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sexta-feira, 31 de julho de 2015

As Fontes Energéticas da Umbanda

Muitas pessoas necessitam, ainda, de algo que funcione como muletas psicológicas, a fim de desenvolverem seu potencial. Mas na Umbanda o que acontece é bem diferente, o altar ou “gongá”, os objetos de culto e todo o simbolismo são utilizados visando compor o que as entidades chamam de “bateria magnética”, uma espécie de bateria psíquica que concentra as energias para as tarefas a serem realizadas.
A Umbanda como já vimos, lida com fluidos, às vezes, muito pesados, com magnetismo elementar e uma grande quantidade de pessoas que vem em busca desses recursos e devido à falta de informação não conseguem compreender seu verdadeiro objetivo e sua responsabilidade quanto a manutenção delas..
O “gongá” é uma verdadeira concentração de energia, nele são concentrados seus pensamentos, suas orações, suas criações mentais mais sutis. Então quando os mentores espirituais precisam de uma cota de energia maior para a realização de determinadas atividades, recorrem a esse “depósito de energia”, mas o gongá é também um imenso reservatório de ectoplasma, força nervosa grandemente utilizada devido à natureza dos trabalhos.
Os cânticos ou “pontos cantados” também têm um profundo significado dentro dos rituais da Umbanda, usados não só para a invocação dos “guias”, ou mentores espirituais, e para a identificação dos mesmos quando estes se manifestam, servem também como condensadores de energia, é uma espécie de mantra, palavras consagradas por seu alto potencial de captação energética, e de acordo com o ponto cantado, uma imensa quantidade de energia vai se formando e se aglutinando na psicosfera ambiente, esta que depois é absorvida pela aura dos que ali se encontram, além de se agregarem em torno do gongá.
Seguindo o mesmo processo, também temos os chamados “banhos de descarrego”, tão receitados pelas entidades, sabemos bem do poder das ervas e de seu magnetismo, que quando utilizados adequadamente podem operar verdadeiros prodígios, gerando equilíbrio e harmonia. As plantas guardam, em seu estado de evolução, muita energia e vitalidade, os raios do sol que são absorvidos no processo da fotossíntese, formam uma aura particular em cada família do reino vegetal, que se associa ao próprio quimismo da planta, que quando são colocadas em infusão transmitem à água todo o seu potencial energético, curador e reconstituinte.
Quando o adepto toma o banho com a mistura de determinadas ervas, todo o magnetismo que ali está associado provoca em alguns casos, um choque energético ou uma reconstituição das camadas mais externas de sua aura. Na verdade, isso não tem nada a ver com o misticismo, é puramente científico. Sob a influência abençoada das ervas, muitos benefícios tem sido alcançados por inúmeras pessoas. Na atualidade, muitos cientistas deram sua contribuição com a descoberta dos florais, que obedecem ao mesmo princípio terapêutico dos chás e banhos de ervas.
Nas defumações, empregadas na Umbanda, o princípio é o mesmo, mas em lugar de empregar as ervas em infusão, elas são queimadas, e na queima, suas propriedades terapêuticas são transmitidas e utilizadas de forma energicamente pura, ou seja, o fogo, a combustão, transforma a matéria em energia, isto é a lei da física, e quando determinada erva é queimada, sua parte fluídica ou etérea se concentra aliando-se ao seu potencial próprio o potencial da parte física que se transforma em energia no momento da combustão, o produto obtido aí, aliado ao fluido energético dos espíritos que sabem manipular tais recursos. Neste caso, também não se trata de misticismo, mas de puro conhecimento de certas propriedades dos elementos vegetais, animais e minerais a serviço do bem.
Podemos observar que todas essas energias são utilizadas para desestruturar as criações mentais inferiores que se encontram nas auras dos adeptos. Mas para muitos, tudo isso significa apenas uma forma de adorar ou de se prestar culto às forças da natureza, ou um elo de ligação e união com os guias e mentores espirituais. Por isso que nós umbandistas temos a necessidade de cada vez mais nos esclarecer sobre as questões de nossa religião para compreendermos as leis que regem as atividades da espiritualidade e para não continuarmos na ignorância do que ocorre transformando tudo em misticismo.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Aura, o campo energético humano


Considerando-se que toda célula em ação por unidade viva na Biosfera, seja qual um motor microscópico, em conexão com a usina mental, é claramente compreensível que todas as agregações celulares emitam radiações e que essas radiações se articulem através de sinergias funcionais, a se constituírem de recursos que podemos nomear por “tecidos de força” ou “Aura”, em torno dos corpos que as exteriorizam. Por isso todos os seres vivos, dos mais rudimentar es aos mais complexos, se revestem de um “halo energético” que lhes corresponde à natureza psíquica.
No homem, contudo, semelhante projeção surge profundamente enriquecida e modificada pelos fatores do pensamento contínuo que, em se ajustando às emanações do campo celular, lhe modelam, em derredor da personalidade duplicata, também conhecido com corpo vital ou duplo etéreo, mais ou menos radiante da criatura.
A Aura então pode ser definida como o campo de emanações de natureza eletromagnética que envolve todo ser humano, encarnado ou desencarnado, refletindo, não só a sua realidade evolutiva e o seu padrão psíquico, como também sua situação física e emocional do momento, espelhando seus pensamentos, sentimentos, desejos, idéias, opiniões, etc.
Sendo a “aura” o campo energético que o encarnado produz e irradia e que o envolve, é natural que seja ela o primeiro elemento de contato entre ele e as entidades espirituais. É, portanto, no campo áurico do encarnado que os espíritos buscam informações para estabelecer assim uma sintonia com ele, pela ressonância vibratória com sua própria aura.
Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se reveste, circula o pensamento, colorindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui e nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, se valendo como um espelho sensível, estampam com sinais característicos todos os estados da alma, plasmando telas vivas.
A fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, se apresenta com uma cromática variada, segundo a onda mental que é emitida, retratando assim todos os pensamentos em cores e imagens que correspondem aos objetivos e escolhas, enobrecedoras ou deprimentes.
Ela aparece à percepção parapsíquica do clarividente como um campo luminoso mesclado por várias cores. Essas cores refletem a qualidade dos pensamentos e sentimentos manifestados pela consciência. Apresenta várias camadas vibratórias correspondentes aos diversos corpos, veículos de manifestação da consciência, por onde a consciência manifesta-se nos vários planos.
Para facilitar, vamos dividi-la em três frequências básicas:
1) AURA DO CORPO FÍSICO – Também denominada duplo etérico. Essa aura reflete apenas as condições do corpo físico no momento e suas predisposições energéticas. Contudo, é bom lembrar que o soma (do grego SOMA que significa corpo) é afetado diretamente pelo clima psíquico dos corpos sutis.
2) AURA DO CORPO EXTRAFÍSICO – Também chamada de alma. É a aura do corpo espiritual e reflete as condições psíquicas e parapsíquicas da consciência. Reflete diretamente as emoções do ser humano.
3) AURA DO CORPO MENTAL – Também chamada de aura mental ou aura dos pensamentos. É a aura que reflete diretamente o clima interno de nossos pensamentos e idéias. O corpo mental (Teosofia) também é denominado metassoma. Nessa aura é possível perceber as formas-pensamento e suas cores.
Como vimos, a aura apresenta cores que variam muito em tom, luminosidade, intensidade e brilho, de acordo com o estado mental, emocional, psicológico, espiritual e físico do indivíduo. Ela funciona, portanto, como um verdadeiro cartão de visitas energético, por meio do qual o clarividente experiente pode traçar um perfil bastante preciso do indivíduo, desde que saiba interpretar corretamente o que vê.
Em cada cor, cada movimento, cada brilho, cada textura, cada forma encontrada na aura de alguém, está também um pouco de sua personalidade, de sua história, presente e passada, de seus anseios e crenças, de suas qualidades, sem que, para isso, seja necessária qualquer interferência direta do espírito, já que esta emanação independe de sua vontade e acontece de forma espontânea.
As cores mais próximas do corpo físico costumam refletir condições e energias físicas. Também indicam as energias mais atuais, presentes e ativas em sua vida. As cores mais afastadas refletem energias emocionais, mentais e espirituais que podem estar afetando essas cores físicas. Indicam também as energias com que a pessoa estará lidando dentro em breve.
Quanto mais claras e suaves (tons pastéis) forem as cores, melhor. Cores embaçadas e espessas podem indicar desequilíbrios, excesso de atividade e outros problemas na área relacionada a cada cor. Cores escuras, mas brilhantes, podem indicar um elevado nível energético, não sendo necessariamente um fator negativo.
Normalmente, cada aura tem mais de uma cor e cada cor reflete aspectos diferentes. As auras mudam com freqüência e as cores mais próximas do corpo (a uma distância de 30 a 50 cm) podem mudar diversas vezes em um único dia. Toda emoção forte, toda atividade física ou mental forte, pode provocar flutuações na cor e na luminosidade da aura. Nossas auras também mudam com o tempo.
A cor pode ser construtiva ou destrutiva. Ela pode estimular ou deprimir, repelir ou atrair. Seu caráter pode até ser masculino ou feminino. Ela pode se mostrar positiva ou negativa e, quando vista na aura, pode oferecer uma chave para a personalidade, humor, maturidade e saúde do indivíduo. Ela reflete aspectos físicos e espirituais.
É preciso muita prática para interpretar os tons de cores vistos na aura. Cada cor tem suas características gerais, mas cada tom dessa cor muda a interpretação. A localização da cor, sua intensidade e até a forma que assume no campo devem ser levados em consideração.
Vejamos as cores e seus significados:
1) Vermelho – é a cor mais forte, dá força criativa ígnea e básica. É a energia que dá vida. É quente. Pode indicar paixão, mente e vontade forte. É uma cor dinâmica que pode refletir raiva, amor, ódio e mudanças inesperadas. Pode indicar um novo nascimento e transmutação. É uma cor que afeta o sistema circulatório do corpo, o sistema reprodutivo (energia sexual) e o despertar de habilidades e talentos latentes. Vermelho em excesso ou com aparência opaca, enlameada, pode refletir estímulo excessivo, inflamação ou desequilíbrio. Pode indicar nervosismo, destempero, agressividade, impulsividade ou excitação. Quando brilhante, lembrando o rubi, é a cor da ação e da capacidade de realização, do movimento, dos instintos equilibrados. Quando embaçada, pode representar desejo de vingança, violência ou paixão;
2) Laranja – é a cor do calor, da criatividade e das emoções. Indica coragem, alegria e sociabilidade. É uma cor que pode espelhar a abertura para uma nova consciência, especialmente domínios sutis da vida, como o plano astral. Dependendo do tom pode indicar também desequilíbrio e agitação emocionais. Alguns tons “sujos” do laranja podem refletir orgulho e gosto pela extravagância, preocupação e vaidade. Quando claro e brilhante, indica alegria, boa disposição, equilíbrio e versatilidade, mas quando escurecido ou “sujo” pode indicar desânimo, desinteresse pela vida, apatia;
3) Amarelo – é uma das primeiras cores que vemos na aura, pois é mais facilmente identificada. O amarelo pálido em torno dos cabelos pode indicar otimismo. Amarelo é a cor da atividade mental e do brilho do sol nascente. Pode indicar novas oportunidades de aprendizado, leveza, sabedoria e intelecto. Aproximação com os tons pastéis costuma denotar entusiasmo por alguma atividade nova, especialmente na faixa do espectro que vai do amarelo pálido ao branco. Amarelo é a cor que representa o poder das idéias, o despertar de dons psíquicos e da sensitividade. Os tons “sujos” ou escuros do amarelo podem refletir excessos mentais e analíticos. Pode sugerir que a pessoa tem sido demasiadamente crítica ou dogmática ou que tem recebido pouco reconhecimento. Se claro e brilhante, indica intelectualidade equilibrada, inteligência, bom uso dos conhecimentos. Aparece muito em pessoas ligadas ao ensino, à pesquisa, aos estudos e à produção científica. Quando acinzentado, escurecido ou sem brilho, indica excesso de racionalidade, ausência de sentimentos e intelectualidade arrogante;
4) Verde – é a cor da sensibilidade e da compaixão crescentes. Reflete crescimento, empatia e calma. Pode indicar que a pessoa é confiável e que tem mente aberta. O espectro que vai do verde mais brilhante ao azul indica talento para a cura. É a cor da abundância, da força e da amizade. Os tons opacos ou escuros do verde podem indicar incertezas, desespero. Os tons opacos também refletem ciúmes e possessividade. Podem indicar hesitação e pouca confiabilidade. Quando brilhante e límpido indica saúde, vigor, energia, esperança. É comum nos profissionais de saúde e em doadores de energia e ectoplasma em trabalhos espirituais. Quando impregnado de marrom ou cinza, escuro ou sem brilho, indica problemas de saúde ou emocionais, fraqueza física e moral e inveja;
5) Azul – juntamente com o amarelo, é uma das cores mais fáceis de se enxergar na aura. É a cor da calma e da tranqüilidade. Reflete devoção, verdade e seriedade. Pode indicar a capacidade para a clariaudiência e para o desenvolvimento da telepatia. Os tons mais claros do azul refletem uma imaginação ativa e boa intuição. Os tons mais escuros podem indicar solidão e, em certos níveis, refletem a busca do Divino. Os tons mais escuros indicam também honestidade e boa capacidade de julgamento. Também sugerem que a pessoa encontrou ou está prestes a encontrar seu trabalho mais adequado. Quando claro e brilhante é a cor da espiritualidade, da serenidade, da paz e da harmonia. Quando escuro ou acinzentado pode indicar depressão e tristeza;
6) Rosa – é a cor da compaixão, do amor e da pureza. Pode indicar alegria e satisfação, além de um forte espírito de companheirismo. Na aura, o rosa pode indicar indivíduo calado e modesto, bem como amor pela arte e pela beleza. Dependendo do tom, pode refletir imaturidade, especialmente quando opaco. Pode indicar sinceridade, ou sua falta. Pode ainda refletir um novo amor ou uma nova visão de vida. É a cor do amor, especialmente quando se apresenta brilhante, clara e suave. Mesclada ao azul indica grande capacidade de doar-se, de ajudar os outros. Aparece muito em pessoas que trabalham com assistência social e voluntariado. Pode aparecer também na aura de pessoas que lidam ou trabalham diretamente com crianças. Quando sem brilho, pode indicar excesso de ingenuidade ou imaturidade, tendência à dependência doentia;
7) Violeta e púrpura – violeta é a cor da transmutação. É a cor da mescla entre coração e mente, entre físico e espiritual. Sugere independência e intuição, bem como uma atividade onírica importante e dinâmica. Pode indicar a pessoa que está engajada numa busca. Os tons do púrpura costumam refletir senso prático e visão global. Os tons mais pálidos e claros do violeta e do púrpura podem refletir humildade e espiritualidade. Os tons avermelhados do púrpura podem indicar grande paixão ou força de vontade. Podem refletir ainda a necessidade de maiores esforços pessoais. Os tons sombrios e opacos podem denotar a necessidade de superar algo. Podem ainda indicar pensamentos eróticos intensos. A tendência a ser dominador, a estar carente de empatia e se sentindo incompreendido também são refletidas pelos tons opacos. É a mistura do azul e do rosa. Altamente positivo. Quando clara e luminosa é a cor da elevação espiritual e dos ideais nobres, da transmutação e da transcendência. Quando escura, tendendo para roxo, pode indicar insatisfação, inveja, ciúmes, etc;
8) Dourado – reflete uma energia espiritual dinâmica e a aquisição do próprio poder. Indica energias elevadas como devoção recuperação da harmonia. Sugere grande entusiasmo e inspiração, época de revitalização. Os tons “sujos” podem sugerir processo de despertar para inspiração superior ainda não posto em prática. Reflete um processo alquímico em andamento, ou seja, a pessoa está procurando transformar o chumbo de sua vida em ouro. É a cor da elevação espiritual. Ao lado do prateado, é muito associada a mentores, amparadores, guias espirituais etc;
9) Branco – antes de observarmos as verdadeiras cores da aura, o branco é a cor que vemos. Geralmente, surge como uma sombra diáfana. O branco abrange todas as cores e, quando aparece intensamente na aura, está mesclado a outras cores. É assim que se descobre se o que é visto é uma cor com significado ou má captação da aura. Quando o branco representa de fato uma cor da aura, indica verdade e pureza. Sugere que a energia do indivíduo está se limpando e se purificando. Costuma indicar aumento de criatividade. Quando cristalino indica pureza de
sentimentos, pensamentos e propósitos;
10) Cinza – é a cor da iniciação. Indica que a pessoa está prestes a descobrir talentos inatos. Tons de cinza que pendem para o prateado refletem o despertar das energias femininas. São energias e talentos da iluminação, intuição e imaginação criativa. Os tons mais escuros podem indicar desequilíbrios físicos, especialmente quando vistos perto de certas áreas do corpo. Podem indicar também a necessidade de não deixar nenhuma tarefa. A abundância de cinza na aura mostra que a pessoa é reservada;
11) Marrom – é um tom comum no campo da aura. Apesar de muitas pessoas considerarem-no um reflexo da falta de energia ou de desequilíbrios, nem sempre é este o caso. Marrom é a cor da terra. Quando surge na aura, especialmente acima da cabeça ou em torno dos pés, pode indicar um novo crescimento. Reflete o estabelecimento de novas raízes e o desejo de realização. É uma cor que pode sugerir senso de organização e de ação. Por outro lado, se surge sobre o rosto ou toca a cabeça, o marrom pode indicar a falta de discernimento e sua necessidade. Se visto na região dos chakras pode indicar que precisam de limpeza. Nesse caso, reflete um entupimento em suas energias. Geralmente, é difícil interpretar o marrom, pois ele pode refletir problemas físicos;
12) Preto – esta é uma das cores mais controvertidas do espectro da aura. Já encontrei quem dissesse que se o preto aparece na aura indica a morte ou algum desastre terrível. No entanto, pude confirmar que isso não é verdade. O preto é uma cor de proteção. É a cor que pode isolar o indivíduo de energias externas. Quando surge na aura pode indicar que a pessoa está se protegendo. Pode sugerir ainda que a pessoa tem segredos. Não há nada de errado com isso desde que não se leve a extremos. O preto também pode indicar que a pessoa está prestes a ter de compreender o significado dos fardos e sacrifícios que fazemos na vida. Também pode sugerir desequilíbrios. Os desequilíbrios físicos costumam surgir como áreas negras ou escuras na aura que cerca o corpo físico. A localização dá pistas sobre a parte do corpo afetada. Na periferia da aura, o preto pode indicar buracos no campo. Tenho visto este fenômeno na aura de crianças que foram vítimas de abusos e de pessoas que foram ou são consumidoras vorazes de certas substâncias (álcool, drogas, fumo, etc.);
13) Lampejos prateados – algo como luzes suaves e reluzentes, brilhantes e prateadas. Os lampejos quase sempre sugerem grande criatividade e fertilidade. Quando surgem dentro do campo de uma pessoa indicam que deve começar a perceber que está ficando mais criativa. Surgem com mais frequência em mulheres, mas não se restringem a elas. Quando os vejo perto de uma mulher, pergunto-lhe se está grávida. As grávidas e as mulheres que deram à luz nos últimos seis a nove meses sempre apresentam essa cor na aura, embora nem todas as mulheres que têm estes lampejos estejam grávidas.
Certa noite, na cidade de Krasnodar, na Rússia, o casal Semyon e Valentina Kirlian trabalhava em sua casa no manuseio de chapas fotográficas, próximo a uma aparelhagem de rádio que estava aberta em reparos, quando, por descuido, uma chapa fotográfica caiu entre dois eletrodos do rádio. Ao retirar tal chapa, Semyon Kirlian, no escuro, fechou curto-circuito com seus dedos entre a chapa e os eletrodos. Notou ele, nesta ocasião, que algo de diferente tinha ocorrido. Banhou as chapas e, com espanto, notou que seus dedos apareciam e não apenas isto, mas uma estranha luz que, normalmente, eles não apresentavam. Repetiu a operação, agora sem a ajuda do “acaso”, e o fenômeno voltou a acontecer. Repetiu a operação com Valentina e, mais tarde, com diversos conhecidos e o mesmo fato se verificou.
Destas observações, ou melhor, destas experiências, notou que as luminescências emitidas pelos dedos das pessoas não eram iguais, variando de pessoa para pessoa. E não apenas isto, mas que pessoas em estado de saúde precário apresentavam uma emissão de luz em menor potencial que as pessoas saudáveis, havendo também casos de pessoas saudáveis apresentando fraca emissão de luz e que, poucos dias depois, ficaram doentes.
Foto AuraEstes fatos ocorreram na Rússia, no final dos anos 30, mas somente na década de 60 este processo tornou-se mundialmente conhecido como “foto Kirlian” ou “efeito Kirlian”, tendo, também no Brasil, os seus pesquisadores, como Hernani Guimarães Andrade, cientista de renome internacional na área de estudos psicobiofísicos, que foi o primeiro pesquisador, fora da Rússia, a possuir uma máquina Kirlian, tendo ele mesmo elaborado todo o processo. Temos também o grande pesquisador Henrique Rodrigues que, juntamente com Hernani, realizou e realiza estudos internacionalmente reconhecidos.
Em meio às dúvidas causadas pela descoberta a foto Kirlian acabou se tornando popularmente conhecida como foto da aura, o que não é verdade, já que o complexo total da aura é muito mais amplo, colorido, dinâmico e brilhante do que o halo que aparece nessas fotos. O que a foto Kirlian capta, na verdade, e ficou conhecido como efeito Kirlian, é apenas a primeira "camada" da aura, a parte mais densa e mais próxima do corpo físico, que nada mais é que o duplo etérico, onde também se refletem as movimentações mentais e emocionais do espírito encarnado.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Ações Obsessivas


Aprendemos que no campo do psiquismo os pensamentos são elaborados e devidamente estruturados, a fim de serem reflexionados e adaptados para o mundo físico das células nervosas ou zona consciente, e que esses pensamentos tomam formas alimentando assim nossa pscosfera ambiente, atraindo todos os tipos de energias afins. Com isso, estamos sempre sujeitos as interferências espirituais, influenciando e sendo influenciados de acordo com nosso nível vibracional e nosso estado de pensamento.
Sabemos também que esse campo vibracional é resultado das várias vivências reencarnatórias, sendo assim, podemos compreender que elevada percentagem das personalidades humanas, traz no intimo do seu próprio ser, raízes e brechas de comunhão com esse passado, através dos quais são suscetíveis de sofrer os mais estranhos processos de obsessão oculta.
Indução Espiritual”que é a influência natural e espontânea de um desencarnado para o encarnado, e vice e versa, que na maioria das vezes é de modo casual, sem premeditação ou maldade alguma. O espírito vê o encarnado, sente a sua benéfica aura vital, que o atrai, pelo simples sensação de bem estar. Porém, encontrando-se enfermo ou em sofrimento, transmite ao encarnado suas angústias e dores, a ponto de desarmonizá-lo.
Os sensitivos, sem educação mediúnica, são comum chegarem em casa esgotados, angustiados ou se queixando de profundo mal-estar. Por ressonância vibratória, o desencarnado recebe um certo alívio, uma espécie de calor benéfico que se irradia do corpo vital mas que causa no encarnado o mal-estar de que este se queixa.
Hábitos perniciosos ou víciosos, atraem tais tipos de companhia espiritual. De qualquer maneira, o encarnado é sempre o maior prejudicado, por culpa da sua própria invigilância, "orai e vigiai" são as palavras chaves e o agir conscientemente, é a resposta. A influência exercida pelos desencarnados, em todas as esferas da atividade humana poderá ser feita de maneira sutil e imperceptível, por exemplo, sugerindo uma única palavra escrita ou falada que deturpe o significado da mensagem do encarnado de modo a colocá-lo em situação delicada.
A indução espiritual, embora aparente certa simplicidade, pode evoluir de maneira drástica, ocasionando repercussões mentais bem mais graves, simulando até mesmo, uma subjugação espiritual por vingança. Durante o estado de indução espiritual, existe a transferência da energia desarmônica do desencarnado para o encarnado, este fato poderá agravar outros fatos precedentes, como entrar em ressonância vibratória com um passado angustioso, através de "flashes ideoplásticos”, trazem uma desarmonia psíquica para a vida presente. Ou seja, um fato qualquer na vida presente poderá ativar uma faixa angustiosa de vida passada e tal vibração, gera a sintonia vibracional que permite a aproximação de um espírito desencarnado em desarmonia.
obsessão espiritual, da qual nós conhecemos, é a ação persistente e consciente que um espírito mau exerce sobre um indivíduo e apresenta caracteres muito diversos, desde a simples influência moral, sem perceptíveis sinais exteriores, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais. Ela é a ação nefasta e continuada de um espírito sobre outro, independentemente do estado, de encarnado ou desencarnado, em que se encontrem.
A obsessão implica sempre ação consciente, com objetivo bem nítido, visando fins e efeitos muito definidos, pelo obsessor que sabe muito bem o que está fazendo. Esta ação premeditada, planejada e posta em execução, por vezes, com esmero e sofisticação, constitui a grande causa das enfermidades psíquicas. Quando a obsessão se processa por “imantação mental”, a causa está, sempre em alguma imperfeição moral da vítima, na encarnação presente ou nas anteriores, imperfeição esta que permite a ação influenciadora de espíritos malfazejos.
A obsessão é a enfermidade do século, tão grande é o número de casos rotulados como disfunção cerebral ou psíquica, nos quais, na verdade, ela está presente. Então podemos afirmar que fora às doenças causadas por distúrbios de natureza orgânica, como traumatismo craniano, infecção, arteriosclerose e alguns raros casos de ressonância com o Passado (desta vida), TODAS as enfermidades mentais são de natureza espiritual. A maioria dos casos é de desencarnados atuando sobre encarnados.
A etiologia das obsessões, todavia, é tão complexa quanto profunda, vinculando-se às
dolorosas conseqüências de desvios morais em que encarnado e desencarnado trilharam caminhos da criminalidade franca ou dissimulada; ambos, portanto, devendo contas mais ou menos pesadas, por transgressões à grande Lei da Harmonia Cósmica, por isso passam a se encontrar na condição de obsediado e obsessor, desarmonizados, antagônicos, sofrendo mutuamente os campos vibratórios adversos que eles próprios criaram.
A maioria das ações perniciosas de espíritos sobre encarnados implica todo um extenso processo a se desenrolar no Tempo e no Espaço, em que a atuação odiosa e pertinaz, nada mais é do que um contínuo fluxo de cobrança de mútuas dívidas, perpetuando o sofrimento de ambos os envolvidos. Os perseguidores de ontem, são vítimas hoje, em ajuste de contas interminável, mais trevoso do que dramático, onde ambos, perseguidor e vítima atuais, estão atrasados na evolução espiritual, pois tendo transgredido a Lei da Harmonia Cósmica e não compreendendo os desígnios da Justiça Divina, evocam a si, nos atos de vingança, poder e responsabilidade que são de Deus.
Os tipos de ação obsessiva podem acontecer em desencarnado atuando sobre desencarnado; desencarnado sobre encarnado; encarnado sobre desencarnado, encarnado sobre encarnado ou ainda obsessão recíproca, onde esses dois últimos, estudados sob o título de Pseudo-Obsessão.
Pseudo-Obsessão” é a atuação do encarnado sobre o encarnado ou a obsessão recíproca. Todos nós conhecemos criaturas dominadoras, prepotentes e egoístas, que comandam toda uma família, obrigando todos a fazerem exclusivamente o que elas querem. Tão obstinada e ao mesmo tempo descabida pode se tornar esta ação, que, sucedendo a morte do déspota, todas as vítimas de sua convivência às vezes chegam a respirar, aliviadas. No entanto, o processo obsessivo continua, pois a perda do corpo físico não transforma o obsessor.
Este tipo de ação nefasta é mais comum entre encarnados, embora possa haver pseudo-obsessão entre desencarnados. Trata-se de ação perturbadora em que o espírito agente não deseja deliberadamente, prejudicar o ser visado. É conseqüência da ação egoísta de uma criatura que faz de outra o objeto dos seus cuidados e a deseja ardentemente para si própria como propriedade sua. Exige que a outra obedeça cegamente às suas ordens desejando protegê-la, guiá-la e, com tais coerções, impede-a de se relacionar saudável e normalmente com seus semelhantes.
Acreditamos que o fenômeno não deve ser considerado obsessão propriamente dita, pois o agente não tem intuito de prejudicar o outro. Acontece que, embora os motivos possam até ser nobres, a atuação resulta prejudicial, com o tempo, poderá transformar-se em verdadeira obsessão.
A pseudo-obsessão é muito comum em pessoas de personalidade forte, egoístas, dominadoras, que muitas vezes, sujeitam a família à sua vontade tirânica. Ela aparece nas relações de casais, quando um dos cônjuges tenta exercer domínio absoluto sobre o outro, caso clássico, por exemplo, é o do ciumento que cerceia de tal modo a liberdade do ser amado que, cego a tudo, termina por prejudicá-lo seriamente. Nesses casos, conforme a intensidade e continuidade do processo, pode se instalar uma obsessão simples de encarnado sobre encarnado.
O que dizer do filho mimado que chora, bate o pé, joga-se ao chão, até que consegue que o pai ou a mãe lhe dê o que quer ou lhe "sente a mão". Qualquer das duas reações faz com que o pequeno e "inocente" vampiro, absorva as energias do oponente. O que pensar do chefe déspota, no escritório? E dos desaforos? E que tal a mulher dengosa que consegue tudo o que quer? Quais são os limites prováveis?
Enquanto o relacionamento entre encarnados aparenta ter momentos de trégua enquanto dormem, o elemento dominador pode desprender-se do corpo e sugar as energias vitais do corpo físico do outro. Após o desencarne, o elemento dominador poderá continuar a "proteger" as suas relações, a agravante agora é que o assédio torna-se maior ainda, pois o desencarnado não necessita cuidar das obrigações básicas que tem como encarnado, tais como: comer, dormir, trabalhar, etc.
O obsediado poderá reagir as ações do obsessor criando condições para a obsessão recíproca. Quando a vítima tem condições mentais, esboça defesa ativa, ela procura agredir o agressor na mesma proporção em que é agredida estabelecendo assim um círculo vicioso de imantação por ódio mútuo, difícil de ser anulado.
Em menor ou maior intensidade, essas agressões recíprocas aparecem em quase todos os tipos de obsessão, são eventuais, sem características que as tornem perenes, surgindo conforme circunstâncias e fases existenciais, podendo ser concomitantes a determinados acontecimentos. Apesar de apresentarem, às vezes, intensa imantação negativa, esses processos de mútua influência constituem obsessão simples, tendo um único obsessor.
Quando a obsessão recíproca acontece entre desencarnado e encarnado é porque o encarnado tem personalidade muito forte, grande força mental e muita coragem, pois enfrenta o espírito em condições de igualdade. No estado de vigília, a pessoa encarnada normalmente não sabe o drama que esta vivendo, e é durante o sono e desdobrada que passa a ter condições de enfrentar e agredir o contendor.
Um outro processo de ação obsessiva é a “Simbiose”, que na biologia consiste na duradoura associação de seres vivos, harmônica e às vezes necessária, com benefícios recíprocos, a simbiose espiritual obedece ao mesmo princípio. na Biologia, o caráter harmônico e necessário deriva das necessidades complementares que possuem as espécies que realizam tais associações que primitivamente era considerado parasitismo, mas com o tempo, a relação evoluiu e se disciplinou biologicamente, onde o parasitado também começou a tirar proveito da relação.
Existe simbioses entre espíritos como entre encarnados. É comum se ver associações de espíritos junto a médiuns, atendendo aos seus menores chamados, em troca, porém recebem do médium as energias vitais de que carecem. Embora os médiuns às vezes nem suspeitem, seus "associados" espirituais são espíritos inferiores que se juntam aos homens para parasitá-los ou fazer simbiose com eles.
Já no “Parasitismo” propriamente dito, que na Biologia consiste no fenômeno pelo qual um ser vivo extrai direta e necessariamente de outro ser vivo hospedeiro os materiais indispensáveis para a formação e construção de seu próprio protoplasma. O hospedeiro sofre as conseqüências do parasita em graus variáveis, podendo até morrer, haja vista o caso da figueira, que cresce como uma planta parasita, e a medida que cresce, sufoca completamente a planta hospedeira a ponto de secá-la completamente.
O parasitismo espiritual implica sempre na viciação do parasita. O fenômeno não encontra respaldo ou origem nas tendências naturais da espécie humana, pelo contrário, cada indivíduo sempre tem condições de viver por suas próprias forças. Não há compulsão natural à sucção de energias alheias, é a viciação que faz com que muitos humanos, habituados durante muito tempo a viver da exploração, exacerbem esta condição anômala, quando desencarnados.
Tanto quanto o parasitismo entre seres vivos, o espiritual é vício muitíssimo difundido. Casos há em que o parasita não tem consciência do que faz, às vezes, nem sabe que já desencarnou, já outros espíritos, vivendo vida apenas vegetativa, parasitam um encarnado sem que tenham a mínima noção do que fazem, não tem idéias, são enfermos desencarnados em dolorosas situações, é neste parasitismo inconsciente se enquadra a maioria dos casos.
Há também os parasitas que são colocados por obsessores para enfraquecerem os encarnados, casos estes, que aparecem em obsessões complexas, sobretudos quando o paciente se apresenta normalmente debilitado. O primeiro passo do tratamento consiste na separação do parasita do hospedeiro, cuida-se do espírito, tratando-o, e assim facilitando a cura do paciente encarnado. Por fim, trata-se de energizar o hospedeiro, indicando-lhe condições e procedimentos preventivos.
Uma outra ação obsessiva, o “Vampirismo” que se diferencia do parasitismo pela intensidade da ação nefasta do vampiro, determinada pela consciência e crueldade com que é praticada, que tem, portanto, a intenção, vampirizam porque querem e sabem o que querem.
André Luiz nos informa no livro Missionários da Luz: "Sem nos referirmos aos morcegos sugadores, o vampiro, entre os homens é o fantasma dos mortos, que se retira do sepulcro, alta noite, para alimentar-se do sangue dos vivos. Não sei quem é o autor de semelhante definição, mas, no fundo, não está errada. Apenas, cumpre considerar que, entre nós, vampiro é toda entidade ociosa que se vale, indebitamente, as possibilidades alheias e, em se tratando de vampiros que visitam os encarnados, é necessário reconhecer que eles atendem aos sinistros propósitos a qualquer hora, desde que encontrem guarida no estojo de carne dos homens."
Há todo um leque de vampiros, em que se encontram criaturas encarnadas e desencarnadas, todos espíritos inferiores, ociosos e primários, que podem vampirizar ou parasitar tanto encarnados como desencarnados.
Como podemos observar, as ações obsessivas podem ir desde de uma simples indução espiritual involuntária até o vampirismo consciente e cruel. A evolução do mundo espiritual é tão grande que existem grandes “técnicos” e “cientistas” que desenvolvem vários aparelhos complexos, para os auxiliarem em seus objetivos obsessivos sórdidos.
Com isso além das ações obsessivas que já estudamos existem as mais complexas onde podemos iniciar pela “Síndrome dos Aparelhos Parasitas no Corpo Astral”. A finalidade desses engenhos “eletrônicos” e sofisticados é causar perturbações funcionais em áreas como as da sensibilidade, percepções ou motoras, e outros centros nervosos, como núcleos da base cerebral e da vida vegetativa. Mais perfeitos e complexos, alguns afetam áreas múltiplas e zonas motoras específicas, causando respostas neurológicas como paralisias progressivas, atrofias, hemiplegias, síndromes dolorosas e outras, paralelamente às perturbações psíquicas.
Como se vê, o objetivo é sempre diabólico, desarmonizar a fisiologia nervosa e fazer a vítima sofrer. A presença de aparelhos parasitas já indica o tipo de obsessores que terão de ser enfrentados, em geral podem ser o inimigo da vítima que contrata, mediante barganha, um mago das Trevas, especializado na confecção e instalação desses aparelhos; ou o obsessor é o próprio técnico, que confecciona, instala o aparelho e, como se não bastasse, também zela pelo ininterrupto funcionamento, o que torna o quadro sobremaneira sombrio.
É comum obsessores colocarem objetos envenenados em incisões operatórias, durante cirurgias, para causar nos enfermos o maior mal-estar possível, já que com isso impedem a cicatrização ou ensejam a formação de fístulas¹ perigosas. Usam para tanto, cunhas embebidas em sumos vegetais venenosos, tudo isso no mundo astral, mas com pronta repercussão no corpo físico: dores, prurido intenso, desagradável calor local, inflamação e etc.
Os aparelhos são colocados, com muita precisão e cuidado, no Sistema Nervoso Central dos pacientes. Em geral os portadores de tais aparelhos são obsediados de longa data. O objetivo desses aparelhos é sempre desarmonizar a fisiologia nervosa do paciente e fazê-lo sofrer, e essa interferência constante no sistema nervoso causa perturbações de vulto, não só da fisiologia normal, mas, sobretudo no vasto domínio da mente, com reflexos imediatos para a devida apreciação dos valores da personalidade e suas respostas na conduta do indivíduo.
Como vimos tudo isso se passa no mundo espiritual, no corpo astral, e somente em desdobramento é possível retirar esses artefatos parasitas, o que explica a ineficiência dos "passes" neste tipo de enfermidade.
Temos também as “Arquepadias” (do grego "épados" = magia e "archaios" = antigo) é a síndrome psicopatológica que resulta de magia originada em passado remoto, mas atuando ainda no presente, freqüentemente nos encarnados que apresentam quadros mórbidos estranhos, subjetivos, sem causa médica conhecida e sem lesão somática evidente, são levados na conta de neuróticos incuráveis. Queixam-se de cefaleias, sensação de abafamento, ou crises de falta de ar sem serem asmáticos, outros têm nítida impressão de que estão amarrados, pois chegam a sentir as cordas; alguns somente sentem-se mal em determinadas épocas do ano ou em situações especiais.
Os doentes sofrem no corpo astral, situações de encarnações anteriores. Alguns foram sacerdotes de cultos estranhos e assumiram pactos com entidades representando deuses, selados às vezes com sangue, formando, dessa forma, fortes laços de imantação que ainda não foram desfeitos. Outros, em encarnações no Egito sofreram processos de mumificação especial, apresentando ainda em seu corpo astral as faixas de conservação cadavérica e os respectivos amuletos fortemente magnetizados e alguns sofreram punições e maldições que se imantaram em seus perispíritos e continuam atuando até hoje. Sempre é necessário um tratamento especial em seu corpo astral para haver a liberação total do paciente.
Outra ação obsessiva bem difundida é a “Goécia” ou “Magia Negra”. Sabemos que em todas as civilizações, e desde a mais remota antiguidade, a magia esteve presente. Começou provavelmente, com o homem das cavernas. Sabemos de seus rituais propiciatórios para atrair animais com que se alimentavam, de rituais mágicos em cavernas sepulcrais, de invocações às forças da Natureza para defesa da tribo contra animais e inimigos. Essa magia natural teve suas finalidades distorcidas, tornando-se arma mortífera nas mãos de magos renegados.
A magia é a simples utilização das forças da Natureza, dos seus elementos e dos seres espirituais que os coordenam. A Natureza é a obra de Deus na sua forma pura, não é boa, nem ruim, os seres humanos, que no seu agir errado se utiliza maldosamente dessas energias, e ao longo de seu aprendizado, se torna um mago negro, se distanciando da Lei do Criador.
O pior tipo de obsessão, contudo, por todos os motivos, complexa, é sem dúvida o que envolve a magia negra. Ao nos depararmos com tais casos, de antemão sabemos que será necessário ministrar tratamento criterioso, etapa por etapa; para retirar os obsessores, que nesses casos costumam ser muitos, procedemos à desativação dos campos magnéticos, pois sem esta providência, estes ficariam atuando indefinidamente sobre a vítima. Isto é muito importante: a ação magnética só desaparece se desativada por ação externa em relação à pessoa, ou se o enfermo conseguir elevar seu padrão vibratório a um ponto tal que lhe permita livrar-se, por si próprio, da prisão magnética. Assim como os magos negros se utilizam das forças da Natureza de maneira errada, para fazerem as magias, podemos contar com a ela também para nos auxiliarem nos desmanches das mesmas.
Os magos das trevas têm atuação bastante conhecida, astuciosa, dissimuladora e diabólica. Apresentam-se às vezes com mansidão, somente com o diálogo, pouco será conseguido, para enfrentá-los, o operador deve ter conhecimento e suficiente experiência de técnicas de contenção, além do poder e proteção espiritual para enfrentá-los. Nunca se poderá esquecer de que, ao longo de séculos, eles vêm se preparando, e muito bem, para neutralizar as ações contra eles, e se possível, revertê-las contra quem tentar neutralizá-los.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Limpeza energética de residências ou empresas


Vamos falar um pouco da energia das construções, nossas casas ou ambientes de trabalho. Todos nós temos a capacidade de sentir a energia de um ambiente, sua vibração. Existem lugares que, ao entrarmos, sentimos um bem estar e uma paz que não nos dá vontade de sair. Já outros nos causam mal estar, dor de cabeça, sensação de opressão e uma vontade enorme de sair correndo... isso nada mais é do que nosso campo energético sendo influenciado pelo campo energético do ambiente e essa interação é uma via de mão-dupla, ou seja, um influencia o outro. Daí a necessidade de se manter, não só a nossa saúde física, mental e emocional, mas também a da nossa casa. Fazendo uma analogia, a saúde física seria a faxina propriamente dita; a saúde mental e emocional ficaria por conta da manutenção energética da casa.

            A energia das construções é influenciada pelo terreno, pela vizinhança, pelas pessoas que a construíram, pelos antigos moradores e pelos atuais. Essa influência fica "gravada" nas paredes, utensílios, móveis, etc. Os pensamentos e emoções das pessoas que por ali passaram ficam registradas através de formas-pensamento que podem, por afinidade, influenciar os mais sensíveis.

            O ideal é que, ao se mudar para um ambiente novo (casa ou escritório), você pinte todo o imóvel pois a tinta promove uma limpeza nas paredes. Mas só isso não resolve. Caso você não possa de imediato pintá-lo, passe amônia diluída em água com um pano novo em todas as paredes, pisos, armários e móveis (não passe caso a amônia possa estragá-los), mentalizando que está apagando todos os registros existentes de antigos moradores e construtores.

            Em um segundo momento você pode defumar o ambiente; escolha ervas como mirra, alecrim, erva-doce, sempre de dentro para fora. Enquanto defuma a casa, você pode pronunciar mantras ou orações; isso aumenta a eficácia da limpeza. É aconselhável que, ao defumar, você tenha na outra mão um copo com água e uma pitada de sal grosso. Passe o defumador em todos os cantos de cada cômodo. Faça a defumação a cada 15 dias. Entre esse período você pode acender incensos ou usar sprays de ambientes (comprados em lojas de aromoterapia).

            Escutar boa música, mantras e orações também ajudam a limpar o ambiente. Tenha sempre flores e plantas frescas, pois estas trazem bons fluídos e alegram. É importante que você, diariamente, abra as janelas e deixe o ar e a luz do sol entrar. Outra dica é trazer água do mar ou da cachoeira e borrifar pela casa, principalmente nos cantos.

            Além desses recursos é importante que se mantenha um ambiente pacífico onde reine o respeito ao próximo, o amor e às boas palavras, pois como vimos nos textos anteriores as formas-pensamento são criadas por nós, por emoções fortes como raiva e brigas que "sujarão" a energia da casa baixando sua freqüência e atraindo larvas e miasmas e até seres do baixo astral, uma vez que no mundo espiritual os semelhantes se atraem.

            Para termos a energia de nossas casas e ambiente de trabalho vibrando em uma sintonia alta é mister mantermos nossos pensamentos, corações e falas também numa sintonia de amor e paz, pois, como vimos, influenciamos e somos influenciados pelo ambiente.

Saúde e paz para você e sua casa!


POR:  Ramona Ferreiro
Parapsicóloga, Terapeuta e Consultora Holística

domingo, 26 de julho de 2015

Hoje é Dia de Santa Ana - Dia de Nanã na Umbanda - Dia 26 de Julho



Falando um pouco de Santa Ana...

Mulher nazarena que apesar de não ser mencionada nos Evangelhos, pela tradição da Igreja Católica seria a mãe da Virgem Maria e, portanto, avó materna de Jesus Cristo. De acordo com a tradição, era filha de Natã, sacerdote belemita, e de Maria, e foi a mais jovem de três irmãs bíblicas. Suas outras irmãs mais velhas seriam Maria de Cleofas, mãe de Salomé, e Sobé, mãe de santa Isabel, que geraria são João Batista. Casou-se com são Joaquim e por muitos anos permaneceu estéril, só dando a luz a Maria em avançada. Teria morrido pouco depois de apresentar Maria no Templo, consagrando-a a Deus, quando a filha contava apenas três anos de idade. Seu culto difundiu-se no Oriente, e no século VI o imperador Justiniano mandou erguer-lhe um templo em Constantinopla. Nos séculos seguintes a veneração expandiu-se também pela Europa. Em uma bula (1584) o papa Gregório XIII instituiu que sua festa seria comemorada no dia 26 de julho, mês que passou a ser denominado mês de sant'Ana. Venerada como padroeira das mulheres casadas, especialmente das grávidas, cujos partos torna rápidos e bem-sucedidos, é também protetora das viúvas, dos navegantes e marceneiros.

Oração a Santa Ana

Senhora Santa Ana, fostes chamada por Deus a colaborar na salvação do mundo.
Seguindo os caminhos da Providência Divina, recebestes São Joaquim por esposo.
Deste vosso matrimônio, vivido em santidade, nasceu Maria Santíssima, que seria a Mãe de Jesus Cristo.
Formando Vós família tão santa, confiantes nós pedimos por esta nossa família.
Alcançai-nos a todos as graças de Deus: aos Pais deste lar, que vivam na Santidade do matrimônio e formem seus filhos segundo o Evangelho; aos Filhos desta casa, que cresçam em sabedoria, graça e santidade e encontrem a vocação a que Deus os chamou.
E a Todos nós, Pais e Filhos, alcançai-nos a alegria de viver fielmente na Igreja de Cristo, guiados sempre pelo Espírito Santo, para que um dia após as alegrias e sofrimentos desta vida, mereçamos também nós chegar à casa do Pai, onde vos possamos encontrar, para juntos sermos eternamente felizes, no Cristo, pelo Espírito Santo.
Amém.



Mãe Nanã - Maturidade (Razão e Sabedoria)

Na Idade Madura, o ser, ao tornar-se mais racional, começa a ter uma "luz interior" alimentada por sólidos princípios que o guiam. Essa "luz interior" é que, logo após o desencarne, irá distinguir um ser livre de outro preso aos instintos e impulsos. A divindade que acompanha nosso fim na carne, assim como nossa entrada, em espírito, no mundo astral, é Mãe Nanã. Nessa porta de passagem, ela atua sobre o nosso carma, conduzindo esta transição com calma e serenidade. Mãe Nanã Buruquê é a maleabilidade e a decantação, é a calma absoluta, que se movimenta lenta e cadenciadamente. Essa calma absorvente de Mãe Nanã, exige silêncio; descarrega e magnetiza o campo vibratório das pessoas, que se modificam, passando a agir com mais ponderação, equilíbrio e maturidade. Mas, maturidade não é sinônimo de idade e idade não é sinônimo de sapiência nem de maturidade. Maturidade é sabedoria, é o desenvolvimento e o compartilhamento de virtudes, é o uso da razão, com simplicidade, harmonia, equilíbrio, amor e fé. O ser mais racional, guiado por princípios virtuosos, tem uma luz que se reflete em sua aura, dando-lhe um aspecto luminoso, sóbrio e estável, pois resiste aos contratempos que porventura surjam em sua vida. Essa luz se expande a partir de seu íntimo e fortalece sua aura. O ser racional, em sua velhice, é o pai e a mãe preocupado(a) com o bem estar de seus filhos e netos, que sabe se mostrar agradável aos jovens, por ser extrovertido, sem se tornar frívolo.... Os seres maduros têm sua religiosidade fundamentada em princípios abrangentes e consegue sublimar-se muito rapidamente após o desencarne. Desliga-se do plano material e busca seus afins nas esferas de luz. Já nos seres presos aos impulsos, sem maturidade, sua luz é exterior e varia conforme seu estado de espírito. O ser imaturo, quando atinge a velhice, começa a sofrer muito, por não possuir energias humanas para alimentar seu corpo emocional e acaba tornando-se apático, desinteressado, implicante etc. Sua luz vai se exaurindo com o advento da velhice, num processo oposto ao dos seres maduros. A luz de um ser é a sublimação de seu espírito humano, que irá se conduzir segundo os princípios divinos que regem toda a criação...

A Orixá Nanã rege sobre a maturidade e seu campo preferencial de atuação é o racional dos seres, que, se emocionados, sofrem sua atuação, aquietando-se e chegando até a ter suas evoluções paralisadas. Ela age decantando-os de seus vícios e desequilíbrios mentais e preparando-os para uma nova vida, mais equilibrada. De todos os Orixás, Nanã é quem tem um dos mistérios mais fechados, pois seu lado negativo é habitado por entidades com um poder enorme e como Orixá, é fechada às pesquisas de sua força ativa. Ela desfaz os excessos e decanta, ou enterra os vícios. Ela é a maleabilidade e a decantação, pois é uma Orixá água-terra. É cósmica, dual e atua  por atração magnética sobre os seres cuja evolução está paralisada e o emocional desequilibrado. Ela desparalisa o ser, decanta-o de todo negativismo, afixa-o no seu barro, deixando-o pronto para a atuação de Obaluayiê, que o colocará numa nova senda evolutiva. Ela é a divindade ou o mistério de Deus que atua sobre todos os espíritos que vão reencarnar, pois decanta todos os seus sentimentos, mágoas e conceitos e os adormece, para que Obaluayiê reduza-os ao tamanho de feto no útero da mãe que os reconduzirá à luz da carne. Mãe Nanã envolve o espírito que irá reencarnar, em uma irradiação que dilui todos os acúmulos energéticos, assim como adormece sua memória, preparando-o para uma nova vida na carne, onde não se lembrará de nada do que já vivenciou. Por isso, ela é associada à velhice, que é quando a pessoa começa a se esquecer de muitas coisas da sua vida carnal. Ela atua na memória dos seres, adormece os conhecimentos do espírito, para que eles não interfiram com o destino traçado para a encarnação. Como Orixá, sua manifestação é através de movimentos lentos e cadenciados, porque traz em si uma energia e magnetismo muito forte. Nanã é uma guardiã que tem seu ponto de força natural, nos lagos, mangues, rios caudalosos e nos deltas e estuários dos rios. Seu campo de ação está localizado nos lagos; tudo ali traz uma calma, uma tranqüilidade que não é encontrada nos outros pontos de força da natureza. No lado místico, Nanã é a divindade que acompanha nosso fim na carne, assim como nossa entrada, em espírito, no mundo astral. Nessa porta de passagem, Nanã, atua sobre nosso carma, conduzindo esta situação com calma, para que o espírito não tome conhecimento da sua transição de um plano vibratório a outro. Nanã é também guardiã do ponto de força da natureza que absorve as irradiações negativas que se acumulam no espaço, criadas pelas mentes humanas nos momentos de angústia, dor ou ódio. Nanã Buruquê é dual porque manifesta duas qualidades ao mesmo tempo. Uma vai dando maleabilidade, desfazendo o que está paralisado ou retificado, a outra vai decantando tudo e todos os seus vícios, desequilíbrios e negativismos. Ela desfaz os excessos e decanta ou enterra os vícios. Nanã Buruquê forma com Obaluayiê um par natural; são os Orixás  responsáveis pela evolução dos seres. Se Obaluayiê é estabilidade e evolução, Nanã é a maleabilidade e a decantação que polarizada com ele e, ambos, dão origem à irradiação da Evolução. Ela atua também na linha da vida, que no início tem Oxum, estimulando a sexualidade feminina, no meio tem Iemanjá, estimulando a maternidade e no fim tem Nanã, paralisando a sexualidade e a geração de filhos, quando se instala a menopausa. Nanã, é um dos Orixás mais respeitados no ritual de Umbanda, por se mostrar como uma vovó amorosa, sempre paciente com nossas imperfeições como espíritos encarnados tentando trilhar a senda da luz. Os santuários naturais, pontos de força regidos por  nossa mãe Nanã Buruquê (os lagos), têm seu próprio campo magnético absorvente poderosíssimo, que varia de sete a setenta e sete metros, a partir das margens. Ali reina a calma absoluta, característica que é própria de Nanã, que se movimenta lenta e cadenciadamente, porque traz em si uma energia e um magnetismo muito fortes.

Nanã Buruquê é a maleabilidade e a decantação e atua por atração magnética sobre os seres com evolução paralisada e emocional desequilibrado. Essa calma absorvente exige silêncio e descarrega e magnetiza o campo vibratório das pessoas,  que se modificam, passando a  agir com mais ponderação e equilíbrio. Ela desfaz os excessos, decanta o negativismo e os vícios e os afixa no seu barro. Nanã, quando vibra à esquerda, no seu lado negativo, é a guardiã do ponto de força das águas estagnadas. A ação negativa das águas paradas pode tirar o equilíbrio de uma pessoa, de uma só vez, provocando desequilíbrio e doenças espirituais, ao atuarem através dos líquidos do corpo humano. O seu ponto de força, quando orientado para nos auxiliar, é absorvente, mas, quando voltado contra nós, é destrutivo, desarmonizador e desequilibrador. Nanã é também a guardiã dos deltas e estuários, locais em que os rios são absorvidos pelo mar. Ela é a Guardiã do ponto de força da Natureza que absorve as irradiações negativas, tanto as que são trazidas pelas correntes magnéticas ao redor da litosfera, quanto as forças negativas criadas pelas mentes humanas. Esses pontos são como pára-raios, que descarregam todas as irradiações captadas.

Fonte: Manual Doutrinário, Ritualístico e Comportamental Umbandista Lurdes de Campos Vieira (Coord.) – Madras Ed.

sábado, 25 de julho de 2015

Evolução do Médium como se processa...


O médium, quando desequilibrado, tem a linha do anímico toda enrolada, feito uma mola.
Quem faz o equilíbrio desta ligação são os Exús. Os Exús negativos recebem a negatividade e levam para a tronqueira. A neutralidade, ou seja, a falta de Deus, é tratada pelos Exús neutros (ou mistos) e as enfermidades são curadas pelos Exús positivos.
Arreia-se, sempre, obrigação para Oxalá.
Neste ponto onde já há o equilíbrio, pode-se fazer obrigação para Pai, Mãe, Caboclo e Exú.
Agora, devidamente ajustado, se suas condições materiais, e dedicação aos estudos forem consideráveis e se sua faixa mediúnica tiver atingido 3 a 4 centímetros, ele poderá ser preparados para o Burí.
a) Burí de Saúde ­ para cura de alguma enfermidade proveniente do campo espiritual.
b) Burí D'água ­ para ajustar alguma deformidade espiritual, problema de comportamento, que estejam atingindo sua vida material.
c) Burizão ­ pessoa em condições normais, usar 7 linhas e seus desdobramentos.

 BURÍ - COMO O MÉDIUM É FORTALECIDO PARA A FEITURA
As preces fazem a transposição das energias das libações e das imantações para o médium.
Os Exús recebem as energias e entregam para a Triangulação Terrena que distribui ao médium formando o campo bioplasmático. Este trabalho vai fortalecer o médium e, desse dia em diante, ele passará a receber as vibrações das entidades diretamente em sua faixa bioplasmática que depois será projetada para o seu corpo e em seguida para o seu espírito.
Quando o médium chegar ao ponto de assentamento as vibrações já não precisam mais ser filtradas pelo seu campo bioplasmático indo direto para o seu corpo que a refletirá para o espírito. Nesse momento ele estará pronto para receber as 33 vibrações.
A partir de agora, nas giras especificas o Zelador fará as preces correspondentes lançando sobre ele as vibrações para que possa assimilar as energias dos assentamentos da Tenda.
Quando o médium estiver definitivamente preparado para o assentamento a sua faixa magnética deve chegar a ter cerca de 7 cm de largura, abrangendo as 7 cores do arco-íris. Esta faixa pode ser destruída pela falta de moral e falta de respeito por si próprio, pelos outros e por Deus.
Para iniciar a preparação para o assentamento será importante o uso do Triângulo da Umbanda (Caboclo, Preto Velho e Erê) , sempre buscando os poderes de Jesus Cristo ( os 33 éteres, ou Leis) com o que serão atingidos os 108 campos atômicos do médium.
O médium tem por obrigação sempre e, principalmente a partir desse momento, cumprir com todos os fundamentos materiais e espirituais, fazer sua defesa, seus banhos, tentando chegar ao equilíbrio eletromagnético. Não deve ter inveja ou despeito por seus semelhantes.
O Zelador tem que acompanhar e equilibrar o médium através das chaves de ciclagem aplicando essas energia nos devidos órgãos do corpo do médium. Quando o Zelador é vidente pode observar as 42 auras coloridas que se alojam nos olhos do médium, quando não, tem que observar suas incorporações para identificar o nível das mesmas.
É preciso observar: dedicação, obediência, limpeza, dia-a-dia do médium, vida familiar, e até mesmo traços fisionômicos, modo de falar e de gesticular. Isso tudo para evitar a farsa.
30 dias antes do assentamento deve ser feita uma consulta ao mentor da Tenda para confirmar se depois de tudo isso o médium chegou espiritualmente a condição final para a feitura.
Depois da feitura o médium pode levar de 1 a 7 anos para chegar a coroação. Isto é, para assimilar todo o conhecimento e energia que lhe foram lançadas durante a feitura.

Resumo da evolução espiritual


O Umbral nós conhecemos como câmaras negras, compostas de ferro e níquel com residuais "elétricos" negativos. Para este plano vão os espíritos possessores e zombeteiros. A este plano tem acesso os exús negativos que habitam a camada superior (Mesosfera), composta por silício, magnésio e ferro. Os exús negativos trabalham no Umbral buscando a sua evolução para o plano seguinte, a Câmara de Limpeza que a ciência conhece por Sima (composta por silício e magnésio). Aqui o exú passa a ser neutro ou misto e terá outras funções também de auxilio aos espíritos sofredores. A evolução do exú neutro o levará para as câmaras residuais (Sial-Litosfera) ou plano da positividade passando a ser um exú positivo . Após essa passagem ele subirá pela Câmara de Reflexão e então irá para o Plano de Eibel onde será quimicamente reorganizado até atingir o Alto Comando dos Exús. Conforme a evolução material do espírito quando em vida , ele trilhará uma das linhas do Alto Comando: ou fogo, ou terra, ou tempo, e assim passará para as camadas seguintes podendo ser um baiano ou um preto velho por exemplo.

GRAU DE EVOLUÇÃO ESPIRITUAL
Imaginemos que os Orixás tenham grau 10 de evolução para podermos fazer uma escala de desenvolvimento dentro da espiritualidade.
Os Exús teriam grau 1 a 3.
Os Baianos e Pretos Velhos do Congo teriam 4.
As entidades do Plano de Angola teriam grau 5.
Aruanda grau 6.
No Plano das Águas teriam grau 7.
Grau 8 para os Cavaleiros das Ordens Geral e Apostolar.
Grau 9 para o plano dos Erês.
A evolução dos espíritos segue caminhos diferentes conforme seu desenvolvimento em matéria até o Plano das Águas, daí para a frente o caminho é o mesmo.