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domingo, 31 de janeiro de 2016

Como obter ajuda do anjo da guarda

Os Anjos podem mudar sua vida. E tudo o que terá de fazer é pedir que eles o ajudem. Apenas isso. Vamos considerar alquimicamente essa decisão, analisando suas quatro condições necessárias: querer, poder, saber e ousar.
Querer Dou como certo que você quer entabular essa comunicação e que deseja realmente pedir ajuda aos planos superiores da existência. O querer é o motor de tudo. E se esse motor falhar ou inexistir, não haverá possibilidade de atingirmos a meta nem de obtermos resultado algum, por muito que essa meta e esses resultados tão desejados estejam nos esperando após a primeira curva do caminho.

 Poder todos podemos. Nem mesmo o fato de não se acreditar na existência dos Anjos será um impedimento para recorrermos a eles e nos beneficiarmos de sua ajuda. É mais do que certo que o poder da fé é enorme e que ela “move montanhas”, mas nesse caso seu papel – embora ajude a estabelecer a comunicação – não é primordial. Não estamos aqui tratando de nenhum tipo de “auto-ajuda”, “auto-programação” ou “auto-hipnose”, mas sim de pedir – e obter – o auxílio de seres tão reais como nós, mesmo que nossos sentidos não sejam capazes de percebê-los.

 Saber -na realidade, não existe protocolo nem normas estabelecidas. Qualquer chamada, qualquer tentativa de nos dirigirmos a eles que seja sincera e parta do coração chegará, será ouvida e atendida. No entanto, para evitar interferências é bom ter as seguintes recomendações em mente, que não passam de leis universais aplicadas a este caso em particular.

1. Evitar a pressa e a precipitação
Mesmo que as chamadas urgentes e desesperadas sejam prontamente atendidas, o contato com nosso Anjo da guarda – ou qualquer outro – se realiza melhor em uma atmosfera de calma e tranquilidade, tanto interior como exterior.

2. Lembrar-se sempre do imenso poder criativo da palavra
A fala inconsciente e ociosa contém sempre um perigo, e esse perigo se multiplica por mil quando os termos empregados têm uma carga transcendente ou divina. Na Religião judaica, a proibição de pronunciar o nome de Deus não precisa de justificativa. Até hoje, nos países de língua francesa, a expressão Nom de Dieu!, que para nós soa muito inocente, é considerada uma das piores blasfêmias a ser pronunciadas. E precisamente um dos mais frequentes abusos das palavras são as blasfêmias e as maldições. Por isso é conveniente evitarmos a companhia daqueles que costumam contaminar o espaço com palavras ociosas, para que a energia positiva não se distancie dali. É importante abster-se do emprego inconsciente daqueles termos que se referem ao mais sagrado: Deus, Jesus, a Virgem e todas as combinações de letras que nos ligam, de um modo ou de outro, aos planos superiores. O uso dessas palavras sempre provoca um efeito, e sua utilização em momentos de cólera ou rancor tem a mesma consequência de jogar uma pedra para o alto e ela, ao cair, atingir nossa própria cabeça. Tudo irá melhor na nossa vida se reservarmos as palavras importantes para momentos importantes.

3. Empregar sempre o tempo presente em nossos pedidos
No mundo dos Anjos não existe passado nem futuro; o sábio sufi Nasafi escreveu há mais de 1300 anos: “Os Anjos estão no mundo invisível, eles mesmos são o mundo invisível. Nesse mundo não há ontem nem amanhã, nem passado nem ano presente nem próximo ano. Indiferentemente, 100mil anos passados e 100 mil anos futuros estão presentes. Já que o mundo do invisível não é o mundo dos contrários, a oposição é apenas um produto do mundo visível. O tempo e a dimensão temporal existem somente para nós, filhos das esferas e das estrelas, habitantes do mundo visível. No mundo invisível, não há tempo, nem dimensão temporal. Tudo o que existiu, existe e irá existir, está sempre presente”. Portanto, devemos nos esforçar para não utilizar o passado e o futuro em nossos pedidos, a fim de evitarmos que seja difícil para o nosso Anjo captá-los. Lembre-se de que ele só conhece “o agora”.

 4. Expressar-se sempre de uma maneira positiva
Por exemplo, jamais devemos pedir: “Que eu não perca meu emprego” ou “Que meu marido não morra”, e sim, pedir aquilo que de fato desejamos, de forma simples e direta: “Manter nosso trabalho” ou “que meu marido tenha sempre saúde e que o amor reine em nosso casamento”. Ao utilizarmos frases negativas, mesmo que de maneira inconsciente, já estaremos imaginando a perda, a derrota, e será isso o que transmitiremos aos planos mais sutis da realidade e aos seres que atenderão às nossas súplicas; como consequência, é bem provável que seja isso o que obteremos no final.

5. Considerar o assunto terminado, até incluindo no pedido agradecimentos por já ter sido resolvido o problema apresentado
Essa é a forma mais efetiva de eliminar as dúvidas, que com certeza também seriam transmitidas, criando obstáculos em todo o processo. Trata-se de evitar por todos os meios que, enquanto nos dedicamos a fazer o pedido da melhor maneira possível, nossa mente esteja, na realidade, transmitindo: quero isto, mas não tenho muita certeza de que este pedido servirá para algo. Qual das duas idéias os Anjos deverão captar?

6. Sermos muito cuidadosos, pois receberemos exatamente aquilo que estamos solicitando.
Com toda uma série de implicações- inerentes ao fato ou ao objeto desejado – que talvez não consigamos imaginar. Convém compararmos as circunstâncias e as situações da vida com uma moeda: é impossível ter uma moeda com apenas uma face. Quem quiser possuí-la, forçosamente terá a moeda com duas faces.

7. Sermos claros e concisos, evitando as incongruências
Os Anjos não gostam de ouvir bobagens. Nunca devemos cair no absurdo de brincar com orações, como, por exemplo: “Senhor, dai-me paciência, mas a quero já”; nem de fazer pedidos malucos como o de um marido que deseja que a esposa lhe seja fiel, enquanto ele a trai com diversas amantes; nem de ter falsas atitudes como a de um ladrão profissional que assiste à missa e comunga todos os dias antes de iniciar sua jornada de “trabalho”.

8. Finalmente, é importante dar as graças
Isto fecha e conclui o ciclo. A ação de agradecer consolida o favor obtido e nos confere título de propriedade sobre ele. Omitir o agradecimento é deixar aberto um círculo, pelo qual a energia pode escapar deixando efeitos indesejados.
Ousar – o passo mais decisivo é ousar a abordagem de um tipo de comunicação e de relação totalmente diferente. O primeiro passo é ousarmos pensar que, mesmo que nosso sentidos não captem os Anjos, existe a possibilidade de que sejam uma realidade e de que uma comunicação deles conosco é perfeitamente possível. Quem já possui essa crença precisa evitar acreditar que se trata de algo próprio de sua Religião. Não é assim. Estamos falando de uma realidade que supera e transcende todas as religiões. Por isso é conveniente desprender-se de todo sentimento de exclusividade religiosa. De imediato, devemos deixar de nos sentirmos privilegiados porque professamos a “verdadeira” religião. Todas as religiões são verdadeiras para seus seguidores e todas são falsas para os demais. 
 A crença que nossa religião é verdadeira e as demais falsas será apenas um obstáculo no caminho do nosso progresso espiritual – e da nossa salvação -, um obstáculo que, mais cedo ou mais tarde, teremos de eliminar.
 Os que não acreditam que os Anjos existem – e que eles desejam nos ajudar – deverão adotar essa possibilidade como uma hipótese de trabalho, e pensar que se a existência dos Anjos é real, essa realidade terá de ser muito mais forte que qualquer bloqueio originado por sua incredulidade, e capaz de vencer tal bloqueio e de manifestar-se, senão de uma maneira sensível – dadas as limitações dos nosso sentidos -, com fatos, pois, no fim das contas, são esse que nos interessam. Temos que nos atrever a iniciar uma comunicação com os anjos e lhes pedir ajuda, porém mantendo a mente totalmente aberta, sem querer forçosamente encurralá-los com nossas idéias preconcebidas.

“Peçam, e lhes será dado! Procurem, e encontrarão! Batam, e abrirão a porta para vocês! Pois todo aquele que pede, recebe; quem procura, acha; e a quem bate, a porta será aberta. Quem de vocês dá ao filho uma pedra quando ele pede um pão?   (Mateus 7,7-9)

sábado, 30 de janeiro de 2016

Incenso e sal grosso realmente funcionam?


Entenda o motivo pelo qual sal grosso e incenso são realmente eficientes para a purificação e o equilíbrio energético de pessoas, coisas e ambientes.

SAL GROSSO VERDADE OU MITO?
Na sabedoria popular, muito se fala sobre o poder dos incensos e do uso do sal grosso quando o assunto é energia dos ambientes. Mas será que esses simples elementos realmente são eficientes para harmonizar energeticamente tanto ambientes como pessoas? Ou será que estamos diante de pura crença sem fundamento científico ou funcional?
Não é de hoje que ouvimos falar o quanto esses elementos – incenso e sal grosso – são empregados em muitos casos em que o objetivo em questão é tratar a energia sutil, das coisas, pessoas ou ambientes. Também já ouvimos falar da tão comentada proteção espiritual, e que esses dois elementos, novamente são aprovados pelo conhecimento popular. Seria isso verdade ou não passa de uma superstição tola?

Sim! Eles funcionam!
São realmente eficientes no que tange ao trabalho de equilibrar energias sutis. Obviamente que se tentarmos comprovar esses benefícios pelo viés da ciência clássica moderna a qual é, sobretudo, materialista (que tem como base ou fundamento apenas os elementos materiais) aí realmente fica difícil comprovarmos.  Mas a pergunta é: será que temos que ter comprovação científica de uma ciência que foi seqüestrada por uma visão meramente materialista?
Por isso, selecionei neste texto um apanhado de informações que coletei ao longo da minha vida, desde as experiências que tive como químico (minha formação acadêmica), como também terapeuta e professor de terapias holísticas. Além disso, no estudo o qual dediquei grande parte do meu tempo para construir a Fitoenergética, também encontrei muitas vezes no meio do caminho da pesquisa, as intrigantes atuações dos incensos e sal grosso.
Mesmo defendendo a ideia que o tema abaixo foi amplamente estudado para que essa definição fosse apresentada, ainda sim sugiro que você mesmo teste e encontre as suas próprias conclusões.

INCENSOS:
O poder do incenso é transcendental porque reúne múltiplos elementos que são muito eficientes na harmonização de um ambiente. Quando a vareta é queimada, múltiplos elementos entram em ação e atuam no ambiente, pessoa ou objeto que se deseja. 

SAL GROSSO:
O sal grosso, quimicamente falando é NaCl, ou seja, a união do Cl (cloro) com o Na (sódio). No átomo de cloro temos um ânion (-) ou a partícula negativa. No átomo de sódio temos o cátion (+) ou a partícula positiva. Portanto, o positivo se liga ou negativo para formar uma molécula em equilíbrio.

Vemos essa visão na espiritualidade e nas filosofias orientais como o Taoismo, por exemplo, onde o Tao, que é o todo, o inefável, a presença maior, a grande mente universal, emana para o planeta Terra o Chi. Na visão oriental temos o Chi que tem seu corresponde ocidental conhecido como magnetismo, fluído vital ou energia vital simplesmente. Ao longo da história da humanidade e em diversos povos, o Chi também recebeu nomes como quinta essência, manas, prana, entre outros.

E o que isso tem haver com as propriedades do sal grosso?  Tudo…
Quando o sal entra em contato com a água, os átomos de Na(+)  e Cl(-) tendem a se separar para reagir com a água (H20). Nesse processo, naturalmente encontramos também a possibilidade de partículas negativas do ambiente, pessoa ou objeto, serem atraídas magneticamente para a parte do Na+ (sódio), ao passo que partículas carregadas positivamente serão atraídas para a parte do Cl – (cloro).

Engana-se quem pensa que energia positiva em excesso é algo bom, pois o correto e harmônico é o equilíbrio, e por isso, o sal além de absorver a negatividade em excesso, também absorve a parte positiva que estiver em desequilíbrio.

> Colocar um copo com água + sal grosso nos principais ambientes de uma promoverá o ajuste da energia desses locais, entretanto é bom que se saiba que este copo precisa ser trocado.
> Troca-se o copo com água e sal grosso sempre que este começar apresentar formação de uma casca de sal em sua borda. Nesse momento, joga-se o conteúdo do copo em esgoto normal, lava-se bem o copo e repete-se o processo.
> Mantenha os copos com água e sal grosso nos ambientes que quer harmonizar e você promoverá o efeito filtro de ambiente, o que nos ajuda muito na rotina diária, para mantermos a qualidade da energia de nossos lares.
> Use preferencialmente copos de vidro transparente, sempre preenchendo com água mineral ¾ do volume, ou seja,  deixe o copo com uma margem vazia.
> Em um copo de 300 mL use de duas a três colheres de sal.
Você pode colocar no ambiente que desejar, entretanto se você escolher apenas os principais do local onde deseja “filtrar a energia”, você já terá um grande ganho. Deixe de lado a superstição, sal grosso com água realmente funciona, entretanto se quando você for preparar os copos em sua casa, além de sal e água você colocar uma intenção positiva, amorosa e confiante, certamente os resultados serão potencializados.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

3 Sinais de que sua alma reencarnou nesta vida


A reencarnação está se tornando um tema comum. Enquanto pesquisas descobriram que a crença americana em Deus diminuiu, a crença na reencarnação permanece estável em cerca de 25%.
Reencarnação é a crença de que você não nasce, vive, e morre para sempre. É a ideia de que nós nascemos, morremos, e, em seguida, nascemos de novo.
Alguns pensam que a reencarnação tem o  propósito de ensinar nossas almas alguma grande lição, o que lhes permite serem purificadas e chegar aos céus. Outros acreditam que é um processo contínuo e não há como pará-lo.
Com cada vez mais e mais pessoas assumindo a ideia da reencarnação, confira a seguir os sinais de que este não é o primeiro rodeio da sua alma:

1. Você tem o melhor detector de coisas ruins
É aparentemente curiosa a forma como você pode sentir coisas estranhas no ar. Você é inexperiente, mas tem a incrível sensação de que já fez tudo isso antes. Você não tem tempo para isso. Isso porque você já passou pela vida algumas vezes e está familiarizado com coisas estranhas. Estime isso. Nem todo mundo possui esse “dom”.

2. Você não se sente em casa em lugar nenhum
É uma sensação muito estranha não saber exatamente onde sua casa é. Nenhum lugar na Terra realmente te atrai, permitindo-lhe o repouso dos olhos cansados. É como se você estivesse com saudades de sua casa de infância, como se você ainda estivesse lá.
Sua alma pode ter saudade do que alguns chamam de “Paraíso” ou “O Mundo Espiritual”. Talvez o lugar para onde vamos ”entre vidas” seja impressionante… ou talvez seja apenas bonito, maravilhoso e pacífico. Talvez encontremos nossos velhos amigos e parentes lá. É difícil saber quanto tempo podemos passar lá durante o nosso ”intervalo de vidas”.

3. Você está especialmente interessado em lições de vida
Por todos os lados, você parece estar aprendendo alguma grande lição. Você está passando por coisas emocionalmente e sente como se nesta vida estivesse evoluindo muito. Isso pode significar que a sua alma está amadurecendo, que está pronta para embarcar em sua próxima aventura  não-terrestre.
Pensa-se que as almas podem crescer ao longo do tempo e vidas e que as dificuldades que experimentamos também. Se você sente que está aprendendo muitas lições na vida, sua alma está provavelmente crescendo.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Arruda, Alecrim e Guiné – O tradicional banho de ervas.


Na Umbanda é muito comum utilizar-se de banhos de ervas para os mais diversos fins, descarregos, propiciatórios, protetivos, entre outros. E o banho mais comum que encontramos sendo aconselhado nos terreiros é o de Arruda, Alecrim e Guiné, as vezes com algumas variações, adicionando-se rosas brancas e mais uma ou outra erva, mas seguindo sempre essa estrutura básica. Vamos abordar essas ervas e tentar montar um estudo sobre o poder de ação desse banho tão popular.

ALECRIM

“O alecrim (Rosmarinus officinalis) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo ocorrendo dos 0 a 1500 m de altitude, preferencialmente em solos de origem calcária. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar.” – Wikipédia
 
Segundo Adriano Camargo: 
 
“Ao alecrim é atribuído um caminho fantástico até sua chegada ao uso ritual brasileiro: incensou e embalsamou os reis egípcios; escondeu e protegeu nossa senhora e o menino Jesus na fuga para o Egito; foi queimado na Idade Média como profilático para que a peste não se alastrasse; ativou a memória dos gregos e simbolizou sua juventude; foi dissecado, estudado e pesquisado por médicos da antiguidade e da modernidade, entre dezenas de outros feitos considerados ao rosmarinus e que lhe consagram como uma das mais famosas ervas aromáticas.”
 
É usada também na culinária como tempero, muito cultuada na cozinha mediterrânea (tida como uma das mais saudáveis do mundo) tem um aroma agradável e duradouro. É usada também junto com vinagre e azeite de oliva. Usada principalmente na preparação de aves, caça, carne de porco e batatas. Também é usado com cordeiro e vitelo.
 
No conhecimento popular, é usada como estimulante para pessoas com febre e com tosse, e para casos de má digestão. Auxilia também, através do seu aroma, a concentração e o funcionamento da memória.
 
No uso ritual, é bem comum usá-lo em banhos e defumações. Tem propriedades equilibradoras e tranquilizadoras, é chamada de a erva da alegria. Ajuda a trazer clareza e iluminação em momentos conturbados e de tristeza. Tem a influência dos seguintes Orixás: Oxóssi, Oxalá, Oxum, Iemanjá e Ogum.

ARRUDA

“A arruda (Ruta graveolens) é uma planta da família das Rutáceas. Subarbusto muito cultivado nos jardins em todo o mundo, devido às suas folhas, fortemente aromáticas. Atinge até um metro de altura, apresentando haste lenhosa, ramificada desde a base. As folhas são alternas, pecioladas, carnudas, glaucas, compostas, de até 15 cm de comprimento. As flores são pequenas e amareladas. O fruto é capsular, de quatro ou cinco lobos, salientes e rugosos, abrindo-se superior e inteiramente em quatro ou cinco valvas.”
É uma das mais clássicas ervas ritualísticas, devido a seu forte cheiro é considerada naturalmente como um afastador de mau-olhado. O costume popular diz que devemos colocar um galho de arruda atrás da orelha para afastar as energias de inveja de nós. Também é muito utilizada pelas rezadeiras e benzedeiras.
Sua frequência vibratória é muito semelhante a do duplo-etérico do ser humano, então podendo ser associada para cortar laços energéticos negativos, assim como também desimpregnar larvas astrais e miasmas. Sua cor vibratória é um vermelho vivo e intenso.
Por ser uma erva com efeito emenagogo, é recomendado que seu uso seja externo, pois pode causar hemorragias e também possui efeitos abortivos. Seu uso em pó ou um forte chá (uso externo) também é recomendado contra piolhos. Neste caso faz-se a infusão com as folhas frescas ou secas da erva e depois lava a cabeça com esta.
Já na antiga Grécia era usada para afastar doenças contagiosas, e também era usada pela igreja primitiva para espargir água-benta nos fiéis.

No uso ritualístico tem um alto poder de limpeza, e é empregada em banhos e defumações. Tem em sua frequência energética as funções purificadoras e consumidoras. Sua vibração provém dos Orixás Xangô e Egunitá (Oro-Iná).

GUINÉ

“A Guiné ou Rabo de Gambá (Petiveria tetrandra) é um arbusto ou subarbusto de cerca de meio a um metro de altura, de ramos angulosos, sulcados-estriados, pubescentes ou quase glabros, subflexuosos, dilatados nos nós.” – Wikipédia

Erva mais que popular dentro dos cultos religiosos. Segundo Adriano Camargo: “Uma erva tão importante para o uso religioso que, na Umbanda, muitas falanges se formam usando seu nome como base, como caboclo guiné, preto velho pai guiné, etc. E aparece em centenas de pontos cantados na Umbanda e linhos entoados no Catimbó.”

Tem ação cortante, podendo dizer que tem até uma natureza metálica em sua assinatura energética. Por isso é tão temida pelas hostes do baixo astral. Tem uma ação profunda, cortando negativismos de locais e também de espíritos com emocional desequilibrado. É indicada para limpezas pesadas, para cortar demandas e negativismos, para cortar cordões energéticos negativos (usando como bate-folhas), para quebrar cascões energéticos, liberar infestações parasitárias astrais, perfurar as muralhas energéticas densas e também curar desequilíbrios. Ritualisticamente é empregada em banhos, bate-folhas, defumações e também usada em forma de pó para benzimentos e descarregos. Um bom uso da guiné é em escalda-pés, para aqueles dias difíceis onde parece que tudo acumulou sobre você. Tem a regência vibratória de Oxóssi e Ogum. 

Por ser tóxica em altas doses é recomendado apenas seu uso de forma externa. Em altas doses, caso ingerido, pode provocar hemorragias e abortos, até podendo segundo alguns causar loucura por uso contínuo. 

É também recomendada, pela medicina popular, contra picada de insetos e sarna. Neste caso coloca-se as folhas e galhos imersos em álcool, e deixe repousar por no mínimo 15 dias. Depois, caso ocorra alguma picada, passar o álcool c/ ervas em cima da picada ou no foco da sarna.

Vamos agora entender a natureza desse banho com as ervas combinadas, seguindo a metodologia explicada pelo Erveiro, onde existem Ervas Quentes, Ervas Mornas e Frias ou ainda Agressivas, Equilibradoras e Específicas.

Segundo esses estudos sabemos que em um banho de natureza de descarrego e limpeza, que seja de uso habitual, devemos colocar ao menos uma erva equilibradora ou morna, para quebrar um pouco a característica totalmente agressiva das outras ervas. Neste banho, é comum ser receitado para limpeza energética e para criar um campo de proteção em volta da pessoa. Então temos duas ervas Quentes ou Agressivas: Arruda e Guiné; e uma erva equilibradora: Alecrim.

A arruda entraria como um limpador, queimando e consumindo todas as cargas energéticas densas em volta do duplo da pessoa, pois pela sua natureza vibratória próxima da aura humana, é mais fácil de ‘entrar’ na mesma, retirando esses acúmulos negativos. A guiné viria em seguida, com seu efeito cortador, removendo todos os cordões energéticos negativos, e também retirando aquilo que a arruda não conseguiu atingir. A guiné também trabalha com sua propriedade curadora, ‘tapando’ os buracos deixados no duplo e nos corpos energéticos. E o alecrim vem para dar equilíbrio e harmonia a toda essa mistura e também como um energizador, já que a limpeza foi profunda.

Vejam só toda a ação que se tem com apenas três ervas simples que podem ser plantadas em vasinhos e deixadas em qualquer local, seja apartamento ou casa.

 Fonte de Pesquisa: Rituais com Ervas – Banhos, Defumações e Benzimentos – Adriano Camargo; Editora Livre Expressão. Compre o livro, vale todo o investimento.​

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Colônias Espirituais



O desencarne ocorre e como espiritualista sabemos que a vida continua, agora em um outro plano de existência. Mas que plano é esse? Para onde vão os Espíritos? Eles ficam vagando pelo espaço?
Podemos dizer, a grosso modo, que os espíritos se agrupam por afinidades, ou seja, conforme suas frequências vibratórias e convicções. Falamos um pouco sobre isso no texto sobre desencarne para várias religiões. Porém aqui iremos tratar dos aglomerados de espíritos que acabam gerando verdadeiras vilas, cidades e até estados do outro lado, denominados no meio espírita como Colônias Espirituais.
A mais famosa colônia espiritual é chamada de Nosso Lar e foi popularizada pela literatura espírita de Chico Xavier, narrando as histórias do espírito André Luiz. Ficou tão popular que rendeu até mesmo um filme sobre o assunto. No relato de André Luiz, somos apresentados ao Umbral, assim como a Colônia Nosso Lar com seus ministérios, praças e locais de atendimento e trabalho. Também nos é apresentado as histórias dos moradores do local e suas inter-relações e a apresentação primária de que o trabalho continua no outro lado da vida, inclusive sendo remunerado por hora-crédito, para que os espíritos possam gozar de momentos de descontração e prazer. Porém o que ninguém cita – abertamente – é que apesar da visão linda do Nosso Lar, a colônia ainda se encontra muito próxima de nós, recebendo os espíritos menos evoluídos – mas ainda assim merecedores por algum motivo – dentro de suas muralhas. Podemos dizer então que Nosso Lar ainda está em uma das Zona Umbralinas do Astral.
O que chama a atenção é a quantidade de coisas construídas, vegetação e até mesmo a presença de alguns animais. Nas colônias encontramos tudo que aqui há, só que em uma versão melhorada. De fato, assim como o perispírito é o molde de nosso corpo material, os objetos do mundo espiritual são os moldes dos objetos materiais aqui no plano terreno. Logo, tudo tem sua contraparte etérea e espiritual. A flor-de-laranjeira que aqui vibra, lá também vibra e apresenta-se de forma astralina, porém muito mais perfeita.
As construções são todas moldadas através do fluído cósmico universal e são mantidas pela mente coletiva dos fundadores ou dirigentes das colônias. Esses conforme vão evoluindo, passam o bastão-de-liderança e também a obrigação de sustentar toda a colônia. Sabemos também que em algumas dessas colônias, encontramos certo tipo de alimentação plasmada, como frutas, legumes e afins, além de uma espécie de água extremamente magnetizada própria para os espíritos que ainda não conseguiram se desvencilhar do hábito terreno de alimentação ou não aprenderam ainda se nutrir através do prana universal.
Porém, Nosso Lar não é a única colônia, dentro da Umbanda temos conhecimento de outros locais como:
    Aruanda, terra dos pretos-velhos e guias de Umbanda.
    Jurema, terra dos caboclos e índios de Umbanda, também conhecida como Macáia.
    Humaitá, terra dos Oguns e dos Espíritos de Soldados.
    Colônia do Cruzeiro do Sul, alguns missionários cristãos, índios e caboclos que tiveram vivência em terras brasileiras e outros espíritos missionários.
Existem outras colônias conhecidas do meio espírita, tais como:
    Colônia Regeneração, que se encontra nas proximidades de Goiânia até Brasília e que trabalha com espíritos com períspiritos mutilados.
    Colônia Amigos da Dor, que vai do norte de Minas Gerais até o sul da Bahia. Curiosamente é uma colônia de espíritos que trabalham dentro da egrégora católica, promovendo missas e atendimentos em igrejas, santas casas e locais relativos ao catolicismo.
    Colônia Arco-Íris, que fica na região Norte do Brasil, próximo a cidade de Porto Velho.
E outras: Colônia Regeneração, Colônia Redenção, Colônia Arco-Íris, Colônia Raios do Amanhecer, Colônia Bom Retiro, Colônia Padre Chico, Colônia da Praia, Colônia Nova Esperança, Colônia das Águas, Colônia Morada do Sol, Colônia das Flores, Colônia Gramado, Colônia das Montanhas, Colônia Estudo e Vida, Colônia das Violetas, Colônia do Sol Nascente, Colônia do Abacateiro, Colônia do Rouxinol, Colônia do Moscoso, Colônia Socorrista Moradia, Colônia Campo da Paz, Casa Transitória de Fabiano, Colônia Redenção, Colônia da Música, Colônia Espiritual de Eurípedes Barsanulfo, Colônia Alvorada Nova, Colônia Casa do Escritor, Colônia Triângulo, Rosa e Cruz, Sanatório Esperança, Moradias, Colônia Porto da Paz, Instituto de Confraternização Espírito Meimei, Colônia A Cruzada, Colônia Gordemônio, etc.
Há um post no fórum Rede Amigo Espírita, falando sobre isso na visão destes praticantes do Espiritismo, confira aqui.
Ainda temos colônias ou agrupamentos nos umbrais que nem sempre estão formalmente organizados em uma estrutura política coerente, dentre essas a mais famosa colônia é o chamado Vale dos Suicidas. Esse local ficou conhecido através do livro Memórias de um Suicida, psicografado pela médium Yvonne do Amaral Pereira e pelo espírito de Camilo Castelo Branco. Porém, existem relatos de que esse local fora desmantelado recentemente, pois o acumulo de energias densas estava começando a afetar a psicosfera terrena, então um conjunto ou força-tarefa de espíritos evoluídos foram incumbidos a desagregar toda energia negativa que se aglomerava em um local e reconduzir os espíritos que ainda não haviam conseguido sair dali por vontade própria. Porém, é um trabalho temporário e acabará retornando com o passar dos tempos.
Apesar de Allan Kardec não ter se referido às colônias de forma direta em seu pentateuco, podemos encontrar referências como o agrupamento de espíritos por afinidade por toda obra, como podemos ver nas perguntas abaixo, retiradas do Livro dos Espíritos:

    84. Os Espíritos constituem um mundo à parte, além daquele que vemos?
     — Sim, o mundo dos Espíritos ou das inteligências incorpóreas.

     85. Qual dos dois, o mundo espírita ou o mundo corpóreo, é o principal na ordem das coisas?
     — O mundo espírita; ele preexiste e sobrevive a tudo.

     86. O mundo corpóreo poderia deixar de existir, ou nunca ter existido, sem com isso alterar a essência do mundo espírita?
     — Sim; eles são independentes, e, não obstante, a sua correlação é incessante, porque reagem incessantemente um sobre o outro.

     87. Os Espíritos ocupam uma região circunscrita e determinada no espaço?
     — Os Espíritos estão por toda parte; povoam ao infinito os espaços infinitos. Há os que estão sem cessar ao vosso lado, observando-vos e aluando sobre vós, sem o saberdes; porque os Espíritos são uma das forças da Natureza e os instrumentos de que Deus se serve para o cumprimento de seus desígnios providenciais; mas nem todos vão a toda parte, porque há regiões interditadas aos menos avançados.
Inclusive no livro O Céu e o Inferno, encontramos no Capítulo II da segunda parte, um trecho de comunicação de um espírito que cita, comparativamente, sua morada na terra com o local que vislumbrava no plano espiritual.
Apesar de muita gente querer ir para uma determinada colônia, não é assim que acontece. Primeiramente precisamos merecer estar lá. Ainda assim, existem diversos espíritos que se encontram vagando, sempre errantes na Crosta. A crosta é exatamente aqui onde estamos e esses espíritos geralmente são as almas penadas. Mesmo se estivermos dentro de uma colônia, não estamos presos a ela, podemos ir e vir conforme quisermos, porém o nosso senso de compromisso fala mais alto e sempre iremos querer ajudar, ou pelo menos é o que se espera.
Esse é um assunto com pouquíssima literatura própria, sendo apenas dado como plano de fundo na maioria das histórias publicadas, mas de fato é extremamente fascinante. Podem existir colônias evoluídas e outras menos evoluídas e só é permitido ao espírito adentrá-las se cumprir os requisitos de evolução moral necessários.​

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

5 Plantas para ficar no seu quarto: E ajudar você a dormir melhor


Muita gente tem a ideia equivocada que dormir com plantas no quarto faz mal.
Mas como diz o botânico Gilberto Kerbauy, da Universidade de São Paulo, se isso fosse verdade, “não haveria um índio vivo na Floresta Amazônica”.
É claro que existem plantas mais apropriadas para ficar no quarto.
Essas plantas purificam o ar e aumentam os níveis de oxigênio.
E farão você dormir e respirar melhor.
Aqui estão cinco delas:

Lavanda
Esta planta alivia a ansiedade e ajuda os insones.
Inalar o perfume de lavanda proporciona um efeito calmante e sedativo.

Babosa (aloe vera)
Especialistas acreditam que ela tem um forte poder desintoxicante e anti-inflamatório.
Além disso, a babosa é uma planta especial para ter em sua casa, uma vez que elimina substâncias químicas contidas em produtos de limpeza.
E também purifica o ar.
Aqui um dado relevante: quando exposta em área altamente poluída, a babosa desenvolve manchas marrons e sinais de que algo está errado em termos de qualidade do ar.

Jasmim
Ele é capaz de dar uma boa noite de sono de uma forma completamente natural.
O melhor sobre o jasmim é que, além de melhorar a qualidade do sono, reduz a ansiedade.
Você nunca mais vai acordar irritado novamente.

Espada-de-são-jorge
Ela purifica o ar e aumenta os níveis de oxigênio.
E é provavelmente a melhor planta para ficar no seu quarto.
A espada-de-são-jorge absorve o dióxido de carbono e emite oxigênio durante a noite.
Se você precisa melhorar a qualidade do seu sono e respirar facilmente, esta planta é ideal para você.

Hera
Os cientistas dizem que esta planta é excelente para a purificação do ar.
Ela absorve perigosíssimas toxinas, como o benzeno e o formaldeído.
É certamente uma das melhores plantas para você manter em seu quarto.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Saber dizer Adeus: A conversa mais difícil antes de morrer!

Um passo inegável na vida de qualquer ser vivo é a morte. Embora sejamos conscientes disso, os seres humanos vivem em um bolha. Nos convencemos de que seguiremos neste mundo indefinidamente.
A realidade nem sempre é como esperamos. Às vezes, a vida não é particularmente cooperativa. Podemos nos deparar com a partida do nosso companheiro ou desenvolver alguma doença. Talvez um acidente leve o nosso melhor amigo.
“Ninguém é tão jovem que não possa morrer hoje”
De todas as possíveis situações, a mais complicada é quando sabemos que a morte está latente na vida de um ser próximo. O menos importante é a razão pela qual isso acontece.
O verdadeiro choque se dá frente à ideia de ter que enfrentar o processo de morrer sem ter outra alternativa.
Como se preparar para dizer adeus?
“Guarde as boas lembranças para os maus momentos e escute… coloque-se na vida, para dizer o que sente, sentir o que vale, sonhar o que quer e para saber que lhe sobra tendo o que tem”
– Anônimo –
Em nossa sociedade atual, poucas vezes tiramos um tempo só para nós. Possivelmente por isso as técnicas de meditação sejam tão populares. No fundo, desejamos ter um tempo sem interrupções.
Quando  você enfrenta o momento de dizer adeus a um ser querido, precisa tirar um tempo para você. Apague todos os fatores de distração e concentre-se em você. Dê-se tempo de sentir tristeza, irritação, frustração.
Passe por todas as etapas necessárias e, finalmente, aceite que essa pessoa não estará mais com você. O que sente? O que precisa dizer para essa pessoa? Na verdade, você  deve dizer tudo o que pensa?
Não se engane, este será um momento de grande dor. Mas ele também dá a possibilidade de trocar algumas circunstâncias.
É importante chorar, se zangar e aceitar a mudança que se aproxima. Você deveria se apresentar frente a outra pessoa só depois de ter refletido a respeito da situação.
É provável que a pessoa que enfrenta a morte precise falar mais do que escutar. Dê tempo a ela, permita que diga o que precisa e demonstre que a acompanha. É recomendável  dar esperanças só se a realidade assim o permitir.
Certamente, você quer que a outra pessoa se sinta tranquila, mas não deve mentir para ela. Não é bom criar falsas expectativas de possíveis tratamentos milagrosos. Se existirem possibilidades, elas devem se mencionadas sem exagero.
Ajudar a outra pessoa a aceitar sua condição
“Depois de tudo, a morte é só um sintoma de que houve vida”
– Mario Benedetti –
Uma parte muito importante dessa difícil conversa é nos assegurarmos de que a outra pessoa entende sua condição. As seguintes perguntas podem ajudar:
Você entende o seu diagnóstico?
Quais são suas principais preocupações?
Você quer fazer algumas mudanças ou acertos?
Como você quer passar seu tempo a partir de agora?
Quem você gostaria que tomasse suas decisões quando for necessário?
Esta conversa não é fácil em nenhum caso, mas é importante escutar a quem enfrenta à morte.
Devemos deixá-la saber que sua opinião nos importa, que  lhe damos poder sobre sua vida, e isso é uma coisa a qual ninguém deve renunciar.
Se você não está em situação de poder ajudar a tornar o processo mais suportável, limite-se a estar disponível. A companhia de pessoas amadas é importante nesses casos.
A importância dessa conversa
“A morte não nos rouba os seres amados. Ao contrário, nos guarda e nos imortaliza na lembrança. A vida, essa sim, nos rouba muitas vezes e definitivamente”.
A maioria de nós sempre procura atrasar essa conversa. Tentamos nos convencer de que há mais tempo. Nem sempre é assim.
As coisas podem acontecer muito rápido. É comum que quem evitou essa conversa se sinta mal ou culpado pelo que deixou de dizer.
Se tiver medo de falar sobre o assunto, comece escutando o que a outra pessoa tem a dizer. Pouco a pouco você terá mais clareza se houver algo que quer compartilhar ou não.
Algumas dessas conversas podem levar poucos minutos enquanto outras são intermináveis. Não se preocupe, você não é obrigado a dizer ou fazer nada que não queira.
Sempre é melhor se despedir a tempo e não deixar que o tempo acabe.

domingo, 24 de janeiro de 2016

30 traços de uma pessoa SENSITIVA

Ser uma pessoa sensitiva, ou empata, significa que ter a capacidade de perceber e ser afetado pelas energias de outras pessoas e ter uma capacidade inata de sentir e perceber intuitivamente outros. A sua vida é inconscientemente influenciada pelos desejos dos outros, desejos, pensamentos e estados de espírito. Ser um empata é muito mais do que ser altamente sensível e não está limitado apenas às emoções.Pessoas mais sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como apenas saber as motivações e intenções de outras pessoas.
Aqui ficam 30 dos traços mais comuns do SENSITIVO ou EMPATA:
1. Saber: os sensitivos sabem coisas, sem lhes ser dito. É um conhecimento que vai além da intuição, mesmo que essa seja a forma como muitos poderiam descrever o saber. Quanto mais sintonizados eles são, mais forte este dom se torna.
2. Estar em locais públicos pode ser esmagador ou avassalador: lugares como shoppings, supermercados ou estádios onde há uma grande quantidade de pessoas ao redor pode preencher o empata com as emoções turbulentas vindas de outras pessoas.
3. Sentir as emoções e tomá-las como suas: este é grande fardo para sensitivos. Alguns deles vão sentir emoções vindas daqueles que estão perto e outros poderão sentir as emoções de pessoas a uma grande distância, ou até ambas. Os empatas mais sintonizados irão saber se alguém está a ter maus pensamentos sobre eles, até mesmo a uma grande distância.
4. Assistir violência, crueldade ou tragédias na TV pode tornar-se insuportável. Quanto mais sintonizado um empata se torna, pior se torna o ato de ver TV. Pode acontecer, eventualmente, este ter de parar de ver televisão e ler jornais por completo.
5. O empata sabe quando alguém não está a ser honesto: se um amigo ou um ente querido lhe está a dizer mentiras ele sabe disso (embora muitos sensitivos tentam não se focar muito nesse conhecimento porque saber que um ente querido está a mentir pode ser doloroso). Se alguém está a dizer alguma coisa mas se ele sente ou pensa de outra, o empata simplesmente sabe.
6. Captar os sintomas físicos de uma outra pessoa: um empata pode desenvolver as doenças de outra pessoa (constipações, infecções oculares, dores no corpo e dores), especialmente aqueles que são mais próximos, um pouco como as dores de simpatia.
7. Distúrbios digestivos e problemas nas costas: o chacra do plexo solar tem base no centro do abdômen e é conhecido como a sede das emoções. Este é o lugar onde os empatas sentem a emoção de entrada do outro, o que pode enfraquecer a área e, eventualmente, levar a qualquer problema, desde úlceras estomacais a má digestão, entre muitas outras coisas. Os problemas nas costas podem-se desenvolver porque quando uma pessoa que não tem conhecimento que é um empata e não está preparada, estará quase sempre “sem chão”.
8. Sempre a olhar os oprimidos: qualquer um cujo sofrimento, dor emocional, a ser vítima de injustiça ou intimidado, chama a atenção e a compaixão de um empata.
9. Outros irão querer descarregar os seus problemas, até mesmo estranhos: um empata pode-se tornar uma lixeira para questões e problemas de toda a gente e se não tiver cuidado pode acabar como utilizando esses problemas como seus próprios.
10. Fadiga constante: os sensitivos muitas vezes ficam sem energia, seja de vampiros de energia ou apenas captando em demasia a energia dos outros, que até mesmo o sono não cure. Muitos são diagnosticados com Fadiga Crônica ou até Fibromialgia.
11. Personalidade possivelmente viciada: álcool, drogas, sexo, são, para citar apenas alguns vícios a que os empatas podem recorrer, para bloquear as emoções dos outros. É uma forma de auto-proteção, a fim de se esconder de alguém ou de algo. Pode não se tornar um vício mas, em menor escala, hábitos regulares.
12. Atração para a cura, as terapias holísticas e todas outras coisas metafísicas: embora muitos sensitivos gostassem de curar os outros, podem acabar por se afastar dessa vocação (mesmo tendo eles uma capacidade natural para isso), depois de se terem estudado e formado, porque eles carregam muito daqueles que eles estão a tentar curar. Especialmente se eles não sabem da sua capacidade e habilidade da empatia. Qualquer coisa que tenha uma natureza sobrenatural é de interesse para os sensitivos e não se surpreende ou ficar chocado facilmente. Mesmo com uma revelação que muitos outros considerariam impensável, por exemplo, os empatas teriam reconhecido o mundo seria redondo quando todos os outros acreditavam que era plana.
13. Criatividade: a cantar, dançar, atuar, desenhar ou escrever, um empata terá uma forte veia criativa e uma imaginação muito fértil.
14. Amor pela natureza e pelos animais: estar ao ar livre na natureza é uma obrigação para os sensitivos e os animais de estimação são uma parte essencial da sua vida. Podem não os ter porque acredita que eles devem ser livres mas têm grande carinho e proteção por eles.
15. Necessidade de solidão: um empata vai agitar-se e ficar louco se ele não receber algum tempo de silêncio. Isto é ainda muito evidente em crianças empáticas.
16. Fica entediado ou distraído facilmente se não for estimulado nas tarefas mais rotineiras: trabalho, escola e vida doméstica tem que ser mantidas interessantes para um empata ou eles desligam-se delas e acabam a sonhar, rabiscar ou a procrastinar.
17. Consideram impossível fazer coisas que não gostam: como no anterior, parece que eles estão a viver uma mentira por fazê-lo. Para forçar um empata a fazer algo que ele não gosta, através da culpa ou rotulando-o como passivo servirá apenas para fazê-lo ficar infeliz. É por esta razão que muitos sensitivos ficam rotulados como sendo preguiçosos.
18. Luta pela verdade: isso torna-se mais predominante quando um empata descobre seus dons de nascença. Qualquer coisa que seja ele sente que está completamente errada.
19. Sempre à procura de respostas e conhecimento: ter perguntas sem resposta pode ser frustrante para um empata e eles vão esforçar-se sempre para encontrar uma explicação. Se eles têm um conhecimento sobre algo, eles irão procurar a confirmação. O lado mau disso pode ser a sobrecarga de informações.
20. Gostam de aventura, liberdade e viagens: os sensitivos são espíritos livres.
21. Abomina a desordem: ela traz uma sensação ao empata de peso e bloqueia o seu fluxo de energia.
22. Adora sonhar acordado: um empata pode olhar para o espaço por horas, ficando num mundo muito próprio e de muita felicidade.
23. Acha a rotina, as regras ou o controlo aprisionante: qualquer coisa que tire a liberdade é debilitante para um empata.
24. Propensão para carregar peso sem necessariamente se desgastar: o excesso de peso é uma forma de proteção para impedir a chegada das energias negativas que têm tanto impacto em si.
25. Excelente ouvinte: o empata não vai falar de si, a menos que seja para alguém em quem realmente confia. Ele gosta de conhecer e aprender com os outros e genuinamente cuidar.
26. Intolerância ao narcisismo: embora sensato e generoso e muitas vezes tolerante para com os outros, os sensitivos não gostam de ter pessoas ao seu redor excessivamente egoístas, que se colocam em primeiro lugar e se recusam a considerar os sentimentos dos outros, ou pontos de vista diferentes do seu.
27. A capacidade de sentir os dias da semana: um empata sentirá o “Sentimento de Sexta-feira”, quer ele trabalhe às sextas-feiras ou não. Eles captam sobre como o colectivo se está a sentir. O primeiro par de dias de um longo fim de semana de feriado (da Páscoa, por exemplo) pode ser sentido por eles, como se o mundo estivesse sorrindo, calmamente e relaxadamente. Domingo à noite, as segundas-feiras e terças-feiras, de uma semana de trabalho, têm um sentimento muito pesado.
28. Não vai optar por comprar antiguidades, vintage ou coisas em segunda mão: qualquer coisa que tenha sido pré-propriedade, carrega a energia do proprietário anterior. Um empata vai mesmo preferir ter um carro ou uma casa nova (se eles estiverem numa situação financeira que lhe permita fazê-lo), sem energia residual.
29. Sente a energia dos alimentos: muitos sensitivos não gostam de comer carne ou aves, pois eles podem sentir as vibrações do animal (especialmente se o animal sofreu), mesmo se eles gostarem do seu sabor.
30. Pode parecer mal-humorado, tímido, indiferente, desconectado: dependendo de como um empata se sente, isso irá influenciar com que cara eles se mostram para o mundo. Eles podem ser propensos a mudanças de humor e se eles captaram energia muito negativa aparecerão calados e insociáveis, parecendo mesmo miseráveis. Um empata detesta ter de fingir ser feliz quando está triste, isso só aumenta a sua carga (torna o trabalho no sector de serviços, quando é preciso fazer o serviço com um sorriso, muito desafiador) e pode fazê-los sentir como que se escondendo debaixo de uma pedra.
Se você pode identificar-se com a maioria ou com todos os itens acima, então você é definitivamente mais um empata.
Os sensitivos estão a ter um momento particularmente difícil, no momento presente, captando todas as emoções negativas que estão a ser emanadas para o mundo a partir da população que sente as dificuldades da sociedade atual, por todo o mundo.

sábado, 23 de janeiro de 2016

​A Coroa Mediúnica: Entendendo o desenvolvimento do médium


Desenvolver a mediunidade é muito mais do que simplesmente ir até o terreiro e deixar-se levar, cedendo o corpo para as entidades que lá se manifestam.

Muitas pessoas confundem desenvolvimento mediúnico com incorporação pura e simples. Entendam, não há como simplesmente ir e chacoalhar o corpo no terreiro, isso não é engrandecedor e qualquer um pode fazer isso, ou melhor, pode achar que está fazendo isso.

Parte do desenvolvimento mediúnico se dá também com o estudo pautado no bom-senso, que irá ser o direcionador dos trabalhos espirituais que serão desenvolvidos. Primeiramente devemos compreender que não importa só achar que está fazendo algo, mas é preciso realmente entender o que se passa, até aquele algo ocorrer. Como comparação, durante o ensino médio não nos importa como os átomos se comportam em uma reação nuclear, só nos importa calcular sua massa atômica e como eles reagem através das fórmulas. Porém, se nos propormos a fazer uma faculdade em Física, devemos saber como isso ocorre e todas as situações por detrás do mesmo, além de não se deixar levar por ilusões ou convicções inabaláveis.

Nos cursos de desenvolvimento mediúnico, prioriza-se muito a estrutura padronizada e quase não se dá a atenção ao desenvolvimento humano, ao desenvolvimento emocional e ao desenvolvimento moral do postulante a médium. Cada médium é um ser independente, com suas próprias incertezas e com seus próprios receios. Além disto, cada um precisa de uma lição diferente, que sempre vem com a mediunidade, não podendo receber instruções enlatadas.

Além desse completo desinteresse dos “sacerdotes” pelos seus filhos-de-fé, contamos ainda com o despreparo dos mesmos para compreender como desenvolver seus discípulos. Como foram geralmente formados nesse mesmo padrão, acabam passando para frente a estrutura que aprenderam, mas que não ajuda todos. Chegam, inclusive, a se esquecer de pilares básicos da Umbanda, como o tema desse artigo: A Coroa Mediúnica.

Os postulantes a médiuns, que podemos facilmente chamar de cadetes, devido à proximidade da Umbanda com um sistema hierárquico militar, são expostos a giras fechadas, com a promessa de que desenvolverão sua mediunidade e incorporarão seus guias e alguns todos os guias que forem evocados. Contudo isso não é verdadeiro, de fato é até perigoso.

Quando temos a missão de sermos médiuns – ostensivos e ativos – carregamos certa estrutura psíquica e espiritual diferenciada, preparada para o contato com o mundo astral. Além disto, contamos com uma carga maior de fluído nervoso (ectoplasma) para as manifestações. Isso não nos faz melhores, apenas mais adaptados para o trabalho que será realizado, porém isso é como uma ferramenta, o seu bom uso depende do usuário e não da ferramenta.

Uma das primeiras considerações aqui é que nem todos somos médiuns de incorporação, logo não adianta forçar uma incorporação que a mesma não ocorrerá. Outro dia, respondendo a um leitor, comentei sobre isso e o mesmo me indagou:

    “Mas todos lá no terreiro acabam incorporando os guias que são chamados! Eu vejo isso ocorrendo, como você pode me dizer que isso não acontece?”

Respondo: Nem sempre o que vemos é a verdade, o véu de Isis é muito denso em alguns casos e para algumas pessoas. Elas não conseguem se livrar da ilusão e da necessidade de acreditar que são diferentes ou melhores, pois é isso que acham que um médium é! Alguém melhor que os outros. Isso é uma tremenda ilusão, na realidade os médiuns tem muito mais a dever do que quem não possui uma mediunidade ativa.

Com isso quero dizer que algumas pessoas simplesmente ACHAM que estão incorporando, são hipnotizadas para acreditar nisso e outras são manipuladas para tal. Alguns até mesmo não incorporam nada e nem sequer tem uma manifestação mediúnica, mas agem com trejeitos de caboclos e pretos-velhos em um teatro sem fim. A isso damos o nome de mistificação, que pode ser consciente ou mesmo inconsciente.

No desenvolvimento mediúnico, é analisado se primeiramente existe a mediunidade e depois tenta-se achar qual é o tipo de mediunidade que o postulante possui. Logo que foi definida procede-se com os trabalhos, procurando sempre o Evangelho de Cristo, como bússola moral, para guiar as manifestações mediúnicas a princípio (e durante toda a vivência mediúnica de fato!).

Após compreendermos isso, temos outro porém: a chamada Coroa Mediúnica. Coroa é o termo usado para definir aquilo que vem acima de nossa cabeça, o Ori ou chakra Coronário. Há uma falsa informação de que possuímos todos os guias em nossa coroa, ou seja, a nossa disposição. Que basta apenas que os evoquemos – através de cânticos, chamados e até mesmo pontos cantados – para que os mesmos venham ao nosso socorro e ao trabalho. Isso é em partes real, porque realmente podemos evocar qualquer espírito que quisermos, porém isso é muito mais real no Espiritismo, onde o trabalho é de conhecimento, de pesquisa e de experimentação. Então, cabe facilmente o fato de evocar um espírito para lhe fazer perguntas e aumentar o conhecimento acerca de alguma ciência ou assunto. Porém, nem sempre quem nos atende é o espírito que chamamos, muitas vezes é um espírito simpático, pois o espírito que chamamos pode, entre outras coisas, estar ocupado, estar reencarnado ou até mesmo estar em trevas e preso. Conseguem perceber onde quero chegar?

Já a Umbanda tem uma característica de socorro, de auxílio e de ajuda. É um grande hospital, agindo hora como pronto-socorro e hora como clínica para tratamentos mais longos. Então, não podemos chamar um espírito, que não tenha conhecimento algum, para auxiliar uma pessoa. O auxílio deve ser feito com especialistas, com espíritos preparados para tal e em nossa humilde opinião, quem somos nós para identificar tal? Por isso que a Coroa mediúnica é formada antes da nossa encarnação.

Primeiramente nos é definido (de fato escolhemos conjuntamente) um Espírito que tomará a função de Chefe-de-Coroa, que será o Espírito responsável pela nossa mediunidade e de tudo aquilo que faremos com ela. Esse espírito é quem toma conta da nossa cabeça e permite outros guias a se manifestarem. Então, o médium Everaldo tem um Guia-de-Coroa chamado Caboclo Pena Branca, porém naquele dia de trabalho, será chamada as linhas de pretos-velhos. O Preto-Velho Pai João pede permissão par ao Caboclo Pena Branca para se manifestar no seu pupilo e assim é feito. O mesmo ocorre em um processo de obsessão espiritual, mesmo que seja difícil ou duro ver isso. A obsessão só se instala quando nós estamos em desequilíbrio ou negativados, se não houve merecimento, não há obsessão. Mas todos nós somos devedores e temos falhas a serem resgatadas, logo acaba por muitas vezes se instalando obsessões em nossa vida. Pior é que como médium há um canal aberto, o seu chefe-de-coroa, que é um Espírito Evoluído e esclarecido irá permitir que o obsessor atue, pois você está vibrando na frequência dele e deve aprender uma lição com isso. É meio rude? Pode até ser, mas é assim que as coisas são.

Ainda no nosso exemplo, o Pai João não estava lá passeando e falou:

    “Opa! Hoje tem gira ali e tem aquele médium, vou lá usar ele como instrumento!”

Não é assim que acontece. O Pai João já fazia parte da sua coroa mediúnica, ou seja, do exército (ou time) de espíritos que são escolhidos para servirem mediunicamente através daquele médium. Mas isso não implica em ter TODOS guias de TODAS as linhas em nossa coroa. Geralmente possuímos todos Caboclos e Pretos-Velhos, mas nem todos possuem Baianos, Boiadeiros, Marinheiros, Crianças e até mesmo Exus e Pombagiras.

Tem gente que diz que podemos chamar caboclos de todas as linhas, mesmo que esses não façam parte da nossa coroa. Olha, poder até pode… Mas que trabalho será executado assim tão forçosamente? Não é melhor trabalhar com algo que já estamos familiarizados? Porque nesse caso o que importa é o resultado, ou seja, o auxílio a ser prestado.

Então, nosso médium Everaldo possui um Caboclo Pena Branca na coroa, mas não tem um Caboclo Peito de Aço. Porém em um gira de Ogum, o sacerdote desinformado começa a chamar o Peito de Aço e obriga todos a incorporá-lo. Isso não é saudável, pois é um guia que não está acostumado a trabalhar com aqueles médiuns e irá necessitar (caso realmente incorpore) de mais fluído nervoso (ectoplasma) para manifestar-se. Porém nem todos conseguem ter esse tônus extra. Em minha concepção, respeitar a coroa mediúnica é mais importante do que saber o nome e os pontos dos guias. É extremamente prioritário saber quem são seus guias e entender que não é preciso ter todos os guias na sua coroa se manifestando. Que os guias que estão comprometidos com você, são mais que suficiente para executar todas as obras que são necessárias dentro do seu mediunato.

Pode ser que você incorpore dez vezes o Caboclo Pena Branca e apenas uma o Pai João. Pode ser que vários guias se revezem nos trabalhos caritativos de atendimento e pode ser que você nem sequer tenha muitos guias, mas o que importa não é a quantidade, não é? O que realmente importa é a qualidade. Então, se livre desses pensamentos padronizados e pasteurizados. Precisamos entender cada médium como um ser humano em desenvolvimento, além da mediunidade.​

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Aprenda a dizer obrigado



Sim, até nos meus piores momentos sinto que tenho o dever de agradecer.

E não, não é um dever de obrigação externa, é um dever comigo mesmo: meu bem-estar emocional passa pelo filtro do agradecimento constante pelo que tive e pelo que fui, pelo que tenho e pelo que sou.

Dizia Cervantes, embora com outras palavras, que era preciso ser grato. Eu acredito que vai mais além: quando nossa vida terminar, uma das sensações que mais iremos querer ter é dizer “obrigado”.

Dizer obrigado nos ajuda em nosso caminho

A gratidão, como capacidade para reconhecer um benefício que se teve, é um estado interior que se propaga para o exterior.

“Não há dever mais necessário do que o de dizer obrigado”

Nesta vida, somos produto de um constante fluxo de experiências que nos provocam emoções de tipos muito diferentes. É por isso que o dever mais necessário é o de dizer obrigado.

O que me faz feliz me reconforta e potencializa minhas novas ilusões e sonhos. O que me entristeceu e me provocou dor, me ensinou.

Agradeço pelas lembranças que me encheram, mas agradeço também às que procuravam fugir porque graças a elas sou quem sou e sei disso.

Nossas relações com os outros se fundamentam nesse sentimento: quando uma pessoa faz alguma coisa por nós, inclusive oferecer um ombro em um mau momento, nos aproximamos mais dela.

Sabemos que das tristezas surgem as maiores cumplicidades e que nas rupturas aparecem cicatrizes e histórias reais, que são apenas nossas.

Agradecer aumenta nosso bem-estar emocional

Agradecer é equivalente a ter uma atitude vital positiva, é sinônimo de ver o copo meio cheio, de despertar com o pé direito ou de abrir os pulmões para respirar.

Alguns estudos, de fato, demonstraram que agradecer melhora nossa saúde e ajuda a estabilizar o nosso bem-estar emocional.

A encarregada de manter o equilíbrio de nossas emoções é uma substância química que se chama serotonina, que se encontra em nosso organismo.

Para não cair em uma depressão, por exemplo, os níveis de serotonina devem se manter estáveis, e para isso, uma das ferramentas é a gratidão.

Faça a dieta da alegria: um sorriso a cada manhã, um agradecimento no final de cada dia.

Seria muito benéfico se este post conseguisse que, ao finalizar seu dia e ao começar o seguinte, você pudesse praticar esta dieta.

Ela não requer esforços nem sacrifícios, mas contribui com os nutrientes necessários para sermos melhores a cada momento.

Nossas relações afetivas com os que nos rodeiam se fortalecerão com essa energia produzida pelo agradecimento recíproco, para quem está conosco e para o nosso eu, nas distintas fases da vida.

As pequenas coisas, as mais simples, são as mais importantes e as que mais precisamos agraceder.

Os maus momentos nos oferecem grandes mudanças; os erros, aprendizados, as relações tóxicas, novas relações… mas os dias, os dias nos oferecem oportunidades. Uma atrás da outra, sem exceção.