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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

A Linha dos médicos no espaço na umbanda



A linha dos médicos do espaço é caracterizada por espíritos com alto grau evolutivo na medicina. Eles se apresentam geralmente na figura das seguintes falanges:

Dr. Bezerra de Menezes
Dr. Leocádio Correia
Dr. Fritz
Dr. David Federmann
Dr. Gonçalo

Dr. Kamura

Embora seja mais frequente no kardecismo e espiritismo de mesa branca, a Umbanda também reconhece essa linha (embora não seja todas as casas que trabalhem com eles). Em algumas doutrinas a linha de médicos do espaço é dividida em sub-falanges:

CARACTERÍSTICA DA LINHA

Dia da Semana: Quinta-Feira (maior vibração)

Cores: Azul, Verde e Violeta (principais cores), mas as cores são de acordo com a necessidade da cirurgia ou atuação.

Principais Componentes Utilizados: Água , Ervas , Pedras, Panos e Fitas.

Pontos de Energias para tratamento: Chacras e os demais pontos de energia de com a necessidade.

PRINCIPAIS CIÊNCIAS QUE PODEM CONTRIBUIR

- Apometria
- Fitoterapia
- Arterapia
- Cromoterapia
- Calatonia
- Reiki
- Meditação
- Parapsicologia

COMO FUNCIONA?

Hoje em dia já é possível encontrar hospitais espirituais devidamente equipados com equipe preparada e fundamentada em ciências empíricas e alternativas como: acupuntura, Reiki, apometria, etc. Os médicos (médiuns) utilizam-se de passes magnéticos para efetuar os processos cirúrgicos.   


Os hospitais contam ainda com técnicas de cromoterapia, aromoterapia, arterapia, fitoterapia, etc. Prece, oração, intercessão e magnetismo eletromagnético complementam a atuação. Desde a antiguidade tribos de todo mundo recorriam aos espíritos para problemas físicos e de saúde, ainda mais porque a magia e a religião antecedem a medicina científica como conhecemos hoje. 


Estes médicos espirituais podem estar diretamente ligados a Obaluaê (Orixá da Cura), a Cosme e Damião (Que em vida foram médicos na maioria de suas lendas e histórias), a um Caboclo (Curandeiros), a um preto velho (benzedeiro) ou linha semelhante. 

Em casos mais extremos chegamos a ouvir relatos de médicos que de fato utilizavam até instrumentos físicos cirúrgicos, todavia, essa prática não é reconhecida pela medicina e é contra-indicada de ser feita nas sessões espirituais.  

CURA COM ÁGUA E FLUIDOS

Essa linha trabalha muito com a água e fluidos. Estes elementos são consagrados e carregados de energia a ponto de se transformarem em verdadeiros "remédios espirituais". Servem para atuar dentro ou fora da matéria. Servem para serem tomados, misturados ou para banhos conforme o mistério da linha e necessidade do consulente. 



ORAÇÃO BEZERRA DE MENEZES

Meu pai, guia e mentor dos mistérios da medicina e saúde espiritual, rogo-lhe que venha em meu auxílio interceder por mim neste momento de aflição. Utiliza sua magia, força e energia para promover minha cura e daqueles que amo.

Que as doenças da carne, da mente e da alma sejam afastadas de mim e daqueles que amo. Onde há degeneração, transforme em renovação. Em nome de nosso pai maior, da linha de médicos do espaço e de toda falange de anjos do céu, suplico pela minha cura, pelo meu fortalecimento.

Amém!  

INDICAÇÃO DE LEITURA






INDICAÇÃO DE FILME


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Velas e suas deformações: "MINHA VELA BORRADA, O QUE ISSO QUER DIZER?"

A Umbanda é uma religião que trabalha com energia, portanto, ela pode se movimentar de ponta a ponta, de forma neutra ou intencionada. Sendo intencionada, podemos identificá-la como positiva ou negativa, recebida ou negada, desviada, redirecionada, etc.

Se formos olhar a definição de dicionário, "energia" nada mais é do que a capacidade de um corpo, objeto ou molécula realizar seu trabalho. Se formos pensar em "energia de vela", seria a capacidade que a vela tem de executar o seu trabalho (quebra demanda, proteção, maldade, reversão, desvio, anulação, potencialização, cobrança, correção, direcionamento, etc). 



Muitas pessoas que acendem velas se perguntam: "Olha como minha vela ficou", o que isso quer dizer? Para responder essa pergunta primeiro é necessário levantar quais variáveis borram uma vela. Sua vela pode borrar por estar exposta ao vento (ventilador, janela aberta, porta aberta, alguém que passou correndo, etc), pode borrar pela má qualidade da cera, pode apagar várias vezes pela má qualidade de um pavio, etc.

Durante a preparação da vela, previamente à ignição, o pavio é saturado com o combustível na forma sólida. O calor do fósforo ou outra fonte de fogo vai derreter e vaporizar uma pequena porção de combustível que, no estado gasoso vai combinar-se com o oxigênio da atmosfera para formar a chama.

A chama vai então providenciar calor suficiente para manter a vela acesa, numa típica reação em cadeia auto-sustentável: o calor da chama derrete a superfície do combustível sólido, liquefazendo-o e fazendo-o deslocar-se em direção ao pavio e subi-lo, por capilaridade. O líquido passará, com o calor, para o estado gasoso, que vai ser consumido pela chama.

Antes de pensar que tudo é espiritual, é necessário isolar as variáveis físicas presentes no ambiente. A vela nada mais é do que um pedaço de pavio envolvido geralmente em parafina para produção de luz (mais um tipo de energia). Na Umbanda a vela em si não faz bem ou mau, mas a intenção que colocamos na vela se agrega a esse corpo dando a ele a capacidade de executar o seu trabalho, sua missão, seu objetivo final. Ela pode borrar por cumprir sua missão ou por ter sido impedido de cumpri-la. 

COMO AS VELAS SÃO TESTADAS ANTES DE SEREM VENDIDAS?

Antes de serem comercializadas os lotes de vela são testados quanto a qualidade da chama, parafina, pavio, etc. Por isso a escolha de uma boa vela é crucial para saber o que os borrões da sua vela querem dizer. 



COMO UMA VELA QUEIMA?


Quando ascendemos o pavio, se forma uma partícula inicial de carbono. As partículas de carbono sofrem ignição e se incandescem (mantém e formam o resto da chama acessa). O calor produzido pela chama vaporiza a cera em moléculas de hidrogênio e de carbono. Esse é o movimento científico, o previsto para que aconteça, o previsto por quem inventou a vela, o previsto por físicos e químicos. 

POR QUE HÁ VARIAÇÕES EM COMO A VELA QUEIMA?

Dado a eliminação das variáveis físicas presentes no local (vento, qualidade da vela, etc), se houver variações é alta a probabilidade de que a vela tenha sofrido interferências do plano espiritual, seja para o bem, seja para o mau. 

O QUE AS VARIAÇÕES DE VELA QUEREM NOS DIZER?



  1) Não sobrou nada: Quando não se sobra nada da vela significa que TODA aquela energia foi usada, seja pelo propósito da vela ou seja por algum vampiro espiritual. A melhor forma de alafiar o que aconteceu é com seu guia de trabalho ou mentor de sua confiança. 

2) Vela apaga toda hora: pode ser a má qualidade do pavio ou condições de vento. Caso não seja, pode ser algum egun, quiumba ou zombeteiro atrapalhando o trabalho, como pode ser o guia/mentor negando a vela. Um mentor pode negar sua vela se não for a cor do seu mistério (exemplo, vela preta para anjo de guarda), pode negar porque seu pedido não é do seu merecimento ou motivo semelhante. Neste caso é indicado conversar com ele e pedir orientação do que você deve fazer.

3) Vela queimou até a metade: O trabalho pode vir em uma linha de trabalho aceita e durante o período de combustão sofrer influências do plano físico (vento) ou espiritual (atrapalharam o trabalho da vela). O que fazer com essa vela (acender de novo? Jogar fora? despachar? colocar no ponto?) depende da orientação e doutrina da sua casa. 

4) Vela borrou toda: Uma vela borrada pode ter vários significados, pode traduzir que você e o guia estavam precisando daquela energia e ali já quebrou toda demanda. Pode significar que a qualidade da parafina é ruim. Pode significar que durante o seu pedido tentaram atrapalhar o trabalho, etc. 

5) Vela fez 2 chamas: A vela que se divide em duas chamas geralmente está trazendo a força de um outro companheiro espiritual.

6) Desenhos nas velas borradas: É comum nas velas borradas a aparição de desenhos, bem como rostos, corações, cachoeiras, paisagens, nuvens, etc. Eles podem ser mensagens do plano espiritual mostrando cuidado, alafiando perguntas, esclarecendo dúvidas, avisando preságios, etc. 

7) Vela que tombou: As vezes pela falta de firmeza no solo, a vela pode tombar sozinha. Agora quando bem firmada e ela tomba é nítido que tem alguém ou alguma coisa tentando atrapalhar o trabalho. 

8) Vela começou a estralar ou sair faísca: Muito comum nas velas de xango e de esquerda. Isso significa que a magia do fogo está ali, que o Orxiá ou guia está trabalhando a todo vapor para seu pedido a ponto de aquecer o processo de combustão tão forte que gera outros eventos físicos, como sons e estralos. 

9) A chama ficou pequenininha: Comum em velas de sete dias com pavio de má qualidade. Salvo essa variável, o autor da vela pode estar sendo alvo de magia negra e demanda a ponto dos quiumbas presentes absorverem parte da luz antes mesmo dela chegar a seu destino. 

10) A chama ficou gigante: Orixá ou guia respondendo perfeitamente elevando a energia e agilizando o processo de transformar parafina em ar ou em borrão. O guia recebeu o trabalho e está agilizando o processo a ponto de uma vela que dura 1 a 4 horas queimar em minutos. 

11) Na chama da vela aparece uma espécie de vulcão ou lava: Comum em velas de ciganos, velas douradas e prateadas. Estes elementos aceleram o processo de combustão de forma que a vela fique bem recebida pelo guia ou Orixá. 

12) Vela borrou e quebrou o prato: Alta probabilidade de estar cortando demandas contra você. Antes o prato do que você. Pode ter certeza que todo um trabalho feito (seja corte ou dentro de cemitério) quando isso acontece é alta a probabilidade dos seus guias estarem tomando as suas dores e atuam para quebrar o que foi mandado. "O que vem sem ser pedido, volta sem ser mandado". 



A DIREÇÃO DAS CHAMAS ME DIZEM ALGUMA COISA?

Sim! Rubens Sarasceni no livro "Magia divina das velas" fala sobre cada direção da chama da vela. Elas podem ser comuns em alguns tronos (Lei, Ordem, Justiça, etc) e podem ter significado. 



Chama em formato Cruz:

Na foto abaixo vemos as velas de um trabalho de Tranca Rua das Almas, percebam que as chamas fazem formato em Cruz. Alguém poderia dizer: "é reflexo da luz", mas percebam que as 2 velas a direita da foto não refletem. O formato em cruz é muito comum em entidades das almas, linha das almas, falange das almas, trabalhos de Oxalá, etc. 


No  livro do Rubens podemos explorar todos os tipos de chama: espiral, ciclone, reta, cruz, dupla, etc. 

CONCLUSÃO

Não há receitas mágicas ou traduções prontas porque o plano espiritual é mutável. O que serve para um não serve para o outro. Cada casa tem a sua doutrina e cada guia o seu mistério. A melhor forma de interpretar o que aconteceu com uma vela é com seu guia espiritual, com seus pais de santos ou com guias de sua confiança. Umbanda é fundamento e é preciso estudar! 

domingo, 27 de novembro de 2016


A Dedicação do Médium de Umbanda

Amigos, a Umbanda tem em seu mais profundo cerne a prática da caridade pura, o amor incondicional, a paz e a humildade. Ela também se propõe a produzir, pela modificação vibracional ou fluídica (conhecida popularmente como “magia”), modificações que permitam a melhoria de vida do ser humano.
Através da caridade e dedicação espiritual o médium Umbandista vai adquirindo elevação e consciência do valor de seu domínio mediúnico como forma de comunicação com seres superiores, de outras esferas.
As incorporações, os passes e descarregos feitos na Umbanda formam o conjunto de afazeres espirituais do dia a dia do médium.
Portanto, o Médium é Patrimônio Maior desta Maravilhosa Religião que é a Umbanda.
Acontece que a mediunidade é uma faculdade e como toda faculdade psíquica precisa ser aprimorada e disciplinada.
Na Umbanda, alguns critérios devem ser sempre observados:
Quando um médium entra em trabalho, ele estabelece uma espécie de ligação com a espiritualidade. Esta ligação gera uma constante descarga fluídica no sistema nervoso do médium. Por esse motivo é importante a disciplina da mediunidade. O médium precisa aprender a fazer e desfazer esta ligação para evitar o desgaste do sistema nervoso.
Médiuns faltosos, ausentes das sessões de desenvolvimento, doutrinas, sessões de descarrego e passes estão sujeitos a sofrer as consequências destes transtornos fluídicos como debilidade do sistema nervoso e patologias degenerativas.
DISCIPLINA se torna palavra chave, bem como OBEDIÊNCIA e RESPEITO.
As facilidades do estabelecimento do contato mediúnico resultam do aprendizado moral e de um conjunto de pontos que alicerçam os degraus da evolução.

CONSELHOS PARA OS MÉDIUNS

CONSERVE SUA SAÚDE PSÍQUICA, VIGIANDO SEU ASPECTO MORAL.

1.    Não alimente vibrações negativas de ódio, rancor, inveja, ciúme, etc.;
2.    Não fale mal de ninguém, pois não é juiz, e via de regra, não se pode chegar às causas pelo aspecto grosseiro dos efeitos;
3.    Não julgue que o seu guia ou protetor é o mais forte, o mais sabido, mais, muito mais do que o de seu irmão, aparelho também;
4.    Não viva querendo impor seus dons mediúnicos, comentando, insistentemente, os feitos do seu guia ou protetor. Tudo isso pode ser bem problemático e não se esqueça de que você pode ser testado por outrem e toda a sua conversa vaidosa ruir fragorosamente. Dê paz ao seu protetor no astral, deixando de falar tanto no seu nome. Assim você está se fanatizando e aborrecendo a Entidade, pois fique sabendo, ele, o Protetor, se tiver mesmo “ordem e direito de trabalho” sobre você, tem ordens amplas e pode disciplina-lo, cassando-lhe as ligações mediúnicas;
5.    Quando for para a sua sessão, não vá aborrecido e quando lá chegar, não procure conversas fúteis. Recolha-se a seus pensamentos de fé, de paz e, sobretudo, de caridade pura para com o próximo, entre em sintonia com o astral firmando as ligações com as entidades da sua coroa.


NÃO MANTENHA CONVIVÊNCIA COM PESSOAS MÁS, INVEJOSAS, MALDIZENTES, ETC.

Isso é importante para o equilíbrio de sua aura e dos seus próprios pensamentos.

1.    Faça todo o bem que puder, sem visar recompensa ou agradecimentos;
2.    Tenha ânimo forte, através de qualquer prova ou sofrimento, confie e espere;
3.    Faça recolhimentos diários, a fim de meditar sobre suas ações;
4.    Não conte seus “segredos” a ninguém, pois sua consciência é o templo onde deverá levá-los a analise;
5.    Não tema a ninguém, pois o medo é uma prova de que está em debito com sua consciência;
6.    Lembre-se que todos nós erramos, pois o erro é humano e fator ligado à dor, ao sofrimento e consequentemente, às lições com suas experiências. Sem dor, lições, experiência, não há carma, não há humanização nem polimento intimo, o importante é que não erre mais, ou melhor, que não caia nos mesmos erros. Passe uma esponja no passado, erga a cabeça e procure a senda da reabilitação: para isso, “mate” a sua vaidade e não se importe de maneira alguma com o que os outros disserem ou pensarem ao seu respeito. Faça tudo para ser tolerante, compreensivo, humilde, pois assim só poderão dizer coisas boas de você.

ZELE POR SUA SAÚDE FÍSICA COM UMA ALIMENTAÇÃO RACIONAL E EQUILIBRADA.

1.    Não abuse de carnes vermelhas, fumo, álcool ou quaisquer excitantes;
2.    De véspera e após a sessão, evite manter contato sexual; O ato sexual promove grande escape de energia através do chakra genésico e consequentemente uma grande baixa energética na aura. Vale lembrar também que a troca de fluidos corporais traz em si uma imensa carga energética que pode não ser benéfica.
3.    Todo mês deve escolher um dia para ficar em contato com a natureza, especialmente uma mata, uma cachoeira, um jardim silencioso, etc. Ali deve ficar lendo ou meditando, pois assim ficará a sós com sua própria consciência, fazendo revisão de tudo que lhe pareça ter sido positivo ou não,em sua vida material, sentimental e espiritual.

Trecho extraído do JUCA – Jornal de Umbanda Carismática

sábado, 26 de novembro de 2016

Os 7 ensinamentos da Umbanda

1 – Humildade – Ao vestir o branco, entender o porque dessa cor, ela simboliza a pureza das atitudes, a clareza espiritual. Você, ao por os pés no terreiro, entra com quais pensamentos? Você se sente um médium preparado para servir de intercambio entre os mundos?
2 – Boa vontade – Se você iniciou por amor ou pela dor, não interessa, você está dentro agora. Qual sua boa vontade? Esta com o coração aberto? Esta livre de pensamentos contrários ao momento? Ao pisar em frente ao congá, traz sua mente para a quietude? Ao se curvar nos momentos de oração, você abre sua mente e seu corpo para o trabalho caritativo?
3 – Seriedade – Já sabendo que o momento necessita de humildade e boa vontade, você esta ali para ajudar a SI e as outras pessoas? Ou esta ali para elevar alguma parte escondida do seu EGO, se fazendo passar por calmo, sereno e paciente, mas na escuridão do seu ser, um vampiro que esta se deliciando com toda a atenção que você recebe. Você é daqueles que acha que "seu" guia é superior a todos, o melhor? Cuidado, você pode estar recebendo um caboclo de meia-pena, e nem se deu conta…
4 – Fé – Até onde sua fé é capaz de chegar? Você realmente acredita nos seus guias? Tem alguma dúvida sobre o plano espiritual, se não possui, então você é daqueles médiuns que nunca pararam para pensar…"Será que não sou eu ?…" no momento em que seu guia, diz algum conselho a alguém, ou simplesmente tem uma postura que você acha no mínimo "estranha".
5 – Tranquilidade – Você é capaz de manter a calma, nos momentos mais complicados, quando a vida lhe exige um pouco mais de tenacidade com relação aos acontecimentos ? Ou você já põe a culpa dizendo ser filho desse ou daquele santo, e sai distribuindo farpas energéticas negras em direção as pessoas que não tem nada com os seus dissabores diários.
6 – Cumplicidade, até onde você deixa o sossego do seu lar, para ajudar a quem esta toda semana, ou a cada 15 dias, a espera de uma mensagem amiga, de um conforto espiritual? Até aonde você se sente responsável pelo que acontece à sua volta?
7 – Respeito – Você tem respeito pela hierarquia da casa que lhe acolheu no momento em que você precisava? Você tem respeito para com seus irmãos, mesmo sabendo que algum possa estar agindo "injustamente", para com você? Você tem respeito, pelos que estão sentados, em frente ao congá, esperançosos, curiosos, ou mesmo aqueles que nem sabem o que estão fazendo naquele lugar, mas no fundo são filhos do mesmo Deus, do mesmo Criador, então, tão dignos de respeito como o que você quer receber.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Existem pessoas cruéis disfarçadas de boas pessoas


Existem pessoas cruéis disfarçadas de boas pessoas. São seres que machucam, que agridem por intermédio de uma chantagem emocional maquiavélica baseada no medo, na agressão e na culpa. Aparentam ser pessoas altruístas, mas na verdade escondem interesses ocultos e frustrações profundas.

Muitas vezes ouve-se dizer que “quem machuca o faz porque em algum momento da vida também já foi machucado”. Que quem foi magoado, magoa. No entanto, ainda que por trás destas ideias exista uma base verídica, existe outro aspecto que sempre nos custa admitir: A maldade existe. As pessoas cruéis, por vezes, dispõem de certos componentes biológicos que as empurram em direção a determinados comportamentos agressivos.

“Não há maldade mais cruel que a que nasce das sementes do bem.”

-Baldassare Castiglione-

O cientista e divulgador Marcelino Cereijudo nos assinala algo interessante. “Não existe o gene da maldade, porém há certos aspectos biológicos e culturais que a podem propiciar”. A parte mais complexa deste tema é que muito frequentemente tendemos a buscar rótulos e patologias em comportamentos que simplesmente não entram dentro dos manuais de psicodiagnóstico.

Os atos maliciosos podem ocorrer sem que exista necessariamente uma doença psicológica subjacente. Todos nós, em algum momento da nossa vida, já conhecemos uma pessoa com este tipo de perfil. Seres que nos presenteiam com bajulação e atenção. Pessoas agradáveis, com êxito social, mas que em privado delineiam uma sombra obscura e alargada. Na profundeza dos seus corações respira a crueldade, a falta de empatia, e até mesmo a agressividade.

As pessoas cruéis e a molécula da moral

Tal como dissemos anteriormente, até hoje ninguém conseguiu identificar a existência do gene da maldade. No entanto, nos últimos anos aumentaram os estudos sobre um aspecto fascinante: a denominada “molécula da moral”. Para compreender melhor o que é esta estrutura, iremos nos contextualizar a partir de uma história real. Uma história terrível, que lamentavelmente acontece com muita frequência.

Hans Reiser é um programador norte-americano famoso por ter criado os arquivos ReiserFS. Atualmente, e desde 2008, está na prisão de Mule Creek por ter assassinado sua esposa. Ele não teve problema em se declarar culpado e em revelar onde enterrou o corpo de Nina Reiser. Como dado curioso, vale a pena dizer que este especialista em programação dispõe de uma inteligência prodigiosa, ao ponto de ter iniciado os seus estudos universitários ainda adolescente.

Depois de um julgamento rápido e de ter ingressado na prisão de San Quintín, decidiu preparar ele próprio o seu recurso. Através de 5 folhas escritas à mão, argumentou que o seu cérebro funcionava de maneira diferente. Reiser tinha conhecimento dos estudos que estavam a ser realizados sobre a oxitocina e a utilizou como argumento. Segundo ele, tinha nascido com o seguinte problema: o seu cérebro não produzia a chamada molécula da moral. Carecia de empatia.

Obviamente, e como era de se esperar, este argumento não o impediu de cumprir a pena perpétua. No entanto, o tema sobre a origem da maldade voltou a entrar em debate. Nos dias de hoje, dá-se pleno valor ao fato de que a oxitocina é o hormônio que faz de nós seres “humanos” na sua vertente mais autêntica. Pessoas educadas e preocupadas em ajudar, cuidar e empatizar com os nossos semelhantes.

Como se defender da crueldade camuflada

No nosso cotidiano, nem sempre nos relacionamos com pessoas tão cruéis como a anteriormente citada. Porém, somos vítimas de outro tipo de interações: as de falsa bondade, a agressividade encoberta, a manipulação, o egoísmo sutil, a ironia mais daninha, etc.

“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”

-Albert Einstein-

Estes comportamentos podem ser resultado de vários aspetos. Carência de inteligência emocional, um ambiente pouco afetivo onde a pessoa cresceu ou até mesmo um déficit na liberação da oxitocina. Tudo isto talvez determinará essa agressividade mais ou menos encoberta. De qualquer forma, não podemos esquecer que quando falamos de agressividade, não estamos nos referindo exclusivamente ao dano físico.

A agressão emocional, a instrumental ou a verbal são feridas menos denunciáveis devido à necessidade de serem provadas, mas são mais corriqueiras e por isso temos que nos defender. Explicaremos como.

Pessoas cruéis: saber reconhecê-las e evitá-las

Todos podemos ser vítimas das pessoas cruéis. Não importa a idade, o status ou as nossas experiências anteriores. Este tipo de pessoa pode ser encontrado no meio da família, em ambientes de trabalho e em qualquer outro cenário. No entanto, podemos identificá-las de várias formas.

•A pessoa de coração obscuro nos seduzirá com a mentira. Elas irão se camuflar por trás de palavras bonitas e atos nobres, mas pouco a pouco surgirá a chantagem. E mais tarde, a criação do medo, da culpa e da violência mental.

•Perante estes mecanismos, cabe apenas uma opção: a não-tolerância. Não importa que seja a nossa irmã, nossa parceira ou um colega de trabalho. Os perturbadores da calma e do equilíbrio só buscam uma coisa: acabar com a nossa autoestima para ter o controle.

•Teremos a sensação clara de que não há saída. De que elas nos têm sob suas redes. No entanto, vale recordar que “é mais poderoso aquele que é dono de si mesmo”. Por isso, é importante acabar com o jogo da dominação e da agressividade com determinação.

Os jogos da dominação e da agressividade encoberta são muito complexos. No entanto, é necessário agir com rapidez para remover armadilhas e reagir a ameaças veladas. No momento em que sentirmos desconforto ou preocupação em relação a certos comportamentos, só existe uma opção: a distância.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Bipolar: duas almas habitando o mesmo corpo

Tropeçar faz parte do processo de avançar nas etapas da vida. Desde os primeiros ensaios para caminhar sobre as duas pernas, aprendemos que, sem coragem para encarar a dureza do chão, não iremos muito longe. Tropeçamos, caímos, choramos e voltamos a tentar. No momento em que decidimos dar o próximo passo, o medo da queda já foi esquecido. A dor é tempero do crescimento. O entusiasmo também. O excesso dos dois é o caos, o sofrimento e a solidão. Os destemperados aprenderão, cedo ou tarde, que seu transtorno invisível é seu inferno particular e de mais ninguém.

O humor é como uma paleta de cores a transformar o pano de fundo de nossa vida. Acontecimentos felizes produzem sensações agradáveis: vontade de compartilhar a vida, leveza, presença de pensamentos positivos e pró-ativos; é como se o mundo ganhasse novas cores, mais vivas e vibrantes. Episódios tristes nos remetem ao oposto disso tudo: queremos nos encolher, buscamos apenas a companhia daqueles que nos são muito próximos, o coração fica pesado, os pensamentos evoluem em câmera lenta, perdemos a fé; é como se todas as cores perdessem o viço e a vivacidade. Existe uma lógica em tudo isso. Todos nós estamos sujeitos às oscilações da vida; e reagiremos melhor ou pior a depender de fatores internos e externos, que utilizaremos como recursos para nos reequilibrar.

Para quem sofre de Transtorno Bipolar, entretanto, essa lógica não passa de ficção. Esse Transtorno Afetivo é uma doença mental e está entre as dez que mais afastam os brasileiros do trabalho e do convívio social, tamanho impacto que causam em suas rotinas. Até que seja diagnosticado corretamente o paciente, em geral, já terá passado por inúmeros profissionais de saúde; já sentiu dores por todo o corpo; já sofreu com intermináveis noites insones; perdeu empregos, amizades e arruinou relacionamentos amorosos; pensou em morrer; tentou morrer. O Transtorno Bipolar ocupa o terceiro lugar na lista dos transtornos psiquiátricos, depois da depressão e da esquizofrenia, conforme levantamento da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS). E, mesmo sendo tão frequente, é extremamente desconhecido e difícil de detectar.

A Bipolaridade pode apresentar-se na forma mais clássica, na qual as oscilações de humor ocorrem em momentos alternados. A pessoa passa por períodos de depressão, durante os quais têm pouca ou nenhuma disposição para atender aos compromissos; tudo fica excessivamente cansativo e custoso; a concentração é prejudicada; a memória falha; o desejo de viver fica perdido em algum lugar. Aos poucos, a fase depressiva vai esmaecendo, perdendo a força e deixando como resultado uma pessoa extremamente frágil do ponto de vista emocional e vulnerável às situações externas. Pode haver, nesse caso, um período mais estável, ou não. Na sequência, o Bipolar é atingido por uma onda de euforia; o pensamento fica acelerado; a pessoa é tomada por um sentimento de poder e pela necessidade de fazer muitas coisas ao mesmo tempo; diminuição da necessidade de sono, ideias de grandiosidade e comportamentos desinibidos e pouco críticos, que podem resultar em gastos excessivos, por exemplo. Soma-se a essa confusão estabelecida, o possível surgimento de agressividade, que tanto pode ser consigo mesmo, quanto com as pessoas mais próximas. Muito do que se faz nessa fase, o Bipolar nem sequer sonharia em fazer no estado normal de humor.

Além da forma clássica, a Bipolaridade também pode apresentar-se na forma de episódios mistos de depressão e euforia. O bipolar, neste caso, pode apresentar a agitação motora e mental de uma fase de humor elevado e, ao mesmo, tempo expressar sentimentos de falta de esperança, de culpa ou de baixa auto-estima, como numa fase de humor deprimido. Ele também pode estar eufórico agora e, literalmente cinco minutos depois, estar deprimido e chorando.

O desencadeamento de uma crise não tem relação com motivações ou situações específicas. O detonador pode estar atrelado ao stress, tanto positivo quanto negativo: ser promovido ou demitido; apaixonar-se ou romper um relacionamento, podem provocar o mesmo impacto devastador. Essa imprevisibilidade vai desestruturando de tal forma a vida, que muitas vezes a pessoa vê-se em situações de perda terríveis; precisando recomeçar do zero, muitas e muitas vezes.

Uma das principais evidências de que a doença está relacionada às reações químicas do cérebro é que os remédios, quando acertadas a droga e a dosagem, dão resultado. Entretanto, o mecanismo de funcionamento da doença é um processo extremamente complexo. Ainda não há certezas sobre neurotransmissores ou reações químicas que estejam envolvidas no desencadeamento da doença. O que se sabe é que alterações da serotonina e da noradrenalina cerebrais estão relacionadas à depressão e a dopamina é o neurotransmissor mais relacionado aos episódios de mania. E que, além do tratamento medicamentoso, o Bipolar precisa de acompanhamento Psicológico e apoio da família.

O diagnóstico correto é a única “luz no fim do túnel” para quem sofre de Transtorno Bipolar. É preciso que haja o envolvimento comprometido dos familiares e amigos mais próximos para que o paciente encontre maneiras de administrar a doença. Uma vez diagnosticado e tratado, ele terá de volta a capacidade de viver uma vida equilibrada em todos os aspectos. Em geral, a procura por ajuda ocorre nos períodos de depressão, nos quais o sofrimento é mais evidente. Nas fases de euforia, raramente alguém procura por socorro, já que aquele estado de energia intensa traz uma felicidade ilusória. No entanto, por mais agradável que pareça, é uma doença grave, por conta dos riscos a que a pessoa se expõe, como a impulsividade que leva a comportamento sexual desinibido; envolvimento com drogas; comportamentos compulsivos, entre outros atos impensados.

Embora a doença apareça mais frequentemente no fim da adolescência ou início da vida adulta, crianças e pré-adolescentes também podem sofrer com esse transtorno. Nos EUA, o número de diagnósticos de bipolaridade entre crianças e adolescentes cresceu 40 vezes na última década. A hipótese para esse aumento é a maior conscientização de médicos sobre o transtorno ou ainda um possível excesso de diagnóstico, em que uma criança mal-humorada pode ser tratada como doente.

Além de ser “invisível”, a Bipolaridade é uma doença incurável, assim como o Diabetes ou a Hipertensão; só que ao contrário dessas enfermidades físicas, a Bipolaridade vem carregada de preconceito, acarretando ao portador dessa síndrome uma situação de grave solidão. Ser Bipolar é um desafio diário, tanto para a compreensão pessoal da doença, quanto para a dificuldade de compartilhar o que sente. A grande maioria guarda para si o “segredo de ser diferente”. A grande maioria tropeça, cai e levanta sozinho. A grande maioria precisa apenas do que todos nós precisamos: sermos aceitos com nossas belezas e horrores; termos o direito à tentativa de fazer melhor no próximo dia; termos acolhidas as nossas dores e compartilhadas nossas alegrias. É muito? É pouco? Não sei… Apenas diria que é justo, direito e necessário.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Você sabe o que é Kiumba ?

Existem casos de médiuns desavisados, não doutrinados, ignorantes e não evangelizados, que abrem as portas da sua mediunidade para a atuação de Kiumbas, verdadeiros marginais do baixo astral, que tudo farão para ridicularizar não só o médium, como o terreiro, bem como a Umbanda.

Em muitas incorporações onde a entidade espiritual ora se faz presente como Guia Espiritual e hora como Guardião, ou é a presença do animismo do médium (arquétipo) ou é a presença de um Kiumba.
Vamos estudar e entender a atuação dos Kiumbas, para uma fácil identificação:
O Kiumba nada mais é do que o marginal do baixo astral, e também é considerado um tipo de obsessor. Espíritos endurecidos e maldosos, que fazem o mal pelo simples prazer de fazer, e tudo o que é da luz e o que é do bem querem a todo custo destruir.
Esses espíritos, “Kiumbas”, vivem onde conhecemos por “Umbral” onde não há ordem de espécie alguma, onde não há governantes e é cada um por si. Muitas vezes são recrutados através de propinas, pelos magos negros para que atuem em algum desafeto.
Na Umbanda existe uma corrente de luz, denominada de Boiadeiros, que são especializados em desobsessão, na caça e captura desses marginais (os Kiumbas os temem muito), e os trazem até nós para que através da mediunidade redentora possam ser “tratados”, ou seja, terem seu corpo energético negativo paralisado através da incorporação e serem levados para as celas prisionais das Confrarias de Umbanda, onde serão devidamente esgotados em seus mentais e futuramente se transformarão em um sofredor, e ai sim estarão prontos a serem encaminhados aos Postos de Socorros Espirituais mais avançados, pois já se libertaram através do sofrimento, de toda a maldade adquirida.
O processo que devemos realizar para evitar os nossos irmãos “Kiumbas” é o mesmo da obsessão, mas, o processo para “tratá-los” é peculiar a Umbanda e cada caso é analisado particularmente pelos Guias Espirituais que utilizam diversas formas (que conhecemos como arsenal da Umbanda) para desestruturar as manifestações deletérias negativas desses nossos irmãos.
Como identificar um Kiumba incorporado?
O que infelizmente observamos na mediunidade de muitos é a abertura para a atuação dos verdadeiros Kiumbas, se fazendo passar por Exus, Pombas Gira e outros Guias Espirituais, trazendo desgraças na vida do médium e de todos que dele se acercam.
Notem bem, que um Kiumba, ser trevoso e inteligente, somente atuará na vida de alguém, se esta pessoa for concomitante com ele, em seus atos e em sua vida. Os afins se atraem.
O médium disciplinado, doutrinado e evangelizado, jamais será repasto vivo dessas entidades. Lembre-se que o astral superior é sabedor e permite esse tipo de atuação e vibração para que o médium acorde e reavalie seus erros, voltado à linha justa de seu equilíbrio e iniciação.
Como os Kiumbas são inteligentes, quando atuam sobre um médium, se fazendo passar por um Guardião, e imediatamente assumem um nome, que jamais será os mesmos dos Guardiões de Lei, pois são sabedores da gravidade do fato, pois quando assumirem um nome exotérico ou cabalístico iniciático de um verdadeiro Guardião, imediatamente e severamente serão punidos.
Por isso vemos, infelizmente, em muitos médiuns, esses irmãos do baixo astral incorporados, mas é fácil identificá-los.
Vamos lá:
• Pelo modo de se portarem: são levianos, indecorosos, jocosos, pedantes, ignorantes, maledicentes, fofoqueiros e sem classe nenhuma;
• Quando incorporados: machões, com deformidades contundentes, carrancudos, sem educação, com esgares horrorosos e geralmente olhos esbugalhados.
Muitos se portam com total falta de higiene, babando, rosnando, se arrastando pelo chão, comendo carnes cruas, pimentas, ingerindo grandes quantidades de bebidas alcoólicas, fumando feito um desesperado, ameaçando a tudo e a todos.
Geralmente ficam com o peito desnudo (isso quando não tiram à roupa toda); utilizam imensos garfos pretos nas mãos.
• Geralmente, nos ambientes em que predominam a presença de Kiumbas, tudo é encenação, fantasia, fofoca, libertinagem, feitiçaria pra tudo, músicas (pontos) ensurdecedoras e desconexas, nos remetendo a estarmos presentes num grande banquete entre marginais e pessoas de moral duvidosa.
• Nesses ambientes, as consultas são exclusivamente efetuadas para casos amorosos, políticos, empregatícios, malandragem, castigar o vizinho, algum familiar, um ex-amigo, o patrão, etc.
Os atendimentos são preferenciais, dando uma grande atenção aos marginais, traficantes, sonegadores, estelionatários, odiosos, invejosos, pedantes, malandros, alcoólatras, drogados, etc., sempre incentivando, e dando guarida a tais indivíduos, procedendo a fechamento de corpos, distribuindo “patuás e guias” a fim de protegê-los.
Com certeza, neste ambiente estará um Kiumba como mentor.
• Certamente será um Kiumba, quando este pedir o nome de algum desafeto para formular alguma feitiçaria para derrubá-lo ou destruí-lo.
• Os Kiumbas costumam convencer as pessoas de que são portadoras de demandas, magias negras, feitiçarias, olhos gordos, invejas, etc. inexistentes, sempre dando nome aos bois, ou seja, identificando o feitor da magia negra, geralmente um inocente (parente, amigo, pai de santo, etc.) para que a pessoa fique com raiva ou ódio, e faça um contra feitiço, a fim de pretender atingir o inocente para derrubá-lo.
Agindo assim, matam dois coelhos com uma cajadada só: afundam ainda mais o consulente incauto que irá criar uma condição de antipatia pelo pretenso feitor da magia, e pelo inocente que pretendem prejudicar.
• Os Kiumbas invariavelmente exigem rituais disparatados, e uma oferenda atrás da outra, todas regadas a muita carne crua, bebidas alcoólicas, sangue e outros materiais de baixo teor vibratório.
Atentem bem, que sempre irão exigir tais oferendas constantemente, a fim de alimentarem suas sórdidas manipulações contra os da Luz, e sempre efetuadas nas ditas encruzilhadas de rua ou de cemitério, morada dos Kiumbas.
• Pelo modo de falarem: impróprio para qualquer ambiente (impropérios); É impressionante como alguém pode se permitir ouvir palavrões horrorosos, a guiza de estarem diante de uma pretensa entidade a trabalho da luz.
• Pelas vestimentas: são exuberantes, exigentes e sempre pedem dinheiro e jóias aos seus médiuns e consulentes.
· Os Kiumbas incitam a luxúria, incentivam às traições conjugais, as separações matrimonias e geralmente quando incorporados, gostam de terem como cambonos, alguém do sexo oposto do médium, geralmente mais novos e bonitos (imaginem o que advirá disso tudo).
· Os Kiumbas, nos atendimentos, gostam de se esfregarem nas pessoas, geralmente passando as mãos do médium pelo corpo todo do consulente, principalmente nas partes pudentas.
· Os Kiumbas incorporados conseguem convencer algumas consulentes, que devem fazer sexo com ele, a fim de se livrarem de possíveis magias negras que estão atrapalhando sua vida amorosa. E ainda tem gente que cai nessa.
· Se for uma Kiumba, mesmo incorporadas em homens, costumam alterar o modo de se portarem, fazendo com que o homem fique com trejeitos femininos e escrachados. Costumam também travestir o médium (homem) com roupas femininas com direito a maquiagem e bijuterias.
· Os Kiumbas atendem a qualquer tipo de pedido, o que um Guia Espiritual ou um Guardião de Lei jamais fariam. Ao contrário, eles bem orientariam o consulente ou o seu médium, da gravidade e das conseqüências do seu pedido infeliz.
· Os Kiumbas (e só os Kiumbas) adoram realizar trabalhos de amarração, convencendo todos de que tais trabalhos são necessários e que trarão a pessoa amada de volta (ledo engano quem assim pensa).
Esquecem-se de que existe uma Lei Maior que a tudo vê e a tudo provê. Se fosse assim tão fácil “amarrar” alguém, certamente não existiriam tantos solteiros por este país afora.
· Os Kiumbas fazem de um tudo para acabar com um casamento, um namoro, uma família, incitando as fofocas, desuniões e magias negras.
· No caso de Kiumbas se passando por um Guia Espiritual ou mesmo um Guardião, geralmente utilizam de nomes exdrúluxos, indecorosos e horrorosos, remetendo a uma condição inferior (os nomes que daremos são do nosso conhecimento. Não é invenção da nossa parte. Veja como a coisa é grave).
CUIDADO COM OS NOMES USADOS:
Sempre que encontrarem algum espírito incorporado, dizendo-se ser um Guia Espiritual, um Guardião e utilizando algum nome esdrúxulo, que remete a inferioridade, à condição de baixa moral, tenha cuidado;
Com certeza é a presença de um Kiumba, ou é puro animismo do médium.
Fonte: K.M.L. - J.R.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Método fácil de abrir a Vidência e de Contato com o Mentor.

Só para corajosos:
A melhor coisa para nossa proteção e também para nosso crescimento espiritual é o contato com nosso mentor.
Muitas pessoas o chamam de guia, amparador entre outros, mas tudo é a mesma coisa.
Nosso mentor, é nosso amigo espiritual, aquele que é designado para nos guardar, e nos encaminhar para nossa missão. Ele vai fazer de tudo para nos colocar no caminho que devemos realmente seguir. 
Portanto só temos vantagens em traze-lo para perto. Quanto mais afastados do mentor estivermos mais sem sentido nossa vida será. Esta técnica é extremamente fácil e simples, e também extremamente eficaz! Já nas primeiras semanas a pessoa tem a percepção de que não está sozinha no mundo!


A TÉCNICA

A noite, apague a luz do quarto, ou do aposento que deseja fazer a técnica, fique só neste local e cuide para que ele fique o mais escuro possível. Sente-se mantendo as costas fora da cadeira, para que haja uma ativação maior dos chákras e consequentemente da terceira visão.

As costas eretas facilitam muito o processo. De barriga vazia é melhor, pois facilita a energia a subir para o frontal e assim desencadear o processo de percepção extra sensorial.
Faça uma prece sincera, de coração, chamando seu mentor, para lhe ajudar...
Fique sentado por no mínimo 20 minutos, fique de olhos fechados, e fique olhando para o escuro da sua mente, como se estivesse olhando o aposento, porém com olhos fechados. Em silêncio, todos os dias, no escuro absoluto, isso fará com que você comece já nos primeiros dias a sentir presenças no aposento!
Comumente vemos coisas se movendo no aposento, sentimos presenças e muitas vezes já nas primeiras vezes vemos nossos guias.
Primeiro aparecem as imagens, depois sons.