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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

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domingo, 29 de dezembro de 2013

Orixá regente de 2014

O Ano de 2014 será regido por  XANGÔ  com interferências de IANSÃ isso mesmo o casal do fogo, do dendê, do calor calor e da pimenta vão atuar em 2014, vamos ver como será esse ano?

Em 2014 as energias que vão reger e influenciar o ano são dos orixás Xangô e Iansã. Será um ano que vai favorecer a justiça, a boa conduta e a fé. 

Xangô é o orixá que exerce a "justiça divina". Quando você pede para Xangô, ele vai consultar o seu livro da vida e ver se você tem merecimento naquilo que você pediu. Por isso esse ano não vai favorecer quem anda na escuridão, quem tem duas caras ou não tem uma boa conduta. Será um ano de "acerto de contas", portanto ande na linha!


Em 2014 é importante rever nossas práticas e buscarmos sermos pessoas melhores, mais justas, honestas e íntegras. Será fundamental neste ano rever nossos conceitos e nos entregarmos com fé às boas batalhas.


Pela influência de Iansã, 2014 promete ser um ano bom para o amor, para viver grandes paixões.


Como Iansã rege sob os ventos e Xangô comanda os raios, este também poderá ser um ano de mudanças climáticas. 

2014 promete ser o ano do bem sobre o mal. 
Vamos renovar nossa fé e pedir a Xangô que nos abençoe 


com a justiça divina, nos mostrando o melhor caminho.
 Que Oxalá nos abençoe sempre

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

​Videntes farsantes: veja dicas importantes para não cair em golpes

Você acredita que amarração de amor funciona? Ganhar na loteria com os números fornecidos por um vidente é possível?
Ou as dificuldades pelas quais está passando foram deflagradas por um feitiço lançado por um inimigo?
Veja dicas para não cair em roubadas de falsos videntes e se prevenir contra prováveis decepções.

Como se proteger de falsos profetas

A receita é simples: não visite ou faça consultas onde o suposto orientador espiritual tem as características que serão citadas a seguir, nas abas deste infográfico. Devemos repelir os falsos videntes da mesma maneira que fechamos nossa casa aos importunos.

Médiuns interesseiros

O decodificador do espiritismo, Allan Kardec (1804-1869), orienta: “uma faculdade mediúnica não pode ser um motivo de suspeita, pois existe uma aptidão real. O correto é agir sempre de muita boa fé para obter um resultado satisfatório. Infelizmente, qualquer coisa pode tornar-se um objeto de exploração; não há charlatanismo desinteressado. Se alguém se sentir coagido, o melhor a fazer é mostrar o desinteresse; a mais peremptória resposta que se pode oferecer aquele que nos deseja lograr”.

A volta da pessoa amada em 24h

Alguém que diz realizar simpatias para que o cliente encontre um grande amor não pode de fato cumprir isso se a sua própria vida é completamente tumultuada sentimentalmente. Em muitos casos, a consulta tem um valor relativamente baixo, mas o trabalho para tê-lo de volta é “salgado”, pois o seu amor já estaria “amarrado” (pela antiga namorada ou ex-mulher) e isto, supostamente, precisa ser desfeito. Não seria mais sensato (e econômico) o consulente entender que esta separação ocorreu por falta de compatibilidade do casal?

O cliente faz tudo

O sacerdote explica que, para melhorar a vida ou desmanchar um trabalho, é preciso fazer um “ebó”, ou seja, uma limpeza espiritual. Por meio de uma ligação telefônica, ele informa os ingredientes e o modo de preparo, além do local de entrega, sem a presença dele. O valor é bem elevado e depositado em conta-corrente. Claro que, se nada acontecer, a culpa é do cliente que errou na elaboração da oferenda

Jogos de loteria

Existem dois caminhos para obter os números para ganhar um jogo: sorte ou planejamento, certo conhecimento de estatísticas e suas probabilidades. Como um vidente pode revelar seus números de sorte, se ele próprio nunca conseguiu ganhar nem um jogo sequer? Encontrar números adequados de acordo com a sua data de nascimento, signo ou outras informações podem ajudar, mas não há lógica em pagar para ter seus números de sorte revelados (caso contrário, o vidente estaria na lista dos mais ricos do mundo).

Sonhei com você

É prática comum dos desonestos de plantão telefonar para o cliente e o amedrontar dizendo que teve um sonho muito ruim com a pessoa ou seus parentes (geralmente com os filhos) e que, por isso, seria necessário um trabalho espiritual. Infelizmente, muitos caem neste golpe e depositam a quantia para uma suposta oração ou limpeza. Na grande maioria das vezes, ninguém sonhou e nada será realizado pelo suposto profissional.

Anúncios milagrosos

Os desonestos dizem ter respostas para tudo. Duvide dos anúncios que prometem sempre coisas impossíveis, como a cura de vícios em geral, problemas graves de saúde, a promessa do seu amor dentro de sete dias, emprego novo etc.

Segredo na consulta

A discrição é uma qualidade, mas proibir que se revele o conteúdo aos seus familiares é suspeito. Além de pedir total sigilo, o falso profissional orienta para que se afaste das pessoas que poderiam abrir seus olhos.

Charlatanismo

O charlatão é conhecido por receitar ervas, emplastos, líquidos para todo tipo de tratamento. Alguns informam até mesmo que o tratamento médico deve ser interrompido. No artigo 283 do Código Penal Brasileiro, o charlatanismo é descrito como: “inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível. Pena de 6 meses a 2 anos de prisão”.

Má aparência e espiritualidade

Desista de frequentar um local que seja sujo ou bagunçado, pois sujeira e bagunça não são andam juntas com religiosidade ou espiritualidade. Se o corpo físico é mal-cuidado, provavelmente o espiritual também o seja.

Bebidas, drogas e assédio sexual

Afaste-se de supostos profissionais que exalam cheiro etílico, principalmente durante a consulta. Drogas então, nem pensar. “Trambiqueiros” costumam assediar sexualmente seus clientes. A pessoa com os supostos poderes se diz incorporada por uma entidade (conhecida como “esquerda”) e, de forma descarada, poderá assediá-lo.

Feitiço em sua residência

É impressionante como há pessoas que ainda caem neste golpe. Geralmente, o vidente “encontra” um feitiço, que pode conter tufos de cabelo, cera de velas, insetos etc. Se ele percebe que o cliente não cairá no golpe, segue para o quintal e desenterra um sapo como em um passe de mágica (com o nome do cliente escrito em um papel).

Estelionato

De acordo com o Código Penal Brasileiro, o estelionato é um crime econômico (artigo 171) e significa: obter para si vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzir ou manter algum erro, mediante artifício ardil ou meio fraudulento.

Procura do profissional


Claro que pode existir uma amizade entre um profissional da área mística e o consulente. Mas se ele insiste em contatar o cliente, por telefonemas, recados nas redes sociais ou e-mails para novas consultas, fique atento. Os desonestos precisam atormentar as pessoas mais honestas para tirar proveito financeiro. O melhor a fazer é cansar-lhe a paciência ao se mostrar mais paciente do que ele. Assim, quando ele estiver convencido de que perde seu tempo, acabará por não mais incomodá-lo, como fazem os importunos a quem não damos ouvidos. Pessoas idôneas nesta área atuam de modo mais discreto.

Feitiço e macumba


Acreditar que um obstáculo na vida foi decorrente de um feitiço lançado por um inimigo faz com que seu inconsciente lhe dê uma resposta 'simplista' aos problemas por que está passando e que devem ser corrigidos. Pense nisso: que mal você poderia ter feito a alguém para que fosse prejudicado? Responda de modo sincero e evite a tentação de dizer que foi por inveja. Ao crer que é fraco o suficiente para ser prejudicado por um “trabalho”, não tenha dúvida de que sua vida irá se transformar em um inferno. Mesmo assim, caso se sinta perseguido, deve orar e mentalizar sempre: 'proteja-me Deus'. 'Vigiai e Orai' (Mateus 26,41).

Enganação

Quando se está carente, é comum sair em busca de flores, mas abre-se à nossa volta um campo fértil para todo o tipo de erva-daninha. Acredita-se nos maiores absurdos e passa a ser dominado pelo medo. A insegurança toma conta do cotidiano e as pessoas se calam até diante de atos de terrorismo. Todos nós estamos sujeitos a ser enganados, não apenas em relação aos falsos místicos, mas em qualquer setor da vida. Isso pode indicar a falta de autoestima, imaturidade diante das dificuldades e, muito provavelmente, o fato de não saber lidar com os “nãos” da vida.

Preconceito e a Bíblia

No livro sagrado, existem passagens relativas ao conhecimento mágico de Moisés e seu irmão Aarão (Ex. 7, 8-13), além dos sonhos decifrados por José ao faraó (Gen. 41). Há ainda a sabedoria dos profetas. No entanto, a Bíblia é enfática quanto à proibição de qualquer tipo e uso de magia (Dt. 18, 10-22). Essa proibição ocorreu durante o Êxodo, quando os hebreus se retiraram de uma terra politeísta de modelo matriarcal para o advento de uma nova religião, monoteísta e patriarcal.

Brasil laico

A finalidade deste infográfico (que não tem preconceito quanto a nenhum profissional da área espiritualista) é a de orientar as pessoas de boa fé que podem ser ludibriadas por supostos profissionais que se intitulam videntes, cartomantes, esotéricos, magos, mães ou pais de santo, médiuns ou ocultistas que, na verdade, são estelionatários e charlatães. O Estado brasileiro é laico, ou seja, não tem religião, mas tem, sim, o dever de garantir a liberdade religiosa como descrito no artigo 5º, inciso VI, da Constituição. O Código Penal Brasileiro, por sua vez, considera crime (punível com multa e detenção) o estelionato e o charlatanismo, além de punir também aqueles que zombam publicamente de alguém por motivo de crença religiosa, impedem ou perturbam cerimônias e ofendem publicamente imagens e outros objetos de culto religioso.

Prática regular

Foi revogado (tornou-se nulo) em 27/11/1997, o artigo 27 do Decreto Lei nº 3.688 (de 3/10/1941) onde se lia que: aquele que explorar a credulidade pública, mediante sortilégios, predição do futuro, explicação de sonhos ou práticas congêneres está sujeito a pena (prisão simples de 1 a 6 meses e multa). O Ministério do Trabalho e Emprego e o CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) reconhecem, nomeiam e codificam também as ocupações para os profissionais designados como esotéricos, paranormais, astrólogos, cartomantes, cristalomantes, leitor de oráculos, quiromantes ou tarólogos.

Denuncie

Caso se sinta prejudicado, o melhor a fazer é denunciar na delegacia mais próxima para que seja lavrado um boletim de ocorrência e dado início às investigações. Se, ainda, você achar que sua denúncia foi negligenciada, entre em contato com o Ministério Público.

Monica Buonfiglio
Ogum

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Luz do Mundo

         
Jesus, o Mestre dos mestres, tinha sempre palavras de estímulo aos que O seguiam. Ninguém como Ele utilizou de forma tão excelente os vocábulos de incentivo a quem pretendesse estar com Ele.
           É assim que nos credencia a herdeiros do Universo, pois que somos filhos do Pai que tudo criou, bem como nos chama Filhos da Luz, ramos da videira, aqueles que podem fazer tudo o que Ele fez e muito mais.
         De forma amiúde, ficamos nos questionando a respeito de algumas de Suas afirmativas.
            Por nos considerarmos tão pequenos, tão distantes da grandeza de que Se reveste o Mestre de Nazaré, indagamo-nos se Ele estaria certo ao nos ofertar tais credenciais.
           Filhos da Luz? Nós, que nos sentimos ainda tateando em sombras densas?
Andar no mundo como Filhos da Luz, enquanto temos luz? De que luz dispomos? De que intensidade é nossa luz?
            Então, nos lembramos do valor de um fósforo em plena escuridão.
            Quando o breu se faz porque a energia elétrica sofre uma pane, como a luz débil de um fósforo faz a grande diferença!
            Disse alguém que nos podemos considerar como um fósforo aceso.
            Sim, a chama não ilumina grande distância, mas faz a diferença entre a escuridão total e uma pequena claridade.
            Claridade que nos retira, por breves segundos, embora, da insegurança total das trevas.
            Claridade que nos permite ver o outro, perceber que não estamos sós, que mais alguém compartilha conosco daquela situação. E nos darmos as mãos.
            Claridade que nos permite ir em busca de uma lanterna, de uma vela, de um lampião.
            Ou, se nada disso se tiver, acender outro fósforo. E outro, e mais outro.
            Quem sabe, fazer um clarão maior, enquanto a energia elétrica não se restaura.
            Em se tratando da sociedade, podemos imaginar o mesmo valor dessa pequena luz.
            Se somos um fósforo de dignidade que se acende quando a corrupção anda à solta, fazemos a diferença.
            Porque a nossa chama mostra a outros o nosso valor e motiva a que os demais resolvam acender a sua própria chama.
            Se, em meio à indiferença geral, somos o fósforo que aquece a alma e a vida de quem sofre; se em meio à covardia moral, mostramos a luz da correta conduta; se, enfim, somos a pequenina chama da amizade, da justiça, da fé, quanta luz espalharemos por onde passarmos?
            Tinha, portanto, toda razão Jesus ao nos estimular a andar no mundo como Filhos da Luz, andar enquanto tivermos luz.
            A luz ilumina onde se apresente e mostra cores, onde somente havia trevas;
Mostra pessoas onde somente havia solidão; acena esperança onde grassa a infelicidade.
            Pensemos nisso e atendamos ao incentivo do Mestre de Nazaré.
            Não nos preocupemos com a chama pequena, oscilante ou de duração efêmera.
            Mostremos nossa luz. Mesmo que somente seja para acender outra luz.
            Será a nossa contribuição para o mundo de alegrias, risos e cores que todos desejamos para nós, para nossos filhos, para as gerações futuras. 

REDAÇÃO do Momento Espírita

Quem ama a Umbanda não suja a praia!


  Mês de dezembro tem festa na praia e comemoração a Yemanjá, mas no final nos deparamos com um saldo triste e lamentável de desrespeito dos próprios umbandistas com a Umbanda, com a sociedade e com a natureza. É só andar pela praia na manhã seguinte de uma “festa” a Yemanjá que encontramos, junto à alegria e à beleza do nascer do sol, o reflexo feio e entristecedor que os “umbandistas” deixaram da Umbanda para a sociedade. São toneladas e toneladas de sujeiras nas areias das praias, algo incompreensível a qualquer um que tenha o mínimo bom senso, independente de religião.  Afinal de contas, como aceitar objetos como vidros, madeiras com pregos, plásticos, comidas, fitas, pontas de cigarro, entre tantos materiais que sujam, machucam e matam sendo jogados ao mar? São objetos que algumas vezes são descarregados pela força da natureza nas areias das praias e em outras afundam no mar matando os animais marinhos sem dó ou piedade, portanto é muita incoerência aceitar que isso seja um ato religioso ou que faça parte de algo sagrado de uma religião.
  Não consigo entender como Pais de Santo, Lideres religiosos, Sacerdotes, Babalaôs e Irmãos de Fé, em pleno século vinte e um, ainda acreditam e vivenciam a cultura de que Yemanjá atende aos pedidos que são colocados em barquinho de isopor e jogados ao mar; que Yemanjá, como Orixá vaidosa, gosta de pente de plástico, espelho e vidro de perfume e que, portanto, é preciso “dar” a Ela esses objetos como forma de presente. Será que ainda não entenderam que Yemanjá é VIDA e que isopor, plástico, vidro e ponta de cigarro MATAM?!? Somente sendo muito alienado para permitir que seus filhos e seu terreiro pratiquem tais atos que não são nada religiosos.
  Não consigo aceitar que em meio a toda essa conscientização ecológica mundial ainda existam pessoas que se isentam de suas responsabilidades e acham que não há problema algum com a questão ecológica ou, pior ainda, que o problema é de responsabilidade somente do governo.
Se você ainda não consegue entender o sentido dessas palavras e contesta meu modo de pensar peço que, por alguns minutos, pense comigo: Imagine que você ou algum ente querido seu esteja brincando na praia, no mar, sob a energia vibrante do Sol e de repente perfure o pé em um prego enferrujado que está preso a uma madeira que fez parte de um barquinho jogado a Yemanjá. Neste momento você vai compreender o sentido religioso do prego e enxergar que esta dor e todo o transtorno causado por essa perfuração é algo sagrado?  Depois deste episódio você vai aceitar a Umbanda como uma religião divina? Acredito que não! Acredito você irá reclamar, xingar e mal dizer a Umbanda e seus “desrespeitosos, ignorantes e porcos macumbeiros que se dizem religiosos e ainda têm a coragem de pregarem que a Umbanda só faz o bem”…
   Acorde! Não dá para reclamar de discriminação e de intolerância religiosa se não há o mínimo de bom senso, cultura, tolerância e responsabilidade por parte dos umbandistas. Não há como lamentar que ninguém respeita a Umbanda se os próprios umbandistas não respeitam as pessoas, a sua religião e a natureza.

Mãe Mônica Caraccio


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Diferentes naturezas de manifestações

Os Espíritos atestam a sua presença de diversas maneiras, segundo sua aptidão, sua vontade e seu maior ou menor grau de elevação. Todos os fenômenos dos quais teremos ocasião de nos ocupar, se relacionam, naturalmente, a um ou a outro desses modos de comunicação. Cremos, pois, para facilitar o entendimento dos fatos, dever abrir a série de nossos artigos pelo quadro das diferentes naturezas de manifestações. Podem ser resumidas assim:
1- Ação oculta, quando ela não tem nada ostensivo. Tais são, por exemplo, as inspirações ou sugestões de pensamento, as advertências íntimas, as influências sobre os acontecimentos, etc.;

2- Ação patente ou manifestação, quando ela é apreciável de um modo qualquer;

3- Manifestações físicas ou materiais, são aquelas que se traduzem por fenômenos sensíveis, tais como os ruídos, o movimento e o deslocamento de objetos. Essas manifestações não comportam, muito freqüentemente, nenhum sentido direto; elas não têm por objetivo senão chamar a nossa atenção sobre alguma coisa, e nos convencer da presença de uma força superior à do homem;

4- Manifestações visuais ou aparições, quando um Espírito se revela à visão, sob uma forma qualquer, sem ter nenhuma das propriedades conhecidas da matéria;

5- Manifestações inteligentes, quando revelam um pensamento. Toda manifestação que comporte um sentido, não fora senão um simples movimento ou um ruído que acuse certa liberdade de ação, responde a um pensamento ou obedece a uma vontade, é uma manifestação inteligente. Ocorrem em todos os graus;

6- As comunicações, são as manifestações inteligentes que têm por objeto uma troca
seguida de pensamentos entre o homem e os Espíritos.

            À natureza das comunicações varia segundo o grau, de elevação ou inferioridade, de saber ou ignorância do Espírito que se manifeste, e segundo a natureza do assunto de que se trata. Elas podem ser: frívolas, grosseiras, sérias, ou instrutivas.

            As comunicações frívolas emanam de Espíritos levianos, zombadores e traquinas, mais maliciosos do que maus, que não ligam nenhuma importância ao que dizem.

            As comunicações grosseiras se traduzem por expressões que chocam as conveniências. Elas não emanam senão de Espíritos inferiores, ou que não estão ainda despojados de todas as impurezas da matéria.

            As comunicações sérias são graves quanto ao assunto e à maneira que são feitas. A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna e isenta de toda a trivialidade. Toda comunicação que exclui a frivolidade e a grosseria, e que tem um fim útil, seja de interesse privado, é, por isso mesmo, séria.

            As comunicações instrutivas são as comunicações sérias que têm por objetivo principal um ensinamento qualquer, dado pelos Espíritos sobre as ciências, a moral, a filosofia, etc. São mais ou menos profundas e mais ou menos verdadeiras, segundo o grau de evolução e de desmaterialização do Espírito. Para se retirar dessas comunicações um proveito real, é preciso que sejam regulares e continuem com perseverança. Os Espíritos sérios se ligam àqueles que querem se instruir e os secundam, ao passo que deixam aos Espíritos levianos o cuidado de divertir, com gracejos, aqueles que não vêem, nas manifestações, senão uma distração passageira. Não é senão pela regularidade e pela freqüência das comunicações, que se pode apreciar o valor moral e intelectual dos Espíritos com os quais se conversa, e o grau de confiança que merecem. Se for preciso experiência para julgar os homens, é preciso, talvez, mais ainda para julgar os Espíritos.



REVISTA ESPÍRITA, JANEIRO DE 1858
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domingo, 22 de dezembro de 2013

Conversando sobre Umbanda

 
 Umbanda é prática da caridade. Mas caridade não é colocar as pessoas no colo e resolver os problemas delas. Caridade não é apenas consolar, mas também esclarecer. É necessário que o movimento umbandista se conscientize disso. A Umbanda coloca inúmeras ferramentas energéticas, magísticas
, espirituais e conscienciais a vossa disposição. Repassem essas ferramentas. Façam com que não apenas os médiuns e integrantes da corrente conheçam as “mirongas de umbanda”, mas as ensine, de forma simples e prática, para que a assistência também se beneficie, quebrando a dependência dela em relação aos guias. Umbanda é esclarecer…
  Esclarecer também em relação ao mundo espiritual, as leis cármicas, de afinidades, etc. Esclarecer a respeito dos Orixás, da família espiritual de cada um. Tantos são os assuntos que poderiam ser ventilados dentro dos terreiros para melhor desenvolvimento das pessoas. Mas os umbandistas estão mais preocupados com os fenômenos, com a manifestação, esquecendo de se voltar para a filosofia espiritualista que está no âmago e na sustentação da religião de Umbanda.
  Lembre-se: Tem coisa que nenhum passe, nenhuma magia, nenhum banho ou defumação irá resolver.
Mas talvez uma boa conversa, um bom livro ou apenas uma nova visão em relação à vida possa mudar. Umbanda está cheia de milagres e encantos. Mas esses milagres e encantos são simples, acontecem a todo momento. Uma pena que a maioria dos homens e mulheres não têm olhos para ver…
   Aconteceu na Antiga África:
  Uma vez um grande sacerdote tentou realizar uma cerimônia para ressuscitar seu filho, um grande guerreiro morto em guerra. Toda tribo se reuniu para ver tamanho feitiço. No meio da cerimônia o corpo do guerreiro, sacudiu, tremeu, estrebuchou, rolou e finalmente se levantou. Os olhos eram vidrados, mortos. A tribo estava quieta de tanta tensão. Finalmente o corpo novamente caiu morto no chão.
A tribo ficou encantada. Aquele homem era milagroso, capaz de ressuscitar um homem, mesmo que por poucos segundos. Incrível…
Em um canto da tribo, perguntaram ao velho Meji o que ele achava de tudo aquilo:
- Ora, como alguém pode ressuscitar aquilo que nunca morreu? O milagre já está aí, acontecendo a todo momento. O espírito livre, a realidade imortal dele no coração do Orixá. O maior milagre é a própria Vida. Mas vocês se perdem naquilo que os olhos podem ver… E assim é até hoje. A maioria busca por milagres, transitórios, opacos, sem vida, que nada acrescentam. Os terreiros de Umbanda estão cheios desses antigos sacerdotes vendedores de milagres, assim como de olhos obcecados por eles. Mas em todos os cantos, a palavra sábia do preto-velho ainda ecoa tentando despertar alguma coisa no coração espiritual das pessoas.
Onde está o milagre? No manifesto, ou no imanifesto? No transitório, ou no imortal? No finito, ou no absoluto? Na visão, audição, tato, paladar, olfato ou no coração?
Pense bem…
   Trabalhe dentro da Lei de Umbanda, mas não faça desse trabalho um fim. Cresça, melhore, desenvolva-se como consciência. Médium ou não, você está cheio de potencialidades, capacidades, dons. Não dependa em tudo dos guias espirituais. Não faça dos Orixás e de seu culto, um mercado de troca de favores e vantagens.
   A maior riqueza que os Orixás podem doar a vocês não é acessada através de uma oferenda. Mas é sim, encontrada, no coração limpo, no terreiro simples e aconchegante que existe aí dentro, na sala de iniciação amorosa que ele É.
  Limpe os pés, sujos pela lama do ego, antes de entrar. Limpe as mãos, sujas pela treva da ignorância, antes de tocar e abrir o pórtico de acesso.
E principalmente, vá de intenção nobre a altruísta. Vá de alma e espírito brilhando. A verdadeira iniciação dos Orixás acontece aí dentro. A todo momento. É como um milagre. Escute, ouça, sinta…Seja Um com Ele! Nisso reside todo mistério.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Ascensão e Queda de um Médium

   
Dizem que os fatos na história estão sempre se repetindo. Também na Umbanda observamos fatos, como a história do “Pai X”, que segundo contam, em sua juventude era dotado de privilegiada inspiração cósmica. Apesar de pouca instrução, possuía grande imaginação; falava como filósofo, podendo até prever acontecimentos futuros. Tinha grande respeito às religiões e bastante inclinação para estudos místicos e religiosos.
  Filiou-se, posteriormente, a algumas escolas e freqüentou várias religiões. Cursou algumas escolas de origem oriental, onde adquiriu algumas noções de misticismo. Ingressou no espiritismo e, por algum tempo, estudou com entusiasmo as instruções kardecistas. Mais tarde, ingressou na Umbanda, onde dizia ter se encontrado, pela ritualística, pela magia e encantamento. Revelou-se bom médium, realizando inclusive, curas com sucesso.
   Mais tarde, com a graduação de Babalorixá, ou Sacerdote de Umbanda, abriu um Templo e teve seus próprios discípulos. Ensinou de início algo que admitia, não era dele. Tornou-se conhecido e, passou a gostar da notoriedade e popularidade. Posteriormente passou a declarar que os ensinamentos eram seus, assim como todas as coisas que estava fazendo e dizendo. Pensava com exclusivismo, considerava-se autônomo e único orientador espiritual capacitado, esquecendo-se das Leis, que exprimem o pensamento de Deus, dos Orixás. 
   Violou a Lei do Amor Fraterno, invertendo a direção da verdadeira Lei da Espiritualidade na ilusão de crescer e subir. Muitos manuscritos de natureza altamente espiritual afirmam que não há pecado maior na matéria, do que a vaidade, filha dileta do egoísmo.
   Com esta atitude, “Pai X” foi decaindo. Também na saúde, um exemplo típico de alguém que foi rejeitado pelo cósmico, em virtude da violação da Leis do Universo. Na ilusão de crescer e subir, ficou aprisionado em seu próprio desespero. Tornou-se uma vítima das suas obsessões e desencarnou após muitos anos de terrível sofrimento íntimo. A vaidade, a tentação de procurar poder e a ânsia pela popularidade em ver-se chamado de mestre supremo, o levou à queda espiritual, material e física.  ‘POIS QUEM SE FAZ DEUS, POR DEUS É PUNIDO’.
   Será que o que aconteceu com o Pai “X” vem acontecendo em nossos dias? É necessário que se encare a doutrina como algo muito sério, principalmente o médium deve se conscientizar de que é apenas um instrumento para servir as Leis do Universo e Espirituais.  “NÓS VIVEMOS PARA SERVIR, NÃO PARA SERMOS SERVIDOS.”

      





O Peru pregador

Um belo peru, após conviver largo tempo na intimidade duma família que dispunha de vastos conhecimentos evangélicos, aprendeu a transmitir os ensinamentos de Jesus, esperan­do-lhe também as divinas promessas. Tão ver­sado ficou nas letras sagradas que passou a propagá-las entre as outras aves.

De quando em quando, era visto a falar em sua estranha linguagem “glá-glé-gli-gló-glu”. Não era, naturalmente, compreendido pelos homens. Mas os outros perus, as galinhas, os gansos e os marrecos, bem como os patos, entendiam-no perfeitamente.

Começava o comentário das lições do Evan­gelho e o terreiro enchia-se logo. Até os pintainhos se aquietavam sob as asas maternas, a fim de ouvi-lo.

O peru, muito confiante, assegurava que Jesus-Cristo era o Salvador do Mundo, que viera alumiar o caminho de todos e que, por base de sua doutrina, colocara o amor das criaturas umas para com as outras, garantindo a fórmula de verdadeira felicidade na Terra. Dizia que todos os seres, para viverem tranquilos e contentes, deveriam perdoar aos inimigos, desculpar os transviados e socorrê-los.

As aves passaram a venerar o Evangelho; todavia, chegado o Natal do Mestre Divino, eis que alguns homens vieram aos lagos, galinheiros, currais e, depois de se referirem excessivamente ao amor que dedicavam a Jesus, laçaram fran­gos, patinhos e perus, matando-os, ali mesmo, ante o assombro geral.

Houve muitos gritos e lamentações, mas os perseguidores, alegando a festa do Cristo, distribuíram pancadas e golpes à vontade.

Até mesmo a esposa do peru pregador foi também morta.

Quando o silêncio se fez no terreiro, ao cair da noite, havia em toda parte enorme tristeza e irremediável angústia de coração.

As aves aflitas rodearam o doutrinador e crivaram-no de perguntas dolorosas.

Como louvar um Senhor que aceitava tantas manifestações de sangue na festa de seu natalício? como explicar tanta maldade por parte dos homens que se declaravam cristãos e operavam tanta matança? não cantavam eles hinos de homenagem ao Cristo? não se afirmavam dis­cípulos dEle? precisavam, então, de tanta morte e tanta lágrima para reverenciarem o Senhor?

O pastor alado, muito contrafeito, prometeu responder no dia seguinte. Achava-se igualmente cansado e oprimido. Na manhã imediata, ante o Sol rutilante do Natal, esclareceu aos companheiros que a ordem de matar não vinha de Jesus, que preferira a morte no madeiro a ter de justiçar; que deviam todos eles continuar, por isso mesmo, amando o Senhor e servindo-o, acrescentando que lhes cabia perdoar setenta vezes sete. Explicou, por fim, que os homens degoladores estavam anunciados no versículo quinze do capítulo sete, do Apóstolo Mateus, que esclarece: — “Acautelai-vos, porém, dos falsos pro­fetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores”. Em seguida, o peru recitou o capítulo cinco do mes­mo evangelista, comentando as bem-aventuranças prometidas pelo Divino Amigo aos que choram e padecem no mundo.

Verificou-se, então, imenso reconforto na comunidade atormentada e aflita, porque as aves se recordaram de que o próprio Senhor, para alcançar a Ressurreição Gloriosa, aceitara a morte de sacrifício igual à delas.

 

Livro:  Alvorada Cristã

Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Neio Lúcio

FEB – Federação Espírita Brasileira


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

​O Riso


O riso é um dos fenômenos mais misteriosos da existência. Ele surge espontaneamente quando algo dentro de nós se harmoniza com o todo.

Poucas são as pessoas que percebem que, no momento do riso, a mente pára. Sim, é impossível rir e pensar ao mesmo tempo.

Quando ouvimos uma piada, nossa mente fica tão concentrada na história e esperando pelo seu desfecho, que o turbilhão de pensamentos fica em suspenso por alguns segundos. E quando o final chega e o riso vem, a mente entra num estado de completa paralisia.

Muitos mestres espirituais utilizavam este recurso como forma de manter a atenção dos discípulos focada no presente e, consequentemente, fora do padrão habitual da mente, que permanece sempre viajando entre o passado e o futuro.

O riso, portanto, pertence à dimensão do silêncio, do espaço dentro de nós onde o divino habita. Quanto mais formos capazes de permanecer num estado de relaxamento, totalmente entregues apenas ao momento presente, maiores serão as chances de que o riso brote espontaneamente.

A alegria surge da fonte original do ser, mas a mente nos faz acreditar que ela só pode resultar de um estímulo exterior. Por isso, vivemos o tempo todo buscando fora de nós algo que desperte nossa capacidade de experimentar o êxtase.

Voltar-se para dentro é a chave para redescobrir o riso espontâneo, natural, que toda criança traz em si ao nascer.

“…Nada pode incomodar se o real silêncio tiver acontecido. Então, tudo ajuda para que ele cresça. Se você está realmente silencioso você pode sentar num mercado, e nem o mercado pode atrapalhar isso.

Na verdade, você se alimenta do barulho do mercado e aquele barulho se transforma em maior silêncio dentro de você. Na realidade, para sentir o silêncio, o mercado é necessário – pois se você tem o silêncio verdadeiro, então, o mercado se

torna o pano de fundo e o silêncio se torna perfeito em contraste. Você pode sentir o silêncio interior borbulhando contra o mercado.

Esta é a chave – a parte interior disso é o silêncio e a outra parte da chave é a celebração, o riso. Seja festivo e silencioso. Crie mais e mais possibilidades a seu redor – não force o interior a ser silencioso, apenas crie mais e mais possibilidades à sua volta para que o silêncio possa florescer nisso. Isto é tudo que podemos fazer.

…A meditação não leva você ao silêncio, ela apenas cria a situação na qual o silêncio acontece. E este deveria ser o critério – que, seja quando for, o silêncio acontecerá e o riso virá à sua vida. Uma celebração vital acontecerá em toda a sua volta. Você não se tornará triste, você não se tornará depressivo, você não irá escapar do mundo. Você estará aqui neste mundo, mas levando todas as coisas como um jogo, curtindo tudo como um bonito jogo, um grande drama, não mais sério que isso. Seriedade é uma doença.

Quando o silêncio é demais ele se torna riso, ele se torna tão expandido que começa a extravasar em todas as direções”. – Osho

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Como atrair um grande amor

Eu já recebi centenas, talvez milhares de e-mails com essa pergunta. No tempo em que atuei no consultório de terapia, também atendi muitas pessoas que estavam em busca de um grande amor, um amor de verdade, uma relação de fazer o coração vibrar.

            Quem é que não quer ser feliz? Quem é que não quer fazer o coração vibrar só de lembrar-se da pessoa que está ao seu lado nas principais situações da vida? Quem é que não quer ter uma pessoa cheia de valor, magnetismo e cumplicidade ao seu lado?

            Acredito que a maioria das pessoas quer.

            Mas acontece que a situação é muito simples e complexa ao mesmo tempo.

            Simples porque os relacionamentos se estabelecem por afinidade, obedecendo a lei natural de atração magnética. Essa lei garante que jamais haverá injustiças na aproximação entre as pessoas. É o grau de afinidade entre elas e as necessidades de aprendizados mútuos, que as aproximam ou as distanciam.

            Mas aí que o lado complicado começa a surgir, porque quando alguém procura um grande amor para fazer o seu coração vibrar, esse alguém está buscando um sentimento em outra pessoa e é nesse momento que a ilusão dos acontecimentos pode conduzir as coisas para um caminho complicado.

            Via de regra, atraímos pessoas na nossa mesma sintonia de qualidades e necessidades. Exemplos: Se sou uma pessoa tolerante poderá atrair uma pessoa igualmente tolerante. Mas se sou uma pessoa pessimista, poderei atrair uma pessoa que faça com que esse pessimismo aumente ainda mais.

            Somos espelhos uns dos outros e aproximamos as pessoas em nossas vidas pelo nosso nível de magnetismo. Não existem equívocos neste processo e você também não pode barrar as leis que fazem essa dinâmica acontecer.

            Quando eu dizia que a situação é complicada, isso se dá porque normalmente aquela pessoa que sofre pela ausência de um alguém para amar, está na verdade, vibrando na freqüência da carência, da dependência e da solidão. Essas pessoas que sofrem por não ter uma companhia tornam-se cada vez mais tristes, carentes e solitárias, porque estão depositando a responsabilidade da cura desses sentimentos em outra pessoa. Elas estão colocando a responsabilidade de sua felicidade em mãos alheias, ledo engano!

            Agindo assim, uma pessoa continua vibrando energeticamente por conta de seus pensamentos e de suas emoções predominantes, na freqüência da carência. O que acontece é que a lei da atração trará mais situações e acontecimentos para a pessoa continuar se sentindo da mesma forma. E a pessoa sem entender que o erro está justamente na forma como ela se sente, mergulha ainda mais nos sentimentos de carência, solidão e tristeza. Conseqüentemente ela entra em um círculo vicioso que só piora as coisas.  Então esses casos são complicados porque essas pessoas são tão viciadas nesses tipos de sentimentos que elas nem se permitem perceber que são as verdadeiras causadoras de suas infelicidades no amor. Se forem alertadas sobre os seus erros de comportamento, freqüentemente se ofendem e naturalmente se fecham para ouvir a verdade que poderá construir novos caminhos.

            Você só atrairá um grande amor, um amor que fará o seu coração vibrar, que fará com que você suspire ao pensar na pessoa, se você conseguir igualmente se amar.

            Você precisa aprender a amar a sua companhia, porque assim você encontrará alguém que também ame você como você se ama.

            Você precisa suspirar de alegria e contentamento ao pensar em sua própria vida, na pessoa que você é e no bem enorme que você carrega em seu peito, porque assim você encontrará alguém que também sinta o coração vibrar ao pensar em você.

            A dinâmica desse processo é muito simples, pois ela diz que é dando que se recebe, mas que você não pode dar aquilo que ainda não tem. Então como você poderá dar todo o amor do mundo para o seu príncipe encantado se você ainda não se deu todo o amor do mundo?

            Você não pode sentir nenhum sentimento por qualquer que seja a pessoa sem antes sentir por você primeiro. Ame-se primeiro! Se aceite primeiro! Goste da sua companhia primeiro! Sinta alegria pela pessoa que você é primeiro!

            Você deve se arrumar, se cuidar, tratar do seu corpo e ter cuidados básicos com a sua estética. Mas não é por conta da sua beleza física, e sim pela energia de cuidar-se, pois é ela que ajuda você, a saber, o quanto você se ama. Quando você se trata com desleixo, você magnetizará pessoas que a trataram da mesma forma.

            Se você ainda não encontrou aquela pessoa maravilhosa para viver uma história de amor, tenha certeza que isso não deixou de acontecer porque as suas orelhas são muito grande, porque seu nariz é apontado para baixo, porque seu cabelo é de um jeito, porque a sua pele é de uma determinada cor ou porque o seu peso não está ideal. Não são os elementos físicos os principais responsáveis pela aproximação da pessoa amada, mas os fatores extrafísicos.

            É o magnetismo que faz com que as coisas aconteçam. É o magnetismo que criará as situações para que você e a sua alma gêmea se encontrem. E só existe uma forma de melhorar o seu magnetismo: melhorando quem você é em essência!

            Para isso, perdoe, perdoe-se! Recomece, refaça, dê o passo a seguir ou pare com tudo se esse for o caminho! Faça terapia! Faça mais terapia! E mais um pouco de terapia! Aprenda a meditar e medite!

            Faça o seu mapa astral e aprenda a ser uma pessoa melhor com ele.

            Faça o seu mapa numerológico e aprenda a ser uma pessoa melhor com ele.

            Leia livros instrutivos, participe de cursos e workshop´s. Invista seriamente no seu autoconhecimento. Saia da alienação mental das coisas básicas e da contaminação gerada pela noticiosfera da mídia de massa.

            Pare de andar com pessoas negativas, derrotadas e que se sentem vítimas do mundo. Escreva a sua nova realidade!

            Ame mais as coisas simples. Receba com mais amor às pequenas coisas da vida. Coloque mais amor no trato com as pessoas e fale com elas olhando em seus olhos.

            Quando alguém falar, pelo menos por cinco minutos, concentre-se na pessoa integralmente. Esqueça um pouco a sua opinião sobre o que ela está falando, apenas doe integralmente sua atenção.
           
Você atrairá um grande amor quando estiver sentindo um grande amor por você, pelas pessoas que passam por você e pela sua vida! Essa é uma receita infalível! Se você ainda não encontrou o seu grande amor, é simplesmente porque não está aplicando para você essa filosofia de vida.

Muita luz!
POR: BRUNO J. GIMENES

Hospital Espírita André Luiz - Recuperação de Dependentes

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Você se ofende se alguém lhe chama de rico?

Eu espero que você esteja bem e que você realmente procure remover da sua vida esse autoboicote que eu vou falar e que é um dos principais responsáveis por trancar a prosperidade na sua vida. Quando eu conheci esse erro eu fiz os ajustes necessários e posteriormente vi “maravilhas acontecendo na minha vida”.

            Mas antes de explicar esse autoboicote e falar como ele pode bloquear a sua prosperidade, eu preciso contextualizar o tema.

            Depois de muitos anos de progresso e entendimento sobre as leis que regem o processo de prosperidade, a humanidade já tem disponível para sua evolução, informações baseadas em pesquisas e experimentos que compravam basicamente, que o sucesso na vida de uma pessoa não é uma simples questão de sorte. Trata-se de uma aplicação disciplinada e persistente de uma série de comportamentos e atitudes específicas. Para resumir eu posso apontar que o processo está baseado em dois pilares básicos:

1-Gratidão
2-Organização

            Sobre a gratidão:
            A gratidão se desdobra em vários outros aspectos, mas resume-se na conquista do estado de espírito necessário para que o magnetismo da pessoa seja o grande responsável para atrair - por força da lei da atração magnética - coisas, situações e acontecimentos alinhados com o fluxo de prosperidade. Esse pilar básico representa que todas as emoções, sentimentos e pensamentos geram ondas magnéticas que atraem elementos de mesmo padrão.

            Sobre a organização:
            A organização se desdobra em todas as estruturas necessárias para a construção de um conjunto de hábitos e para as tomadas de atitudes essenciais para a prosperidade se manifestar. Para a prosperidade fluir é necessário que exista uma organização de vida que esteja em alinhamento com a condição da prosperidade.

            Em outras palavras, para conquistar a prosperidade você precisará aprender a melhorar os seus pensamentos, seus sentimentos e também precisará organizar os seus atos com perícia.

            É por isso que a maioria dos problemas de falta de prosperidade está ligada aos pensamentos inconscientes e as crenças negativas relacionadas ao sucesso, a abundância e ao dinheiro.

            Eu me lembro que certa vez uma mulher me procurou para uma consultoria com o objetivo de alavancar a sua prosperidade e mesmo utilizando técnicas muito simples, foi possível mostrar para aquela senhora que a prosperidade não fluía em sua vida, simplesmente pela culpa que ela sentia em ter dinheiro. E o mais interessante é que as técnicas que eu apliquei naquela consultoria eram tão simples e mesmo assim os resultados vieram.

            Hoje em dia, temos trabalhos mais específicos e mais eficientes que fazem com que qualquer pessoa elimine esse campo de negatividades em minutos. Como é o caso da Mente Próspera do meu Amigo André Lima que utilizar uma técnica muito avançada utilizada por vários “gurus” americanos.

            E essa questão do autoboicote pode ser percebida de forma rápida. Eu vou listar algumas situações e para você avaliar se tem ou não sentimentos negativos relacionados a cada uma delas, analise e veja o que você sente.

1- Quando alguém diz que você é rico, ou que leva vida de rico, ou que tem casa de rico, ou que tem carro de rico, você se ofende? Você se sente mal e tenta se defender?
Se você sente algum desconforto com isso, acredite, você está contribuindo para bloquear a sua prosperidade, afinal, você está associando uma emoção negativa ao fato de ser rico. Qual é o problema em ser rico ou rica?

Se você acha um problema ser rico, mude imediatamente esse conceito porque você está associando a prosperidade ao medo e a culpa.

2- Quando você freqüenta lugares, ambientes ou círculos sociais com condições financeiras inferiores em relação a sua, você se sente mal por estar melhor, sente vergonha ou fica se justificando?
Se você sente algum desconforto com isso, acredite, você está contribuindo para bloquear a sua prosperidade, afinal você está querendo se diminuir para ser aceito e está dizendo para a sua própria consciência que a sua prosperidade mais elevada é um problema.  Se você acha ruim ter mais prosperidade que muitas outras pessoas, mude imediatamente esse conceito porque você está associando a prosperidade ao medo e a culpa.

3- Quando você compra ou conquista algum bem, (casa, carro, viagem internacional ou eletrônico) você não conta para ninguém e esconde a verdade por que sente vergonha ou medo da inveja?
Se você sente algum desconforto com isso, você está contribuindo para bloquear a sua prosperidade, afinal você está dizendo para sua consciência que conquistar bens vai lhe gerar culpas e inconscientemente, vai se autoboicotar para não ter prosperidade.
Se você acha um que conquistar bens é algo que lhe causa desconforto, mude imediatamente esse conceito porque você está associando a prosperidade ao medo e a culpa.

Muitas pessoas conscientemente fazem de tudo para conquistar a prosperidade, mas inconscientemente estão o tempo todo agindo contra. Enquanto você não se conscientizar que é merecedor dessa prosperidade e que quanto mais dinheiro e prosperidade você tiver, mais condições de se ajudar e ajudar o mundo você terá, será realmente difícil a sua caminhada rumo a prosperidade.

Eu mesmo, por muitos anos e sem perceber, me autoboicotava de todas as formas possíveis porque sentia culpa da prosperidade. Quando eu comecei a entender os meus erros e comecei a prestar mais atenção aos meus sentimentos relacionados ao dinheiro e a prosperidade, foi quando eu comecei a dar passos largos na conquista da vida dos meus sonhos, que é a vida que eu tenho hoje.

O mundo precisa de exemplos a seguir, precisa de pessoas que saibam encontrar equilíbrio em suas emoções e que saibam mostrar para a humanidade que com recursos e abundância é possível viver uma vida melhor e conseqüentemente ajudar mais pessoas a ser feliz também.

Nunca tenha medo da prosperidade, porque o dinheiro só revela o que as pessoas são. O fato de você não querer a prosperidade não justifica nada. O ponto essencial da questão é aprender a reconhecer a missão da sua alma, o propósito da sua existência e manter-se plenamente focado na sua reforma íntima. Se você agir assim, quando a prosperidade chegar plenamente na sua vida, ela vai aflorar a pessoa incrível que você é!

Seja feliz!


POR: BRUNO J. GIMENES – Terapeuta e Professor