leis naturais e de entender sua relação com o Divino. Como naquela época remota não existiam as modernidades dos tempos atuais, parece bem plausível considerar a possibilidade de que as primeiras relações religiosas do homem, se estabelecessem através dos elementos naturais.


            O culto ao sol, à lua, às estrelas fez com que surgissem as primeiras tribos panteístas, ou seja, aquelas que cultuavam o Deus Pã, que seria a manifestação da própria natureza. Não existia o bem e o mal, mas um desconhecimento das leis naturais que regem o universo e certa confusão pela incapacidade de compreensão dos conceitos que assombravam o homem daquela época.

            Vamos fazer agora um exercício. Imagine-se há milhares de anos atrás, sem as menores condições de moradia, higiene e comunicação. O que o homem daquela época sentia? Frio, fome, sede, calor, ou seja, estava totalmente focado na solução de suas necessidades básicas de sobrevivência. Para o homem que vivia no deserto, o sol acabou se tornando o demônio. Para o homem que vivia no gelo, o sol era Deus.

            E assim o conceito de bem e mal foi criando-se, demonizando aquilo que maltratava o homem e endeusando aquilo que lhe fazia bem, dentro de um conceito muito limitado de consciência e aprendizagem, praticamente inexistente naquela época, onde a escrita e a oratória praticamente inexistiam. Com isso surgiram as primeiras figuras mitológicas e os primeiros rituais, através dos líderes das tribos orientais, principalmente com os primeiros xamanismos hiperbóreos (ao norte do planeta), na região da Sibéria.

            De lá, muitas tradições e conceitos foram criados para explicar Deus, suas leis e seu relacionamento com o homem.

            As religiões mundiais mais conhecidas partiram de três pontos principais, que geraram todas as outras:
1 – Xamanismos Hiperbóreos – gerou o Taoísmo, Confucionismo, Xintoísmo, Xamanismo Siberiano e o Xamanismo dos Índios Norte-Americanos.
2 – Mitologias Arianas- Hinduísmo, Budismo, Religião Greco-Romana, Jainismo, Zoroastrianismo, Religião Germano-Céltica Antiga.
3 – Monoteísmos Semíticos – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo.

            Dentro dessa constituição histórica, muitas religiões desenvolveram suas ideologias por meio de blocos de informação captados da Mente Universal. Normalmente um Grande Mestre como Moisés, por exemplo, capta uma informação pura da Mente Universal e deixa seu legado de conhecimento e amor. Muitas vezes o discipulado que fica responsável por disseminar as informações após a morte do mestre, não possui as mesmas características e condições mediúnicas, e interpreta as escrituras de acordo com seu grau de compreensão. Esses ensinamentos passados de Mestre a discípulo ao longo dos milênios, sofrem distorções e muitos cismas ao longo do tempo, principalmente quando os interesses pessoais misturam-se aos ideais religiosos.

            Agora que já temos uma breve compreensão da origem das tradições religiosas, podemos adentrar no contexto e na visão oriental de espiritualidade. De uma forma genérica, podemos dizer que no Oriente existem duas correntes de pensamento muito fortes, que são as mais antigas: o Hinduísmo, o Budismo. O Islamismo também é uma corrente muito forte, mas é mais recente, ou seja, surgiu em 570 depois de Cristo, enquanto que o hinduísmo surgiu há mais de 10.000 anos e o budismo como o conhecemos hoje surgiu aproximadamente em 558 antes de Cristo.

            O Hinduísmo surgiu primeiro, acredita-se que há mais de 10.000 anos atrás quando um sábio canalizou diretamente da Fonte Universal os ensinamentos chamados Vedas, que segundo a tradição, são as verdades universais.

            O hinduísmo traz fortemente a idéia de carma, que é uma visão da vida que rapidamente popularizou-se em todo o Oriente. Talvez considerar a influência do carma e da reencarnação, seja o ponto fundamental das estruturas religiosas orientais, o que nos traz uma visão de eternidade e de continuidade da vida.

            A palavra carma tem origem no idioma sânscrito (Índia) e significa ação, ou seja, é a lei natural que diz que todas as ações que realizamos ecoam pela eternidade. Na Índia esse é um conceito tão enraizado, que é adotado no sistema político, econômico, social e espiritual.

            Com a visão de carma, criou-se há milênios o sistema de castas, que consiste em dividir os hindus em classes sociais de acordo com sua descendência e trazendo para a política a reencarnação. As castas são divididas em quatro de acordo com a lenda de que o homem originou-se do deus Brahma, o princípio universal da criação:
1) Brâmanes – casta de doutores e sacerdotes que dedicam-se a continuidade dos ensinamentos religiosos.
2) Kshatryas – casta dos soldados e guerreiros, os homens de defesa.
3) Vaishyas – casta dos comerciantes e agricultores.
4) Sudras - casta dos artistas, operários e toda a espécie de trabalhadores.

            Analisando sob essa ótica, percebemos que a aceitação do carma foi a melhor maneira que os hindus encontraram para se organizar. Como no oriente não existe a culpa e o castigo com relação a sexualidade, algo que existe aqui no ocidente cristão, o sistema de castas foi inclusive uma maneira de organização social devido às superpopulações que existem no oriente, principalmente na Índia.

            Na visão hindu tudo possui uma visão cármica, pois quem nasce em uma determinada casta, nela deve permanecer até sua morte e esforçar-se ao máximo durante a vida para que numa próxima encarnação nasça numa casta melhor.

            A visão de carma torna a sociedade pacífica, pois cada um sabe das conseqüências de seus atos, compreende a lei de ação e reação e tem noção de que tudo o que é adquirido na Terra de forma negativa, só pode ser transmutado aqui, em um nível de densidade apropriado para isso.

            E por isso retornamos a cada vida, em corpos diferentes, em lugares diferentes, com cenários diferentes para continuarmos a grande jornada rumo à iluminação.

            O povo que possui noção de carma, como o povo tibetano, por exemplo, sabem que a resistência pacífica é a maior fonte de poder e que a violência torna o homem fraco, fazendo com que o mesmo tenha que utilizar-se de armas e força bruta para conseguir o que quer, de forma material, sem considerar a espiritualidade como força de paz.

            No oriente encontramos com muita força e raiz a visão de eternidade.

            Certamente o Oriente tem muito a nos ensinar sobre carma, amor, fraternidade e principalmente sobre evolução espiritual.

            Mas o oriente também tem seus radicalismos e muitas vezes se perde no fanatismo religioso e na adoração exacerbada às tradições e ritualísticas, enquanto que o Ocidente é mais frio e racional, acreditando que se chega à verdade e à fé através dos sentidos físicos.

            Temos muito o que aprender uns com os outros, tanto que no século XIX, no Plano Astral Superior foi criada a Fraternidade da Cruz e do Triângulo, e o acordo espiritual era de que espíritos que estavam encarnando há muito tempo no ocidente, começariam a encarnar no oriente e vice-versa, para proporcionar todo esse aprendizado.

            Hoje podemos notar uma modernização e industrialização do Oriente e uma espiritualização do Ocidente, principalmente pelos simpatizantes das terapias vibracionais.

            Atualmente é muito comum que ocidentais sintam afinidade com o oriente e vice-versa. Se você sente essa afinidade, estude, aprofunde-se e talvez você descubra um conhecimento interno surpreendente!

            Mergulhe na sua espiritualidade de forma universalista, ou seja, com uma visão aberta e liberta de sectarismos, dogmas e paradigmas.

            Aproveite a maravilhosa época de liberdade em que vivemos para buscar sua evolução e crescimento espiritual, seja aonde for, no oriente ou no ocidente.

Pense nisso!


POR: PATRÍCIA CÂNDIDO  -  Terapeuta Holístico

Aura e Clarividência

 (Matéria publicada na revista "Espiritismo e Ciência n. 2 - Ed. Mythos). Sobre o tema "Aura e Clarividência", postarei aqui algumas considerações pertinentes:


1. AURA (do latim: "aura": "sopro de ar"): É o campo energético que apresenta-se em torno do corpo denso. Aparece à percepção parapsíquica do clarividente como um campo luminoso mesclado por várias cores. Essas cores refletem a qualidade dos pensamentos e sentimentos manifestados pela consciência.
2. A aura apresenta várias camadas vibratórias correspondentes aos diversos corpos (veículos de manifestação da consciência) por onde a consciência manifesta-se nos vários planos.
3. Para facilitar, vamos dividi-la em três frequências básicas:
A AURA DO CORPO FÍSICO, também denominada DUPLO ETÉRICO (Teosofia), corpo vital (Rosacruz), pranamayakosha (Vedanta), holochacra (Conscienciologia), corpo bioplásmico ou bioplasmático (pesquisadores russos) ou simplesmente corpo energético (pesquisadores ocidentais). Essa aura reflete apenas as condições do corpo físico no momento e suas predisposições energéticas. Contudo, é bom lembrar que o soma (Grécia: "soma": "corpo") é afetado diretamente pelo clima psíquico dos corpos sutis.

A AURA DO CORPO EXTRAFÍSICO, também chamada de ALMA. É a aura do corpo espiritual (Cristianismo; Paulo de Tarso, Cor. I , Cap. 15, vers: 44), também denominado corpo astral (Teosofia), perispírito (Espiritismo), psicossoma (Projeciologia), corpo de luz (Ocultismo), corpo psíquico (Rosacruz), corpo bardo (Tibetanos), thanki (Chineses), kha (Iniciados Egípcios) ou corpo não-físico (pesquisadores ocidentais). Essa aura reflete as condições psíquicas e parapsíquicas da consciência. Reflete diretamente as emoções do ser humano.

A AURA DO CORPO MENTAL, também chamada de AURA MENTAL OU AURA DOS PENSAMENTOS. É a aura que reflete diretamente o clima interno de nossos pensamentos e idéias. O corpo mental (Teosofia) também é denominado mentalssoma (Conscienciologia), manomayakosha (Vedanta), corpo dos pensamentos ou simplemente mente. Essa aura reflete o clima mental de uma consciência. Nessa aura é possível perceber as formas-pensamento e suas cores.
  
4. Obviamente que a foto Kirlian apenas mostra a repercussão energética no soma e no duplo etérico, freqüências mais densas e passíveis de mensuração. Acho que a disparidade entre as percepções de sensitivos e das fotos em questão deve-se a que a foto Kirlian reflete principalmente o duplo energético, enquanto que os sensitivos muitas vezes estão percebendo a aura dos corpos mais sutis. Até mesmo entre sensitivos existe diferenças nos níveis de percepção parapsíquica.
5. Na natureza tudo é energia. A matéria é energia condensada; a energia é matéria em estado radiante. Logo, tudo é energia em graus variados de densidade. Desde o sutil até o mais denso, tudo é energético e natural.
6. O estudo das capacidades parapsíquicas do ser humano não tem nada de sobrenatural, pois são capacidades latentes e inerentes a todos os seres, independentemente de raça, sexo, cultura ou religião. Sobrenatural é a ignorância humana sobre a naturalidade da vida!
7. Muitas vezes, um sensitivo sem muitas informações técnicas para embasar suas percepções, percebe coisas pelas vias telepáticas, intuitivas, clariaudientes ou mediúnicas e chama-as de clarividência.
8. O fato de alguém apresentar percepções parapsíquicas desenvolvidas não garante que ela seja inteligente ou desenvolvida espiritualmente. Desenvolvimento parapsíquico não é desenvolvimento espiritual. Isso explica porque alguns sensitivos são canalhas e até piores do que muitas pessoas sem percepção nenhuma.
9. O desenvolvimento espiritual demanda esforço no trabalho de aprimoramento consciencial, demanda crescimento interno e ampliação do amor, lucidez, maturidade, alegria, modéstia, respeito, autoconhecimento, paz íntima, generosidade, equanimidade e luz no coração. Tudo isso leva a autêntica sabedoria, que não é encontrada em curso algum, nenhum guru pode realizá-la por alguém, não é alcançada no estudo de livro algum, não pertence a instituição humana alguma e nem é encontrada em meio a fenômenos parapsíquicos sem o equilíbrio necessário a maturidade real.
10. Da mesma forma, o fato de alguém ser um pesquisador desses temas não garante que ele seja uma maravilha de serenidade, amor e consciência manifestados. Há muitos pesquisadores baseados apenas no intelecto inferior. São refratários a inteligência superior, cósmica, abrangente, não limitada por parâmetros convencionais de percepção. Ou seja, são pesquisadores limitados.
            Não suportam manifestações de amor e alegria, que para eles não passa de imaturidade emocional das pessoas. Na verdade, muitos desses pesquisadores são covardes e têm medo de exporem suas fragilidades internas mediante a abertura de seus corações às ondas do amor.
  
            Conheço pesquisadores teóricos de várias áreas que odeiam sensitivos desenvolvidos. Será por que os sensitivos têm na prática o que o teórico só sonha na teoria?
11. De um lado temos os pesquisadores teóricos, que acham que sabem explicar tudo, mas que não sentem nada praticamente em si mesmos. Do outro lado, os sensitivos que não estudam para entenderem melhor os mecanismos de suas percepções e vivências parapsíquicas.
            O pesquisador necessita de grandes doses de modéstia, de abertura mental, de ética e de generosidade em suas abordagens. O sensitivo precisa de muito estudo, conhecimentos generalizados, boa vontade em crescer e também de muita modéstia.
            E os dois precisam muito (incluo-me nisso também) de um monte de luz no coração, amor nos objetivos, alegria na manifestação diária e muito discernimento em seus pensamentos, sentimentos e atos.

12. Clarividência (do latim: "clarus": "claro"; "Videre": "Ver"): É a capacidade supranormal, parapsíquica, de perceber imagens independentemente do concurso dos sentidos da visão normal (vidência). Essa capacidade é anímica e natural (lembrando que vários animais percebem auras e espíritos), não é mediúnica, pois reside na própria capacidade dos chacras frontal e coronário, que por sua vez, estão conectados as duas principais glândulas do sistema endócrino: pineal (epífise) e hipófise (pituitária). Seres extrafísicos podem ajudar uma pessoa a desenvolver a clarividência, incrementando energias no chacra frontal, contudo, independentemente deles, o potencial clarividente é da própria alma (faculdade anímica).
13. Para entendermos a clarividência, vamos ver como funciona a vidência (visão normal, percepção visual natural). Para vermos alguma coisa, dependemos da reflexão da luz em cima de algo. Sem luz não conseguimos enxergar. É mais fácil explicar por exemplos:
- Se dispararmos um tiro de um revólver calibre 22 em cima de três alvos diferentes, veremos repercussões diferentes na trajetória do projétil:
            Bala calibre 22 X Uma parede de granito: a bala ricocheteiará. Será refletida. Bala calibre 22 X Um pudim de leite condensado: a bala atravessará o pobre do pudim (aliás, isso seria um crime hediondo, inafiançável, destruir pudim dá carma...) Bala calibre 22 X Uma lista telefônica da cidade de São Paulo: a bala ficará presa dentro da lista, pois a mesma, sendo bem grossa, absorverá o impacto.
            Usando esses exemplos como analogia, podemos dizer que a incidência dos fótons (partículas luminosas) nos objetos se comporta de maneira semelhante.

Por exemplo:
            A luz incidindo sobre um objeto denso, como a parede, o corpo humano ou uma tela branca, será refletida. Havendo reflexão da luz, o objeto em questão será percebido pela visão normal.
            A luz incidindo sobre algo transparente, como uma placa de vidro, a água ou partículas de água em suspensão na atmosfera (daí o surgimento das cores do arco-íris) será refratada, atravessará aquilo. Esse é o motivo pelo qual muitas pessoas que moram em prédios com portas de vidro estão sempre batendo de frente nelas. Quando a luz atravessa um objeto fica difícil percebê-lo pela visão normal.
            A luz incidindo sobre um vidro fumê será absorvida (por isso esse vidro é escuro).


RESUMINDO: a visão normal (vidência) depende da reflexão da luz em cima de algo. Vidente é quem vê! Se você está lendo essas linhas, então você é vidente (aquele que vê). Por uma questão de confusão semântica, muitas pessoas chamam o clarividente de vidente.

14. Por motivos óbvios, o cego não é vidente. Entretanto, pode ser clarividente.
Conheço um cego que percebe auras e espíritos facilmente. Ele só não consegue ver as pessoas e os objetos físicos. Inclusive, recentemente no meu programa da Rádio Mundial, uma ouvinte narrou no ar, que mesmo sendo cega de nascença, conseguia perceber os objetos em seu quarto nos momentos entre o sono e o despertar (estado alterado da consciência: hipnopompia) e também percebia seres espirituais. Isso também pode ocorrer nos momentos entre a vigília e o sono (estado alterado: hipnagogia).
15. Você que lê essas linhas é vidente e poderá ser um clarividente, caso ative as energias do seu chacra frontal. O cego não é vidente, mas poderá ser clarividente em alguns casos. Aliás, tudo isso é EVIDENTE!...


16. Se uma pessoa está vendo uma outra pessoa ou um objeto, isso é a sua vidência normal. Porém, se está vendo uma aura, algo à distância ou um ser espiritual, que não refletem a luz nessa dimensão densa, isso é clarividência.
17. Às vezes, uma pessoa percebe algo à distância e parece que sua percepção subdivide-se. Parece que metade dela está centrada no corpo e a outra parte está "in loco" observando alguma coisa, como se estivesse presente ali, mesmo estando distante daquele local. Essa não é uma clarividência comum. É uma percepção mais complexa denominada "CLARIVIDÊNCIA VIAJORA".
            Esse fenômeno muitas vezes acompanha estados alterados de consciência, como o transe mediúnico e a projeção da consciência, experiência fora do corpo (Parapsicologia), viagem astral (Ocultismo), projeção astral (Teosofia), emancipação da alma, desprendimento espiritual ou desdobramento espiritual (Espiritismo), projeção da consciência (Projeciologia) ou projeção do corpo psíquico (Rosacruz).
18. A clarividência refere-se ao momento presente. Se as imagens percebidas pelas vias parapsíquicas referem-se às imagens do passado da própria pessoa, isso é chamado de "retrocognicão" (do latim: "retro": "atrás"; "cognição": "conhecimento"), popularmente chamada de "regressão de memória". Isso pode ocorrer em relação ao passado dessa vida atual ou ao passado relativo a vidas anteriores.
            Se as imagens referem-se ao futuro (suposto, presumível, relativo), o fenômeno é chamado de "pré-cognição" (chamado popularmente de premonição). Se as imagens percebidas referem-se ao passado alheio ou são relativas ao passado de algum objeto, ambiente ou situação, o fenômeno é chamado de "psicometria" (do grego: "psico": "alma"; "metria" - oriundo de "metron": "medida").

RESUMINDO: Percepção de imagens no momento presente: fenômeno clarividente. percepção de imagens passadas (da própria pessoa): fenômeno retrocognitivo. percepção de imagens futuras: fenômeno pré-cognitivo. percepção de imagens passadas pertencentes a alguém ou a ambiente e objetos: fenômeno psicométrico.

19. Há um fator que altera as energias de alguém e pode dar grande diferença na avaliação de sua aura: a presença de espíritos desencarnados ligados à pessoa. No caso de espíritos densos (energias intrusas perniciosas), a alteração energética é mais ostensiva. Já a ação de seres espirituais avançados é naturalmente mais sutil e mais difícil de ser percebida. Qualquer clarividente razoável pode falar com propriedade da ação nefasta de espíritos desencarnados assediadores espirituais na aura de alguém. Isso não é científico, mas é real.
20. Como foi dito antes, o estudo desses temas é natural. A existência de vida além da vida é natural. Os espíritos são apenas seres humanos extrafísicos. Portanto, não vejo como a abordagem natural em cima desses temas jogue pelo ralo qualquer conceito espiritualista.
            Talvez jogue pelo ralo a ignorância das pessoas sobre o mecanismos parapsíquicos. Porém, explicar tecnicamente uma coisa não significa limitar a consciência de ninguém a apenas essa nossa terceira dimensão (se considerarmos a influência do tempo, quarta dimensão, dependendo do enfoque que alguém coloque na abordagem) e jogar pelo ralo a existência de causas e dimensões extrafísicas. Estudo tecnicamente tudo isso e continuo espiritualista, cada vez mais, por tudo que já vivi em prática nessa área.


21. Na própria Ordem Rosacruz (AMORC), citada antes, há estudos avançados sobre a aura humana, a projeção do corpo psíquico (sétimo grau) e a sobrevivência da consciência após a morte. A abordagem lá é natural, consciente, mas, espiritual em essência, além dos parâmetros tridimensionais.


22. Não é possível (por enquanto) medir os pensamentos e sentimentos de alguém através de fotos Kirlian. É possível apenas detectar suas repercussões psicofísicas no soma. No entanto, alguém duvida de que pensa e ama?
23. O objetivo desse longo texto é só clarear genericamente as informações sobre esse tema. O estudo das fotos Kirlian é importante, principalmente na prevenção de doenças. A percepção extrafísica dos sensitivos (quando extirpada de toda distorção sensorial e da falta de interpretação correta) também é importante, pois a percepção parapsíquica, quando bem dosada por discernimento e amor, é capaz de transformar-se em ótima ferramenta para o crescimento consciencial da pessoa.
            É capaz de tornar-se um poderosa alavanca evolutiva que permite o acesso a outras dimensões de vida e a certezas inabaláveis sobre a imortalidade da consciência e a interdependência dos seres, físicos e extrafísicos, na natureza.
24. Ainda há uma questão a ser colocada no estudo da aura: os chacras, que já comentei em vários textos anteriores.






POR:  Wagner D. Borges

terça-feira, 23 de julho de 2013

Bioenergia

ENERGIA CÓSMICA OU IMANENTE


            É o principio vital que interpenetra e nutre a todas as coisas do Universo Interdimensional. É aparentemente onipresente e impessoal, permeando praticamente todos os planos de manifestação. Podemos, então, dizer que existe uma energia densa (etérica), astral (etérea) e mental. Einstein, na verdade, parece que partiu desse princípio quando demonstrou a substancial identidade entre a energia e a matéria, e a possibilidade de transformar uma em outra: a matéria é energia em estado de condensação; a energia é matéria em estado radiante.
            A nomeclatura sobre a energia é bastante diversificada, variando de filosofia para filosofia. Ex.: Luz Astral (Cabala), Prana (Yoga), Mana (Kahunas), Força Ódica (Barão Von Reichenbach), Energia Orgônica (Wilhelm Reich), Telesma (Hermes Trismegisto). A palavra Energia é derivada do grego “Energes” (ativo) que, por sua vez, deriva de “Ergon” (obra). Logo, etimologicamente significa “Atividade”; “Movimento”. A palavra Prana, como a energia é mais conhecida na Índia, pátria original do Yoga, é derivada do sânscrito “Pra” e de “An” (respirar, viver). Logo, etimologicamente significa “Sopro Vital”. No Japão, a energia é conhecida como “Ki”. Na China, é conhecida como “Chi”.
            As energias que os seres vivos absorvem e metabolizam são oriundas de fontes variadas: o sol, o espaço infinito, o próprio planeta... Os ocultistas orientais dividiram essas energias em três grupos distintos:
1. Fohat (eletricidade): energia conversível em calor, luz, som, movimento, etc;
2. Prana (vitalidade): energia integrante que coordena as moléculas e células físicas e as reúne num organismo definido;
3. Kundalini (fogo serpentino): energia primária, violenta, estruturadora das formas. É oriunda do centro do planeta.
  

ENERGIA CONSCIENCIAL OU PESSOAL

            É a energia cósmica que a consciência absorve e emprega nas suas manifestações gerais. Essa energia consciencial é chamada em geral de energia anímica ou magnetismo pessoal. Ao ser metabolizada pela consciência, a energia cósmica deixa de ser impessoal e assume as características pessoais da criatura.

FONTES BÁSICAS DE ENERGIA VITAL

1. Ar atmosférico, através do aparelho respiratório e da pele;
2. Alimentação de sólidos e líquidos, através do aparelho digestório;
3. Absorção de energia pelos chacras;
4. Sono, através da descoincidência dos veículos de manifestação da consciência;
5. Projeção da consciência, através da absorção energética no plano astral.

ATIVAÇÃO ENERGÉTICA

            A consciência pode ativar as suas energias conscienciais de três maneiras:
1. Circulação Energética (circulação fechada; estado vibracional);
2. Absorção Energética (recepção energética);
3. Exteriorização Energética (Irradiação energética).

PROPRIEDADES BÁSICAS DA ENERGIA CÓSMICA

1. É acumulável por um sujeito devidamente treinado;
2. É transmissível (pode-se energizar qualquer coisa);
3. Tem polaridade positiva e negativa (YIN e YANG);
4. Pode ser dinamizada pelo campo energético humano através da vontade;
5. Pode acumular qualidades específicas, mesmo quando é inespecífica em si mesma;
6. Pode formar parte da atmosfera de um planeta (energia telúrica, aérea, aquática e ígnea);
7. É uma degradação de energia mental cósmica;
8. Pode adotar uma diversidade de manifestações, dependendo do ambiente onde interpenetra;
9.Tem três atividades básicas no campo energético humano: recepção, exteriorização e circulação fechada (estado vibracional);
10. A matéria é energia condensada (luz capturada gravitacionalmente); a energia é matéria em estado radiante. Logo, tudo é manifestação, em graus variados, de uma mesma energia.

A ENERGIA SEGUNDO MAXWELL

(Extraído do livro: “Medicina Magnética”; 1678.)
1. A alma não está apenas no corpo, mas também fora dele e não é circunscrita pelo organismo;
2. A alma opera fora de seu próprio corpo;
3. De todo o corpo escapam raios corporais, nos quais a alma opera por sua presença e aos quais dá energia e força para agir;

4. Esses raios, que são emitidos pelos corpos de todos os animais, têm afinidade com o espírito vital, pelo qual se efetuam as operações da alma;
5. Descendo do céu puro, claro e sem manchas, o espírito vital universal é o pai do espírito vital particular, existente em cada coisa; é ele que o procria e o multiplica no corpo; é dele que os corpos recebem o poder de se propagar;
6. Esse espírito desce perpetuamente do céu e a ele volta, e nesse fluxo perpétuo, fica sem manchas. É por isso que pode, por um hábil artifício, e em maneiras admiráveis, ser unido a uma coisa qualquer a lhe aumentar a virtude;
7. Essa matéria sutil se escapa sucessiva e continuamente de todo “misto”, sob a forma de um eflúvio ou raios projetados, e uma outra substância semelhante, mas nova, chega a tocar esses mesmos mistos; daí resultam, necessariamente, por esse fluxo e refluxo, regenerações e destruições;
8. As excreções dos corpos dos animais retém uma porção do espírito vital;
9.Entre o corpo e as excreções, há um certo laço de espíritos e raios, mesmo quando elas estão afastadas do corpo. Essa vitalidade só dura enquanto as excreções não forem transformadas em outra coisa;
10. Basta que uma parte do corpo seja afetada, isto é, que o seu espírito seja lesado, para que as outras partes fiquem doentes;
11. Se o espírito vital for fortificado em qualquer parte, será fortificado pela mesma ação em todo o corpo;
12. Onde o espírito estiver mais a nu, aí será mais depressa afetado;
13. A mistura dos espíritos produz a simpatia e desta nasce o amor;
14. Se queres produzir grandes efeitos, tira das coisas o máximo possível da matéria, ou junta espírito à matéria, ou excita o espírito entorpecido. A menos que não faças algumas destas coisas ou não saibas unir a imaginação da alma do mundo a uma imaginação que já se esforça por se transformar, jamais farás nada de grande;
15. Posto que o espírito vital, considerado em si mesmo, não tenha partes heterogêneas e seja um todo inteiriço e por toda parte como a luz, muito semelhante a si mesmo, quando unido a um corpo, varia segundo as partes do corpo, por causa de certas junções...Eis porque os raios provindos de uma cabeça doente contém um espírito modificado como o da cabeça por essa disposição;
16. Esse espírito se acha algures, ou antes, por toda parte, quase livre de corpo, e aquele que sabe uni-lo com o corpo conveniente possui um tesouro que deve ser preferido a todas as riquezas do mundo;
17. Esse espírito separa-se do corpo tanto quanto possível, por meio da fermentação ou ainda pela atração de um irmão livre.